PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

Direito

CONCEITO CAPES:
school
Duração do Mestrado
24 meses
school
Duração do Doutorado
48 meses
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Turno
Tarde e Noite
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Modalidade
Acadêmico
APRESENTAÇÃO

Visão Geral

O Programa de Pós-Graduação em Direito (PPGD) iniciou sua trajetória no ano de 2013, com a aprovação do curso de Mestrado em Direito - área de concentração “direito e sociedade” - que, alcançando a nota 4, pode pleitear junto à CAPES o oferecimento do Doutorado. Em 06 de junho de 2019, a proposta do curso novo foi aprovada. Assim, consolidou-se o Programa de Pós-Graduação em Direito, tendo como fundamentais para pesquisa as seguintes questões: a) a positivação do Direito e seu cumprimento pela sociedade; b) a observação das transformações sociais e a percepção de como influenciam e modificam o Direito; c) o distanciamento entre o texto positivado e a realidade social brasileira.

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PARA QUEM QUER

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Linhas de Pesquisa

Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
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Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
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COORDENAÇÃO

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José Alberto Antunes de Miranda
jose.miranda@unilasalle.edu.br

COORDENAÇÃO ADJUNTA

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Mártin Perius Haeberlin
martin.haeberlin@unilasalle.edu.br
Direito

Comissão Interna de Seleção e Avaliação de Programas de Bolsas da CAPES (CIB) - PPGD

Coordenador(a) do PPG:
Daniela Mesquita Leutchuk de Cademartori
Suplente:
José Alberto Antunes de Miranda
Representante Docente:
Dani Rudnicki
Suplente:
Antonio Carlos Wolkmer
Representante Discente:
Ana Letícia Hilario Garcia
Comissão Interna de Autoavaliação
Conheça picture_as_pdf
Comissão Interna de Seleção e Avaliação de Programas de Bolsas da CAPES (CIB)
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INGRESSO

Processos Seletivos Atuais

direito

Ingresso como Aluno Especial - 2026/1

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Inscrições
03/12/2025
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02/03/2026
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Ingresso como Aluno Especial - 2026/1

Bolsa CAPES/PROSUC PPG DIREITO

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Inscrições
24/11/025
a
08/12/2025
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Bolsa CAPES/PROSUC PPG DIREITO

Doutorado Sanduíche no Exterior - PDSE

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Inscrições
28/10/2025
a
10/12/2025
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Doutorado Sanduíche no Exterior - PDSE

Ingresso PPGD - 2026/1

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Inscrições
22/12/2025
a
17/02/2026
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40%
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Ingresso PPGD - 2026/1

Aluno Especial

A modalidade de ingresso denominada Aluno Especial destina-se aos interessados em cursar componentes curriculares isolados nos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu, sem vínculo regular. Por meio desta modalidade o candidato pode aprofundar conhecimentos abordados em componentes curriculares específicos e aproximar-se do Programa de Pós-graduação (Mestrado ou Doutorado) no qual deseja ingressar futuramente como aluno regular para conhecer a proposta, os docentes e estudantes e iniciar o processo de construção de sua proposta de pesquisa para participação no processo seletivo regular, posteriormente, tendo a possibilidade de aproveitar os créditos cursados como aluno especial.  

O ingresso como aluno especial poderá ser realizado em componentes curriculares que disponibilizam vagas para esta modalidade de matrícula nos Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em:

  • Direito (Mestrado e Doutorado)
  • Educação (Mestrado e Doutorado)
  • Memória Social e Bens Culturais (Mestrado e Doutorado)
  • Saúde e Desenvolvimento Humano (Mestrado e Doutorado)

Para inscrição nos Cursos de Mestrado, o candidato deve possuir diploma de curso de graduação.

Confira as Normas de Ingresso
PPG

Mestrado

Sobre o Mestrado

O Mestrado em Direito contempla:

Sobre o curso: 28 créditos, divididos em 07 de disciplinas obrigatórias, 14 em créditos eletivos, 04 em orientação de trabalho final e 03 em disciplina obrigatória da Linha de Pesquisa;
Proficiência em idioma estrangeiro: realização de prova básica de língua estrangeira, podendo ser inglês, espanhol, italiano, francês e alemão.
Qualificação do projeto de dissertação: realizada até o prazo máximo de 12 (doze) meses, contados a partir da data de início do primeiro período letivo em que o aluno se matriculou, tendo cumprido todos os créditos das disciplinas obrigatórias.
Dissertação aprovada em defesa pública: realizada no período máximo de 24 (vinte e quatro) meses, contados a partir da data de início do primeiro período letivo em que o aluno se matriculou.
Aluno/a especial: não sendo regular, está matriculado/a em uma ou mais disciplinas oferecidas pelo Programa, em até 8 créditos de disciplinas eletivas nesta condição, podendo cursar no máximo 2 (duas) disciplinas concomitantes. Quando o/a aluno/a ingressar oficialmente no curso, obterá aproveitamento de disciplina(s) cursada(s).

Matriz Curricular

São 28 créditos, divididos em:

a) 07 créditos de disciplinas Obrigatórias Comuns


b) 14 créditos de disciplinas Eletivas Comuns

c) 04 créditos de Orientação de Dissertação


d) 03 créditos de disciplina Obrigatória a sua Linha de Pesquisa

Disciplina
Carga Horária
Mestrado
Mestrado e Doutorado
Doutorado
Ementa

Introdução ao pluralismo: pressupostos metodológicos e sociopolíticos. Pluralidade e cultura jurídica na América Latina. Pluralismo jurídico: uma revisão histórica. Pluralismo jurídico na América Latina. Pluralismo Jurídico e Teoria Crítica. Pluralismo jurídico, interculturalidade e estudos pós-coloniais. Pluralismo, direitos emergentes e novas práticas sociojurídicas.

Bibliografia

WOLKMER, Antonio Carlos Wolkmer. Pluralismo Jurídico: Fundamentos de uma Nova Cultura no Direito. 4ed. São Paulo: Saraiva, 2015. 1° e 4° Capítulos. WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao Pensamento Jurídico Crítico. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. 1°, 2° e 3° Capítulos DUTRA, Deo Campos. história, teoría e crítica no Direito Camparado. Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, n..39, p.76-96, dez. 2018. LOSANO, Mario G. Os Grandes Sistemas Jurídicos. São Paulo: Martins. Fontes, 2007. p. 469-524. ARNAUD, André-Jean. (Dir.). Dicionário Enciclopédico de Teoria e de Sociologia do Direito. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1999 ("Cultura Jurídica Chinesa", p.205-211;"Tradição Jurídica. Budista", 804-805). BALLESTRIN, Luciana. América latina e o Giro Decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política. n° 11, Brasília, maio-agosto de 2013, pp.89-117 HERRERA FLORES, Joaquín. A (Re) invenção dos Direitos Humanos. Florianópolis; Fundação Boiteux, 2009. WOLKMER, Antonio Carlos; WOLKMER, Maria de Fatima S. Horizontes Contemporâneos do Direito na América Latina: Pluralismo, Buen vivir, Bens Comuns e Princípio do "Comum". Criciúma; EDIUNESC, 2020.

Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o projeto para realização do exame de qualificação.

Bibliografia
Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

O Pensamento Burocrático do Estado Moderno. Análise da Estrutura Burocrática. A Concepção Tutelar de Poder. Raízes Patrimoniais da Dominação na América Latina. Ação Social e Formas de Dominação. Dominação Racional-Legal. Divisão de Poderes e Partidos Políticos na Estrutura de Dominação. Campo Jurídico e Racionalização Formal e Material do Direito. Administração e Pluralismo jurídico.

Bibliografia

BOURDIEU, Pierre. Meditações Pascalianas: Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006. BOURDIEU, Pierre. Sobre o Estado. São Paulo: Cia. das Letras, 2014. BURDEAU, George. O Estado. São Paulo: Martins Fontes, 2005. CASSESE, Sabino. Governare gli Italiani. Storia dello Stato. Bologna: II Mulino, 2014. CHEVALLIER, Jacques. O Estado de Direito. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2013. DU GAY, Paul. En Elogio de la Burocracia. Weber - Organización - Ética. Espanha: Siglo XXI, 2012. DURAN, Patrice. Penser L'Action Publique. Paris: LGDJ, 2010. NIETO GARCIA, Alejandro. El Pensamiento Burocrático. Granada: Editorial Comares, 2002. O'DONNELL, Guillermo. El Estado Autoritario. 1. ed. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2009. RUANO DE LA FUENTE, Yolanda. Racionalidad y Conciencia Trágica. La Modernidad según Max Weber. Madrid: Trotta, 1996. SANTOS, Boaventura de Sousa. Democratizar a Democracia. Os Caminhos da Democracia Participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. TOURAINE, Alain. Qu es la Democracia? México: Fondo de Cultura Economica, 2015. WEBER, Max. Economia y Sociedad. Esbozo de sociologia comprensiva. México: Fondo de Cultura Económica, 2014. WOLKMER, Antonio Carlo. Pluralismo Jurídico: Fundamentos de uma Nova Cultura no Direito. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2015. WOLKMER, Antonio Carlos. Constitucionalismo, Descolonizacción y Pluralismo Jurídico en América Latina. Florianópolis: Aguascalientes (México): CENEJUS; Florianópolis, 2015.

Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito. Enfoque na pesquisa empírica entre Direito e Sociedade. Elementos essenciais do Projeto de Dissertação: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variável, sumário provisório, cronograma de execução, levantamento bibliográfico provisório.

Bibliografia

ADEODATO, João Maurício. Bases para uma metodologia da pesquisa em direito. Revista CEJ (Brasília), Brasília, v. 7, p. 143-150, 1998. BAPTISTA, B. G. L.. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: Kant de Lima, Roberto; Eilbaum, Lucía; Pires, Lenin.. (Org.). Conflitos, Direitos e Moralidades em Perspectiva Comparada. Conflitos, Direitos e Moralidades em Perspectiva Comparada. 1ed. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152. BITTAR, Eduardo Carlos Bianca. Metodologia da pesquisa jurídica. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012. FURASTE, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das Normas da ABNT. 16 ed. Porto Alegre: Dácti-lo-Plus, 2012. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MEZZARROBA, Orides, MONTEIRO, Cláudia Servilha. Manual de Metodologia da Pesquisa no Direito. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16. ed. São Paulo: Cultrix, 2011. LEITE, Eduardo de Oliveira. Monografia jurídica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. LEITE, Ilka Boaventura. "Questões éticas da pesquisa antropológica na interlocução com o campo jurídico". In.: VICTORA, Ceres e outros (org.). Antropologia e ética. O debate atual no Brasil. Niterói: EdUFF, 2004. (Acesso: http://www.abant.org.br/conteudo/livros/Antropologia Etica.pdf) POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (org.). A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2 ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. LAPERRIÉRE, A. A teorização enraizada (grounded theory): procedimento analítico e comparação com outras abordagens similares. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. DESLAURIES, J. A indução analítica. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. DESLAURIES, J; KÉRISIT, M. O delineamento de pesquisa qualitativa. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. PIRES, A. Amostragem e pesquisa qualitativa: ensaio teórico e metodológico. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. PIRES, A. Sobre algumas questões epistemológicas de uma metodologia geral para as ciências sociais. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2 ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.

Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito, em formato de seminário.  Enfoque na pesquisa empírica em Direito e Sociedade.  Elementos essenciais do Projeto de Tese: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variáveis, sumário provisório, cronograma de execução, orçamento.  Coleta e análise de dados.  Mapeamento de julgados, observação e entrevista.  Ética na pesquisa.

Bibliografia

CUNHA, Alexandre dos Santos, SILVA, Paulo Eduardo Alves da. (Orgs.). Pesquisa empírica em direito. Rio de Janeiro: Ipea, 2013. Disponível em http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_pesquisa_empirica_direito. pdf  DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004.  ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24 ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012.  POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16 ed. São Paulo: Cultrix, 2011.  MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil 2013.  BAPTISTA, B. G. L. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: KANT DE LIMA, Roberto; EILBAUM, Lucía; PIRES, Lenin.. (Org.). Conflitos, direitos e moralidades em perspectiva comparada. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152.  BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.  BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever. In: O trabalho do antropólogo. São Paulo/Brasília: EdUNESP/ Paralelo 15, 2000, p 17-35.  CARVALHO, Salo de. Como (não) se faz um trabalho de conclusão. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, 2013.  DAMATTA, Roberto. Trabalho de campo In: Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. . 143-173.  GOLDEMBERG, Miriam. De perto ninguém é normal: estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.  GROSSI, Miriam Pillar (Org.). Trabalho de campo e subjetividade. Florianópolis: UFSC, 1992.  POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.  HUCH, Patrice et al. (Orgs.). Experiências, dilemas e desafios do fazer etnográfico contemporâneo. Porto Alegre: UFRGS, 2010.

Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito, em formato de seminário.  Enfoque na pesquisa empírica em Direito e Sociedade.  Elementos essenciais do Projeto de Tese: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variáveis, sumário provisório, cronograma de execução, orçamento.  Coleta e análise de dados.  Mapeamento de julgados, observação e entrevista.  Ética na pesquisa.

Bibliografia

CUNHA, Alexandre dos Santos, SILVA, Paulo Eduardo Alves da. (Orgs.). Pesquisa empírica em direito. Rio de Janeiro: Ipea, 2013. Disponível em http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_pesquisa_empirica_direito. pdf  DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004.  ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24 ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012.  POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16 ed. São Paulo: Cultrix, 2011.  MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil 2013.  BAPTISTA, B. G. L. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: KANT DE LIMA, Roberto; EILBAUM, Lucía; PIRES, Lenin.. (Org.). Conflitos, direitos e moralidades em perspectiva comparada. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152.  BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.  BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever. In: O trabalho do antropólogo. São Paulo/Brasília: EdUNESP/ Paralelo 15, 2000, p 17-35.  CARVALHO, Salo de. Como (não) se faz um trabalho de conclusão. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, 2013.  DAMATTA, Roberto. Trabalho de campo In: Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. . 143-173.  GOLDEMBERG, Miriam. De perto ninguém é normal: estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.  GROSSI, Miriam Pillar (Org.). Trabalho de campo e subjetividade. Florianópolis: UFSC, 1992.  POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.  HUCH, Patrice et al. (Orgs.). Experiências, dilemas e desafios do fazer etnográfico contemporâneo. Porto Alegre: UFRGS, 2010.

Ementa

Obrigatoriedade de Produção Intelectual Minima para conclusão dos créditos prevista no Regimento do Mestrado ou a realização do Doutorado Sanduíche. Quanto à produção intelectual é necessário comprovar por meio de certificado, a apresentação de trabalho em dois eventos do CONPEDI, uma apresentação de trabalho no Sociology of Law, uma apresentação em um evento nacional ou internacional e a publicação ou a submissão de dois artigos qualis A1 ou A2 em conjunto com o seu orientador.

Bibliografia
Ementa

Teorias Sistêmicas da Sociedade. Funcionalismo e Teoria sistêmica: estrutural-funcionalismo e funcionalismo-estrutural. Direito e Funcionalismo-Estrutural. Teoria Geral dos Sistemas Autopoiéticos. Teoria dos Sistemas Sociais Autopoiéticos Aplicada ao Direito. O Direito como Sistema Parcial do Sistema Social. Subsistemas Parciais do Direito. Diferenciação Funcional e Países Periféricos. Sociologia das Constituições.

Bibliografia

KING, Michael; SCHWARTZ, Germano; ROCHA, Leonel Severo. A verdade sobre a autopoise no direito. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009. LUHMANN, Niklas. La sociedad de la sociedad. México: Herder, 2007. LUHMANN, Niklas. O direito da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2016. ROCHA, Leonel Severo; SCHWARTZ, Germano; CLAM, Jean. Introdução à teoria do sistema autopoiético do direito. 2. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2013. TEUBNER, Gunther. O direito como sistema autopoiético. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1987. BERTALANFFY, Ludwig Won. Teoria general de sistemas. 10 ed. México: FCE, 1995. CANOTILHO, José Joaquim Gomes. "Brancosos" e interconstitucionalidade: itinerários dos discursos sobre a historicidade constitucional. Coimbra: Almedina, 2012. CLAM, Jean. Questões fundamentais de uma teoria da sociedade: contingência, paradoxo, sóefetuação. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2005. FEBBRAJO, Alberto. Sociologia do constitucionalismo: constituição e teoria dos sistemas. Curitiba: Juruá, 2016. FISCHER-LESCANO, Andreas; Moller, Kolja. Transnationalization of Social Rights. London: Intersentia, 2016. LUHMANN, Niklas. Legitimação pelo procedimento. Brasília: Editora da Unb, 1985. LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito I e II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983. LUHMANN, Niklas. Teoria general de sistemas. México: Herder, 1984. MASCAREÑO, Aldo. Die Moderne Lateinmaerikas. Bielefeld: Verlag, 2012. NEVES, Marcelo. Transconstitucionalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2012. PARSONS, Talcott. O sistema das sociedades modernas. São Paulo: Pioneira, 1974. PRIBÁN, Jiri; SCHWARTZ, Germano; ROCHA, Leonel Severo. Sociologia sistêmicoautopoiética das constituições. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015. SCHWARTZ, Germano (Org). Juridicização das esferas sociais e fragmentação do direito na sociedade contemporânea. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012. TEUBNER, Gunther. Direito, sistema e policontexturalidade. Piracicaba: Unimep, 2005. TEUBNER, Gunther. Fragmentos constitucionais: constitucionalismo social na globalização. São Paulo: Saraiva, 2016

Ementa

Conceitos de gênero e sexualidade. Direito e teoria feminista. Direito, sexualidades e teoria QUEER. Direitos sexuais e reprodutivos. Direito e maternidade. Gênero, sexualidades e família. Violência de gênero. Direitos LGBTTT. Masculinidades.

Bibliografia

ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003. BOZON, Michel. A sociologia da sexualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2003. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988. GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Unesp, 1993 AMORÓS, Celia. Hacia una crítica de la razón patriarcal. 2. ed. Barcelona: Anthropos, 1991. BARBOSA, Regina Maria; PARKER, Richard (Orgs.). Sexualidades pelo avesso: direitos, identidades e poder. Rio de Janeiro: UERJ; São Paulo: 34, 1999. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 2 V. BUGLIONE, Samantha (Org.). Reprodução e sexualidade: uma questão de justiça. Porto Alegre: Themis; SAFE, 2002. DESCOUTURES, Virginie et al. (dirs.). Mariages et homosexualités dans le monde: l'arrangement des normes familiales. Paris: Autrement, 2008. DORA, Denise Dourado (org.). Feminino masculino: igualdade e diferença na justiça. Porto Alegre: Sulina, 1997. PARKER, Richard; BARBOSA, Regina Maria (Orgs.). Sexualidades brasileiras. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996. PATEMAN, Carole. O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993. PITCH, Tamar. Un derecho para dos: la construcción jurídica de género, sexo y sexualidad. Madrid: Trotta, 2003. RIOS, Roger Raupp. Em defesa dos direitos sexuais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007

Ementa

Conceitos de gênero e sexualidade. Direito e teoria feminista. Direito, sexualidades e teoria QUEER. Direitos sexuais e reprodutivos. Direito e maternidade. Gênero, sexualidades e família. Violência de gênero. Direitos LGBTTT. Masculinidades.

Bibliografia

ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003. BOZON, Michel. A sociologia da sexualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2003. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988. GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Unesp, 1993 AMORÓS, Celia. Hacia una crítica de la razón patriarcal. 2. ed. Barcelona: Anthropos, 1991. BARBOSA, Regina Maria; PARKER, Richard (Orgs.). Sexualidades pelo avesso: direitos, identidades e poder. Rio de Janeiro: UERJ; São Paulo: 34, 1999. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 2 V. BUGLIONE, Samantha (Org.). Reprodução e sexualidade: uma questão de justiça. Porto Alegre: Themis; SAFE, 2002. DESCOUTURES, Virginie et al. (dirs.). Mariages et homosexualités dans le monde: l'arrangement des normes familiales. Paris: Autrement, 2008. DORA, Denise Dourado (org.). Feminino masculino: igualdade e diferença na justiça. Porto Alegre: Sulina, 1997. PARKER, Richard; BARBOSA, Regina Maria (Orgs.). Sexualidades brasileiras. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996. PATEMAN, Carole. O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993. PITCH, Tamar. Un derecho para dos: la construcción jurídica de género, sexo y sexualidad. Madrid: Trotta, 2003. RIOS, Roger Raupp. Em defesa dos direitos sexuais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007

Ementa

Relações entre Sociedade e Direito. O Campo de Estudo da Sociologia do Direito. Teorias de Ordem Social e suas Implicações na compreensão do Direito. Co-evolução Sociedade e Direito. Teorias Sociais do Direito: dos clássicos aos contemporâneos.

Bibliografia

ARNAUD, André-Jean. O Direito Traído pela Filosofia. Porto Alegre: SAFE, 1991. BAUMANN, Zygmunt. Legisladores e Intérpretes. São Paulo: Zahar, 2010. BOURDIEU, Pierre; TEUBNER, Gunter. La fuerza del derecho. Bogotá: Ed. Uniandes, 2000. CAPELLER, Wanda. Relire Giddens. Entre Sociologie et Poliique. Paris: LGDJ, 2011. DERRIDA, Jacques. Força de Lei. São Paulo: Martins Fontes, 2010. FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro, Ed. Cadernos da PUC/RJ, 1974. GUIBENTIF, Pierre. Foucault, Luhmann, Habermas, Bourdieu. Une génération repense le Droit. Paris: LGDJ, 2010. HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia. v1 e v2. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. HYDÉN, Hakan. Norms Between Law and Society. Lund: Lund University, 2011. KERCHOVE, Michel Van de; OST, François. El Sistema Jurídico entre Orden y Desorden. Madrid: Servicio Publiaciones Facultad Derecho Universidad Complutense, 1999. KURCZEWSKY, Jacek. Living Sociology of Law. Warsaw: Uniwersytet Warszawski, 2010. LARSSON, Stefan. Metaphors and Norms. Lund: Lund University, 2011. LUHMANN, Niklas. El Derecho de la Sociedad. México: Herder, 1997 PEREZ, Oren TEUBNER, Gunter. Paradoxes and Inconsistencies in the Law. Oxford Hart, 2006. POGÓRECKY, Adam; LÓS, Maria. Sociologia Multidimensional. Porto: Rés Editoria, 1980

Disciplina
Carga Horária
Doutorado
Mestrado
Mestrado e Doutorado
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O Constitucionalismo na história. Formas de constitucionalismo. Constitucionalismo e neoconstitucionalismo. Características do neoconstitucionalismo. Princípios, regras e ponderação. Modelos do constitucionalismo contemporâneo: neoconstitucionalismo principialista e constitucionalismo garantista. Constitucionalismo garantista, direitos e igualdade.

Bibliografia

ACKERMAN, B. We the people. Quito, IAEN, 2014 BARBERA, A. (coord..) Le basi filosofiche del costituzionalismo. Bari: Laterza, 2007 BLANCO VALDÉS, R. El valor de la constitución. Madrid: Alianza, 1994. CADEMARTORI, L.H.; DUARTE, F.C. (org.) Constitucionalismo em debate: Uma homenagem aos 30 anos de pesquisa e docência de Sergio Cademartori. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014 (2 vols.) CARBONELL, M. (org.) Neoconstitucionalismo (s). Madrid: Trotta, 2009. CARBONELL, M. (org.) Teoría del neoconstitucionalismo. Madrid: Trotta, 2007 CARBONELL, M. (org.) El canon neoconstitucional. Madrid: Trotta, 2010. CARBONELL, M. (org.) Garantismo. Madrid: Trotta, 2009. CLAVERO, B. Happy constitution. Madrid: Trotta, 1997. CORTE CONSTITUCIONAL DE ECUADOR PARA EL PERÍODO DE TRANSICIÓN. El nuevo constitucionalismo en América Latina. 1 ed. Quito, Corte Constitucional del Ecuador, 2010. ELSTER, J; SLAGSTAD. Constitucionalismo y democracia. México, FCE, 2001. FERRAJOLI, L. Derecho y Razón. Madrid: Trotta, 1995. Los fundamentos de los derechos fundamentales. Madrid: Trotta, 2001 Derechos y garantías. Madrid: Trotta, 1999. Let al. Dos modelos de constitución. Madrid: Trotta, 2012 Principia luris. Bari: Laterza, 2007 Democracia y garantismo. Madrid: Trotta, 2008. Garantismo Madrid: Trotta, 2006. Por uma teoria dos direitos e dos bens fundamentais. Porto Alegre: Livraria do advogado, 2011. GARGARELLA, R.; NIEMBRO, R. Constitucionalismo progressista: retos y perspectivas. México, UNAM, 2016

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Evolução da organização do Poder Judiciário no Brasil, da Colônia aos nossos dias. Mirada para o Judiciário e a Justiça no campo da História e das Ciências Sociais. Compreensão da Justiça na sua interpelação tanto com poderes privados, quanto com agentes do Estado e da sociedade civil organizada, discutindo-se acessibilidade à Justiça e implicações para as garantias de cidadania das principais mudanças institucionais ocorridas no âmbito da organização Judiciária e da codificação jurídica. Percepção dos elementos centrais para a compreensão do funcionamento das diversas jurisdições e da complexidade do universo que constitui o Judiciário e a cultura institucional que o conforma. Centralidade do Judiciário no Brasil a partir da Constituição de 1988. Seminário em módulos: Colônia: 1500-1822; Império: até 1889; Primeira República: até 1930; Estado Novo: 1937-1945; Quarta República: 1945-1964; Regime Militar: 1964-1981; Abertura e Nova República: de 1981 em diante.

Bibliografia

ARANTES, Rogério Bastos. Judiciário e política no Brasil. São Paulo: Idesp: Editora Sumaré : Fapesp, 1997. ARAÚJO, José Thomaz Nabuco. Um estadista do Império. 5. ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997. AXT, Gunter. Ajuris, 60 anos. O fazer-se da magistratura gaúcha.. 1. ed. Porto Alegre: Nova Prova, 2006. v. 1. 112 р. O Judiciário e a dinâmica do sistema coronelista de poder no Rio Grande do Sul. Justiça & História, Porto Alegre, v. 4, n. 8, p. 55-118, 2004. BONAVIDES, Paulo; PAES de Andrade. História Constitucional do Brasil. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra,, 1991. CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política imperial; Teatro de Sombras: a política imperial. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ/Ed. Relume Dumará, 1996. CHALOUB, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo: Ed. Cia. das Letras, 1995. COELHO, Edmundo Campos. As profissões Imperiais. Medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999. GRIMBERG, Keila. O fiador dos brasileiros. Cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. A formação do patronato político brasileiro. 2 Vols., Rio de Janeiro: Globo, 7ª edição, 1987. FARIA, José Eduardo (org.). Direito e Justiça: a função social do Judiciário. São Paulo: Editora Ática, 1989. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. O município e o regime representativo no Brasil. 4. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 1978, 4ª ed. NEQUETE, Lenine. O Poder Judiciário no Brasil a partir da Independência. Porto Alegre: Sulina/Ajuris, 2 vols, 1973. PORTO, Walter Costa. O voto no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks, 2002. RODRIGUES, Leda Beochat. História do Supremo Tribunal Federal. Rio de Janeiro; Ed. Civilização Brasileira, 1991, 3 vols. SADEK, Maria Tereza (org.) Acesso à Justiça. São Paulo: Konrad Adenauer, 2001. SOUZA SANTOS, Boaventura de. Introdução à sociologia da administração da justiça. Revista Processo, São Paulo, (37), 1985. VALE, Osvaldo Trigueiro do. O Supremo Tribunal Federal e a instabilidade político-institucional. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1976 WEHLING, Arno & Maria José. Direito e Justiça no Brasil Colonial: o Tribunal da Relação do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:Editora Renovar, 2004. WOLKMER, Antonio Carlos. História do Direito no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1998

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Teoria Crítica da sociedade: fundamentos. Positivismo e Teoria Crítica. Método, objeto e dialética. Os dilemas da interdisciplinaridade. Teoria Crítica e Crítica do Direito. Teoria Crítica e Crítica do sistema punitivo. Teoria Crítica da Sociedade aplicada às Ciências Criminais: Criminologia Crítica. Criminologia Crítica: fundamentos, pressupostos, objeto e método. Modelos consensuais, pluralistas e conflitivos, Sociedade periférica e produção de violência. Violências estrutural, institucional, interpessoal e simbólica. Violência de Estado e formação de subjetividades violentas (personalidade autoritária). Sistema punitivo, Criminologia e fragmentação do Direito. Sistema punitivo nas sociedades periféricas. Sistema punitivo brasileiro: especificidades. Criminologia Crítica nos países periféricos. Democracia, autoritarismo e reflexos no sistema punitivo.

Bibliografia

ACHUTTI, Daniel; WEIGERT, Mariana; PALLAMOLLA, Raffaella, Carvalho, Salo. Por uma criminologia da liberdade e da não-violência. Redes, v. 8, n. 2, 2020; ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985 ADORNO, Theodor et al. La Personalidad Autoritária. Empiria: Revista de Metodología de Ciencias Sociales, n. 12, 2006 ADORNO, Theodor et al. La Personalidad Autoritária. Buenos Aires: Proyección, 1965 ADORNO, Theodor. Introdução à Sociologia. São Paulo: Unesp, 2008 ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém. São Paulo: Companhia das Letras, 1999 BENJAMIN, Walter. O Capitalismo como Religião. São Paulo: Boitempo, 2013 CAMPOS, Carmen Hein; CARVALHO, Salo. Violencia doméstica e Juizados Especiais Criminais. Revista Estudos Feministas, v. 14, 2006 CAMPOS, Carmen Hein. Criminologia Feminista: teoria feminista e crítica às criminologias. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017 CARVALHO, Salo; DUARTE, Evandro Piza. Criminologia do Preconceito: racismo e homofobia nas Ciências Criminais. São Paulo: Saraiva, 2017 CARVALHO, Salo. Antimanual de Criminologia. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2015 CARVALHO, Salo. Crítica e Contracrítica dos Movimentos de Crítica à Dogmática Jurídica. Revista Direitos e Garantias Fundamentais, v. 17, n. 1, 2016 CARVALHO, Salo. Pena e Medidas de Segurança no Direito Penal Brasileiro. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2020. CASTRO, Lola Anyiar; CODINO, Rodrigo. Manual de Criminología Sociopolítica. Buenos Aires: Ediar, 2013. FLAUZINA, Ana. Corpo Negro Caído no Chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado Brasileiro. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Brasília, Brasília, 2006 FRANKENBERG, Günter. Teoría Crítica. Academia: Revista sobre Enseñanza del Derecho, v. 09, n. 17, 2011 FROMM, Erich. Anatomia da Destrutividade Humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1987 FROMM, Erich. O Medo à Liberdade. 14. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1983 FROMM, Erich. On the Psychology of the Criminal and the Punitive Society. In: ANDERSON, Kevin; QUINNEY, Richard (ed.). Erich Fromm and Critical Criminology: beyond the punitive society. Chicago: University of Illinois Press, 2000 FROMM, Erich. The State as Educator: on the Psychology of Criminal Justice. ANDERSON, Kevin; QUINNEY, Richard (ed.). Erich Fromm and Critical Criminology: beyond the punitive society. Chicago: University of Illinois Press, 2000 GIAMBERARDINO, André. Proposições sobre o presente e o futuro da criminologia crítica no Brasil. Redes, v. 3, n. 1, 2015 HORKHEIMER, Max. Teoria Tradicional e Teoria Crítica. Benjamin, Horkheimer, Adorno & Habermas: Textos Escolhidos. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 HUGGINS, Martha K. Operários da Violência: policiais torturadores e assassinos reconstroem as atrocidades brasileiras. Brasília: UnB, 2006 MONTENEGRO, Marília. Lei Maria da Penha: uma análise criminológico-crítica. Rio de Janeiro: Revan, 2015 NEUMANN, Franz. Behemoth: the structure and practice of national socialism, 1933-1944. Chicago: Dee Publisher, 2009 NEUMANn, Franz. O Império do Direito: teoria política e sistema jurídico na sociedade moderna. São Paulo: Quartier Latin, 2013 NOBRE, Marcos. A Teoria Crítica. São Paulo: Zahar, 2014 NOBRE, Marcos (org.) Curso Livre de Teoria Crítica. 3. ed. São Paulo: Papirus, 2013 PAVARINI, Massimo. Control y Dominación. 2. ed. Madrid: Siglo XXI, 1988 PIRES, Thula. Criminalização do Racismo. Brasília: Brado Negro, 2016 SANTOS, Andre F.; SOUZA, Lucas; CARVALHO, Thiago Fabres. Aspectos simbólicos, políticos e práticos da letalidade policial no Rio de Janeiro e em São Paulo durante o Governo Bolsonaro. Redes, v. 8, n.2, 2020 ZACCONE, Orlando. Indignos de Vida. Rio de Janeiro: Revan, 2015 ZILIO, Jacson. O que resta da Criminologia Crítica. Redes, v. 3, n. 1, 2015; Zimbardo, Philip. O Efeito Lúcifer. 2. ed. São Paulo: Record, 2013.

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A disciplina aborda os principais conceitos da sociologia dos desastres e sua intersecção com a formação sistêmica de um Direito dos Desastres no Brasil.

Bibliografia

DAMACENA, Fernanda D. L. A injustiça por trás do desastre e o papel do direito na

redução da vulnerabilidade. In: FERREIRA, Heline. S. LEITE, José Rubens Morato.

Temas emergentes em jurisprudência, ética e justiça ambiental no século XXI. Prêmio

José Bonifácio de Andrade e Silva, 2016.

DAMACENA, Fernanda D. L. Direito dos Desastres e Compensação Climática no

Brasil: limites e potencialidades. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019.

VALENCIO, Norma; SIENA, Mariana (Org.). Sociologia dos Desastres: construção,

interfaces e perspectivas, Volume IV. 1. ed. São Carlos: RiMa Editora, 2014. v. IV. 379p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (outras leituras complementares poderão

ser recomendadas ao longo da disciplina:

AMARTYA, Sen; AMARTYA, Sen. The idea of justice. Penguin Books, 2009.

BERKES, Fikret. Understanding uncertainty and reducing vulnerability: lessons from

resilience thinking. Natural hazards, v. 41, n. 2, p. 283-295, 2007.

BONELLI, Maria da Glória; DAMACENA, Fernanda. et al. Challenges for

professionalism in civil defense and protection. Disaster Prevention and Management:

An International Journal, v. 31, n. 5, p. 565-580, 2022.

CHEN, James Ming. Law Among the Ruins. In: MALLOY, Robin Paul. Law and

recovery from disaster: Hurricane Katrina, v. 2, 2008. Disponível

em: https://ssrn.com/abstract=1138910. Acesso em: 02 fev. de 2021.

CHEN, Jim. Modern Disaster Theory: Evaluating Disaster Law as a Portfolio or Legal

Rules. Emory International Law Review v. 25, p. 1121-1143, 2011.

CUTTER, Susan L. Vulnerability to environmental hazards. In: CUTTER, Susan L.

Hazards, vulnerability, and environmental justice. London: Sterling, 2012.

DAMACENA, Fernanda D. L. Direito dos Desastres. Porto Alegre: Livraria do

Advogado, 2013.

DAMACENA, Fernanda Dalla Libera. Fundo de compensação e eventos extremos:

aspectos introdutórios. Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM, v. 14, n. 3, p.

34497, 2019.

DAMACENA, FERNANDA, et al. Reflexões acerca do Desastre Antropogênico, suas

DE CARVALHO, Délton W.; DAMACENA, Fernanda DL. The Role of Sustainable

Consumption and Disaster Law in Climate Risk Management. In: Sustainable

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FARBER, Daniel. Disaster law and emerging issues in Brazil. Revista de Estudos

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FARBER, Daniel. Lições do derramamento de óleo da plataforma Deepwater

Horizon. Revista de Estudos Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito, v. 6, n.

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MARCHEZINI, Victor; SAITO, Silvia; LONDE, Luciana; DAMACENA, Fernanda;

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Nacional de Proteção e Defesa Civil nos municípios brasileiros. Derbyana, v. 46, 2025.

MARCHEZINI, Victor; SAITO, Silvia; LONDE, Luciana; DAMACENA, Fernanda

Dalla Libera. Implementation Challenges of Disaster Risk Management Policies: The

Needs and Capacities of Municipal Civil Defense Units in Brazil. International Journal

of Disaster Risk Reduction, v. 119, 2025.

MARENGO, José A. O futuro clima do Brasil. Revista USP, n. 103, p. 25-32, 2014.

PEEL, Jacqueline; OSOFSKY, Hari M. A rights turn in climate change litigation?

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QUARANTELLI, Enrico Louis (Ed.). What is a disaster?: a dozen perspectives on the

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considerations on the Brazilian institutional vulnerability. Terrae, Campinas, v. 7, n. 1-2,

p. 14-21, 2010a.

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Introdução ao Direito Antidiscriminatório. O intercâmbio entre Direito, Sociedade e Antidiscriminação. Direito Antidiscriminatório e estudos coloniais e pós-coloniais. Direito Antidiscriminatório e comunidades tradicionais na América Latina. Direito Antidiscriminatório e teoria racial. Direito Antidiscriminatório e classe social. Direito Antidiscriminatório e teoria de gênero. Direito Antidiscriminatório e Sexualidades. Direito Antidiscriminatório e capacitismo. Direito Antidiscriminatório e etarismo. Direito Antidiscriminatório e pessoas em situação de rua. Corolários da discriminação no sistema de justiça. Direito Antidiscriminatório e pessoas no cárcere. Direito Antidiscriminatório e educação institucional. Direito Antidiscriminatório e remédios afirmativos.

Bibliografia

ALMEIDA, Lúcio. Breve Ensaio Jurídico sobre os Remanescentes das Comunidades dos Quilombos. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2023. ALMEIDA, Lúcio. Direito Constitucional às Cotas Raciais: a contribuição de Joaquim Nabuco. Porto Alegre: Buqui, 2015. ALMEIDA, Lúcio. Direito da Diversidade: reconhecimento moral de negras e negros brasileiros. Porto Alegre: Núria Fabris, 2020. ALMEIDA, Lúcio; CAMARGO, Rowana; ALMEIDA, Gabrielle. Estado de Direito e a Mulher Negra. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2023. ALMEIDA, Lúcio(org). Racismo Acadêmico no Brasil: desafios para um direito antidiscriminatório. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2022. ALMEIDA, Lúcio (org). Racismo Institucional: o papel das instituições no combate ao racismo. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2022. ALMEIDA, Lúcio. A ilegalidade da exigência de autodeclaração racial nos concursos públicos: abuso de poder e excesso de formalismo in: Políticas Afirmativas de Inclusão e Equidade Racial: reflexões acerca do papel dos setores público e privado. Belo Horizonte: Fórum, 2023. ALMEIDA, Sílvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Feminismos Plurais, 2021.

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Filosofia Política e Democracia Constitucional, Sistemas Políticos e Direito. A Filosofia Política e as tradições do pensamento ocidental. Conflitos entre tradições filosóficas. Concepções filosófico-políticas de justiça e os aportes jurídicos pré-modernos, modernos e contemporâneos. A crise do projeto político-jurídico da modernidade. Perspectivas estratégicas para a concretização da justiça política.

Bibliografia

AÑÓN ROIG, María José. Derechos Sociales, Cuestiones de Legalidad y de Legitimidad. Anales de la Cátedra Francisco Suárez. Departamento de Filosofía del Derecho, Universidad de Granada, v. 44, p. 15-41, 2010. BOBBIO, N. Estado, governo e sociedade. Tradução de Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, p. 53-133 FERNÁNDEZ BRAGA, Mónica. EDH, ciudadanía y formação del professorado. In: Pedagogías insurgentes para la educación en derechos humanos. Notas vitales desde la filosofia nuetro-americana. Napoli, Potenza: La Città del Sole, 2020, p. 17-54 FERRAJOLI, Luigi. A Cultura jurídica e a filosofia jurídica analítica no século XX. Organização e tradução de A. Copetti Neto et al. São Paulo: Saraiva, 2015, p. 15-72 FRASER, Nancy. Reconhecimento sem ética. Tradução de A. C. F. L. Ogando e M.P. F. Assis. Lua Nova. São Paulo, n. 70, p. 101-138 Redistribución, reconocimiento y participación: hacia un concepto integrado de justicia. In: UNESCO. Informe mundial sobre la cultura. 2000-2001. Disponível. http://www.inmujeres.gub.uy/innovaportal/file/21647/1/10_fraser2001_concepto_integrado_justicia.pdf. Acesso em: janeiro de 2020. LAVAL, C.; DARDOT, P. Común. Ensayo sobre la revolución en el siglo XXI. Barcelona: Gedisa, 2015, р. 15-67 MARINHO, Thais Alves. Além do culturalismo: uma discussão teórica sobre cultura e etnia para quilombolas. In: ALMEIDA, Maria Geralda (org.). O Território e a comunidade Kalunga: quilombos em diversos olhares. Goiania: Gráfica UFG, 2017, . 12-44 SANTOS, Boaventura de Sousa. A Difícil Democracia. Reinventar as esquerdas. São Paulo: Boitempo, 2016, p. 13-22, 117-170 La refundación del Estado y los falsos positivos. In: La refundación del Estado en America Latina. Perspectivas desde una epistemologia del Sur. Lima: IIDS; PDTG, 2010, p. 67-112 Para uma concepção Intercultural dos Direitos Humanos. Revista Crítica de Ciencias Sociais. CES, Universidade de Coimbra, v. 48, p. 67-112, junho 1997. http://www.boaventuradesousasantos.pt/media/pdfs/Concepcao_multicultural_direitos_humanos_RCCS 48.PDF. Acesso em: fevereiro de 2021 SEN, Amartya. A ideia de justiça. Tradução de D. Bottman e R. D. Mendes. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 31-186 MOUFFE, Chantal. El Retorno de lo Político. Comunidad, ciudadanía, pluralismo, democracia radical. Traducción de Marco Aurelio Galmarini. Barcelona: Paidós, 1999. p. 127-207

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O constitucionalismo em suas dimensões política e jurídica. História do Constitucionalismo: liberalismo, republicanismo e constitucionalismo social. As novas dimensões do constitucionalismo. Constitucionalismo principialista: estrutura e características. Constitucionalismo garantista: positivismo crítico e reafirmação da racionalidade jurídica. Novo constitucionalismo latino-americano: entre a ruptura e a continuidade.

Bibliografia

ACKERMAN, B. We the people. Traficantes de sueños. Quito: IAEN, 2015. CADEMARTORI, L.H.; DUARTE, F.C. (Orgs.) Constitucionalismo em debate: uma homenagem aos 30 anos de pesquisa e docência de Sergio Cademartori. (2 vols.) Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014. CADEMARTORI, D. et al (Orgs.). A construção jurídica da Unasul. Florianópolis, editora UFSC/Funjab, 2011. CARBONELL, M. (Org.) Neoconstitucionalismo(s). Madrid: Trotta, 2009. CARBONELL, M. (Org.) El canon neoconstitucional. Madrid: Trotta, 2010. CARBONELL, M. (Org.) Teoría del neoconstitucionalismo. Madrid: Trotta, 2007. CARBONELL, M.; SALAZAR, P. Garantismo. Estudios sobre el pensamiento jurídico de Luigi Ferrajoli. Madrid: Trotta, 2009. CLAVERO, B. Happy constitution. Cultura y lengua constitucionales. Madrid: Trotta, 1997. CORTE CONSTITUCIONAL DE ECUADOR PARA EL PERÍODO DE TRANSICIÓN. El nuevo constitucionalismo en América Latina. Quito: Corte Constitucional de Ecuador, 2010. FERRAJOLI, L. Democracia y garantismo. Madrid: Trotta. 2008. FERRAJOLI, L. Principia luris. Roma: Laterza, 2007. FERRAJOLI, L. La democracia a través de los derechos. Madrid: Trotta, 2014. FERRAJOLI, L. et al. Garantismo, Hermenêutica e (neo)constitucionalismo. Um debate com Luigi Ferrajoli. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012. GARGARELLA, R.; COURTIS, C. El nuevo constitucionalismo latino-americano. Promesas e interrogantes. Santiago: Asdi, 2009. GARGARELLA, R.; ORTEGA, R. (orgs.) Constitucionalismo progresista: retos y perspectivas. Un homenaje a Mark Tushnet. México: Unam, 2016. INSTITUTO INTERNACIONAL PARA LA DEMOCRACIA Y LA ASISTENCIA ELECTORAL (IDEA). La calidad de las democracias en América Latina. San José: IDEA, 2014. PETRAS, J. América Latina: Imperialismo, recolonización y resistencia. Quito: Abya-Yala, 2004. SANTOS, B.S. Refundación del Estado en América Latina. Perspectivas desde una epistemología del sur. Lima: Instituto Internacional de Derecho y Sociedad, 2010.

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pressupostos teóricos atuais para a análise da complexidade social. 1- Teoria Sistêmica de Niklas Luhmann, bem como dos principais conceitos, relacionando-os com a construção do saber jurídico na sociedade global. Para isso, o estudo de teorias sociojurídicas e das suas implicações na dogmática jurídica contemporânea compõe o ponto de referência da disciplina, além de estabelecer os limites e as possibilidades do pensamento acerca da Teoria Sistêmica. 2- Metateoria do Direito Fraterno de Eligio Resta, que a partir da perspectiva da fraternidade refletiremos sobre os desafios da construção do saber jurídico na área dos direitos humanos, no contexto da sociedade cosmopolita. 3- Zigmunt Bauman com a ideia de retrotopia, em que o autor refere a necessidade de retornarmos à noção de comunidade e a necessidade de entendermos o futuro a partir da perspectiva de diálogo com o outro e de profundo respeito aos bens comuns da humanidade. 4 Sociologia das Constituições, através do pensamento de Alberto Febbrajo nota-se uma nova abordagem para a Constituição e para a consolidação de uma sociologia das constituições.

Bibliografia

BAUMAN, Z. Retrotopia. Rio de Janeiro: Zahar, 2017. CANARIS, Claus-Wilhelm. Pensamento sistemático e conceito de sistema na ciencia do direito. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. CÁRCOVA, Carlos Maria. Derecho, literatura y conocimiento. Buenos Aires: La Ley, 2000. EHRLICH, Eugen. Fundamentos da sociologia do direito. Trad. René Ernani Gertz Brasília: Universidade de Brasília, 1986. FEBBRAJO, Alberto. Tradução MARTINI, Sandra Regina. Sociologia do Constitucionalismo: Constituição e Teoria dos Sistemas, Curitiba: Juruiá Editora, 2016. GURVITCH, Georges. Dialéctica e sociologia. Trad. Maria Stela Gonçalves Lisboa: Dom Quixote, 1971. LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de co municação. Trad. Ciro Marcondes Filho. São Paulo: Paulus, 2005. LUHMANN, Niklas. El derecho de la sociedad. Trad. Javier Nafarrete. México: Universidad Iberoamericana, 1998. LUHMANN, Niklas. Introdución a la teoría de sistemas. Trad. Javier Nafarrete. México D. F.: Antrhopos, 1996. LUHMANN, Niklas. La sociedade de la sociedad; Trad. Javier Nafarrete. México: Herder, 2007. LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito I. Trad. Gustavo Bayer. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983. LUHMANN, Niklas; DE GIORGI, Raffaele. Teoria della società. Milano: Franco Angeli, 1996. MARTINI S. R. O sistema social da saúde: conceito, limites e possibilidades, «Cad. Ibero-Amer. Dir. Sanit.», Brasília, v.3, n.1, jan./jun. 2014, pp. 68-83. MORIN, Edgar. Complexidade e ética da solidariedade. In: CASTRO, Gustavo de (coord.). Ensaios de Complexidade. 4 ed.. Porto alegre: Sulina, 2006. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciencia universal. 6. ed.. Rio de Janeiro: Record, 2001. RESTA, Eligio. O direito fraterno. 2. ed. Santa Cruz do Sul: Essere nel Mondo, 2020. RESTA, Eligio. Diritto vivente. Laterza, Bari, 2008, p. 29-30. RESTA, Eligio. Il Diritto fraterno. Roma-Bari: GLF Editori Laterza, 2004. VIAL, Sandra Regina Martini. Direito fraterno na sociedade cosmopolita. In: Revista do Instituto de Pesquisas e Estudos. v. 46, p.10-30, 2006.

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A Política e o Direito das Relações Internacionais avaliam os sujeitos da ordem jurídica internacional, salientando o papel do direito e a política frente às Relações Internacionais. Examina as normas e regras internacionais e seus impactos frente a sociedade. Regras e normas se desenvolvem e afetam o processo de tomada de decisões no plano político internacional numa variedade de contextos, incluindo a paz e a segurança coletiva internacional, as relações econômicas internacionais, os direitos humanos e o desenvolvimento internacional, meio ambiente dentre outros.

Bibliografia

ALTER, Karen. The New Terrain of International Law: Courts, Politics, Rights, Princeton: Princeton University Press, 2014. ARMSTROND, David. International Law and International Relations. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. BYERS, Michael. The Role of Law in Internacional Politics: essays in Internacional Relations and Internacional Law. Oxford: Oxford University Press, 2000. MATIAS, EDUARDO FELIPE. A Humanidade e suas Fronteiras: do estado soberano à sociedade global. São Paulo, Paz e Terra, 20 ALVES, Jose Algusto. Os Direitos Humanos como tema global. São Paulo. Perspectiva, 2015. ARNAUD, André-Jean. Globalização e Direito. Impactos nacionais e regionais e transnacionais. Rio de Janeiro. Lumen Juris. 2005 BECK, Ulrich. A Sociedade de Risco Mundial: em busca da segurança perdida. Lisboa. Edições 70. 2016 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. FARIA, E. J. Direito e Globalizacão Econômica: implicações e perspectivas. Sao Paulo. Ed. Malheiros. 2010 HABERMAS, J. A Inclusão do Outro. São Paulo. Editora Unesp. 2018. HELD. D.; MCGREW. Prós e Contras da Globalização. Rio de Janeiro. Zahar. 2001. LATOUCHE, Serge. A Ocidentalização do Mundo: ensaio sobre a significação, o alcance e os limites da uniformização planetária. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. KOSKENNIEMI, Martti. The Politics of Internacional Law. Oxford: Hart Publishing, 2011. SALDANHA. Jania. M. L. Cosmopolitismo Jurídico: teorias e práticas de um direito emergente entre globalização e mundialização. Porto Alegre. Livraria do Advogado. 2018 SMIT-REUS, Christian. The Politics of Internacional Law. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. STUENKEL. Oliver. O Mundo Pós-ocidental: potencias emergentes e a nova ordem global. Rio de Janeiro, Zahar. 2018 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. IANNI, Octavio. A sociedade Global. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014

Ementa

A Política e o Direito das Relações Internacionais avaliam os sujeitos da ordem jurídica internacional, salientando o papel do direito e a política frente às Relações Internacionais. Examina as normas e regras internacionais e seus impactos frente a sociedade. Regras e normas se desenvolvem e afetam o processo de tomada de decisões no plano político internacional numa variedade de contextos, incluindo a paz e a segurança coletiva internacional, as relações econômicas internacionais, os direitos humanos e o desenvolvimento internacional, meio ambiente dentre outros.

Bibliografia

ALTER, Karen. The New Terrain of International Law: Courts, Politics, Rights, Princeton: Princeton University Press, 2014. ARMSTROND, David. International Law and International Relations. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. BYERS, Michael. The Role of Law in Internacional Politics: essays in Internacional Relations and Internacional Law. Oxford: Oxford University Press, 2000. MATIAS, EDUARDO FELIPE. A Humanidade e suas Fronteiras: do estado soberano à sociedade global. São Paulo, Paz e Terra, 20 ALVES, Jose Algusto. Os Direitos Humanos como tema global. São Paulo. Perspectiva, 2015. ARNAUD, André-Jean. Globalização e Direito. Impactos nacionais e regionais e transnacionais. Rio de Janeiro. Lumen Juris. 2005 BECK, Ulrich. A Sociedade de Risco Mundial: em busca da segurança perdida. Lisboa. Edições 70. 2016 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. FARIA, E. J. Direito e Globalizacão Econômica: implicações e perspectivas. Sao Paulo. Ed. Malheiros. 2010 HABERMAS, J. A Inclusão do Outro. São Paulo. Editora Unesp. 2018. HELD. D.; MCGREW. Prós e Contras da Globalização. Rio de Janeiro. Zahar. 2001. LATOUCHE, Serge. A Ocidentalização do Mundo: ensaio sobre a significação, o alcance e os limites da uniformização planetária. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. KOSKENNIEMI, Martti. The Politics of Internacional Law. Oxford: Hart Publishing, 2011. SALDANHA. Jania. M. L. Cosmopolitismo Jurídico: teorias e práticas de um direito emergente entre globalização e mundialização. Porto Alegre. Livraria do Advogado. 2018 SMIT-REUS, Christian. The Politics of Internacional Law. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. STUENKEL. Oliver. O Mundo Pós-ocidental: potencias emergentes e a nova ordem global. Rio de Janeiro, Zahar. 2018 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. IANNI, Octavio. A sociedade Global. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2015

Ementa

O Poder Judiciário no terceiro milênio. A hipercomplexidade da sociedade. A velocidade das transformações sociais. Sociedade de consumo. Sociedade de Informação. Massificação das demandas judiciais. Alternativas à jurisdição. Acesso à justiça. A lei e sua aplicação e a ausência de lei.

Bibliografia

ANDREWS, Neil. O moderno processo civil: formas judiciais e alternativas de resolução de conflitos na Inglaterra. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2012. BARRY, Brian. Teorías de la justicia. Barcelona: Gedisa, 2001. CAMPBELL, Tom. La justicia: los principais debates contemporáneos. Barcelona: Gedisa, 2011. CAMPILONGO, Celso Fernandes. Política, sistema jurídico e decisão judicial. São Paulo: Editora Max Limonad, 2002. CAPELETTI, Mauro. Acesso à Justiça. Tradução de Ellen Gracie Northfleet. Porto Alegre: Fabris, 1988. CITTADINO, Gisele. Pluralismo, direito e justiça distributiva: elementos da filosofia constitucional contemporânea. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2000. ELSTER, John (org). La democracia deliberativa. Barcelona: Gedisa, 2000. FARIA, José Eduardo. O direito na economia globalizada. São Paulo: Malheiros Editores Ltda., 2004. GARGARELLA, Roberto. Las teorias de la justicia despues de Rawls. Buenos Ayres: Paidós, 1999. JEVEAUX, Geovany Cardoso (org). Uma teoria da justiça para o acesso à justiça. Rio de Janeiro: GZ Editora, 2011. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre faticidade e validade, I e II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Acesso à justiça: condicionantes legítimas e ilegítimas. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2011. NEVES, Marcelo. Entre Têmis e Leviatã: uma relação difícil: o Estado Democrático de Direito a partir e além de Luhmann e Habermas. São Paulo: Martins Fontes, 2008. RAWLS, John. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2002. SANDEL, Michael. Justiça: o que é fazer a coisa certa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. SEN, Amartya. A ideia de justiça. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. SEN, Amartya. Bienestar, justicia y mercado. Buenos Ayres: Paidos, 1997. VIANNA, Luiz Werneck (org.). A democracia e os três poderes no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, Rio de Janeiro: IUPERJ/FAPERJ, 2002.

Ementa

Historicidade criticado Constitucionalismo. Elementos de uma sociologia jurídica crítica do constitucionalismo. Constitucionalismo e Novo Constitucionalismo Latino-americano. Criticidade e Constitucionalismo contemporâneo.

Bibliografia

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 1 – 13-46.

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 3 - 93-154 /Capítulo 4 -155-215.

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 6 – 287-344.

BOCKENFORDE, Ernst Wolfgang. Estudios sobre el Estado de Derecho y Democracia. Madrid: Trotta, 2010. pp. 159-180.

BRAVO, E. E. M. ; WOLKMER, Antonio Carlos ; MACHADO, Lucas. Historicidade Crítica do Constitucionalismo Latino-Americano e Caribenho. REVISTA DIREITO E PRÁXIS, v. 8, p. 2843-2881, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rdp/v8n4/2179-8966-rdp-8-4-2843.pdf

BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução na França. Trad. José Miguel Nanni Soares. São Paulo: Edipro, 2014.

CAPELLA, Juan Ramón. Fruta prohibida. Una aproximación histórico-teorética al estudio del derecho y del estado. Madrid: Trotta, 2008. Cap. 3.

DALMAU, Ruben Martínez. El debate sobre la naturaleza del poder constituyente: elementos para uma teoría de la constitución democrática. In: DALMAU, Ruben Martínez (Org.). Teoría y práctica del poder constituyente. Valencia: Tirant to Blanch, 2014, pp. 67-119.

DIPPEL, Horst. Constitucionalismo moderno. Madrid: Marcial Pons, 2009.

DUSSEL, Enrique. Política da Libertação. História mundial e crítica. Vol. 1. Passo Fundo: Editora IFIBE, 2014, pp. 431-560.

DUSSEL, Enrique. Política de la liberación. Historia mundial y crítica. Madrid: Trotta, 2007. Cap. 11, pp. 402-558.

FERRAJOLI, Luigi. Constitucionalismo más allá del Estado. Madrid: Trotta, 2018. FIORAVANTI, Maurizio. Constitución: de la antigüedad a nuestros días. Madrid: Trotta, 2007. pp. 71-165.

FIORAVANTI, Maurizio. Constitucionalismo. Experiencias históricas y tendências actuales. Madrid: Trotta, 2014, capítulo 1.

LASSALLE, F. O Que é uma Constituição? [1862]http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/ebooks/Ferdinand%20Lassalle-1.pdf

LOEWENSTEIN, Karl. Teoría de la Constitución. Tradução: Alfredo Gallego Anabitarte – Barcelona: Ariel, 1976. pp. 149-160 / 199-205 / 213-231.

LÓPEZ MÉNDEZ, Josefina; ZALDÍVAR ABAD, Martha L. “Revolución Constituyente” en América Latina: Espina dorsal del constitucionalismo de los pueblos. In: VICIANO PASTOR, Roberto. Estudios sobre el nuevo

Ementa

Fatores de Produção da Criminalidade. Cultura e Criminalidade. Criminologia Cultural. Geografia da Lei. Urbanização e Produção do Medo. Insegurança e Risco na Urbanização.

Bibliografia

APARICIO, Julio Enrique. Sociedad y delito: el fenómeno delictivo contemporáneo: diagnóstico, imaginario, causas, propuestas: política criminal y prevenção del delito. Buenos Aires: Lumen, 2011. ARELLA, Celeste (Editores). Paisaje ciudadano, delito y percepción de la inseguridad: investigación interdisciplinaria del medio urbano. Madrid: Dykinson, 2006. BAUMAN, Zygmunt. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. BÖHM, María Laura. GUTIÉRREZ, Mariano H. (comp.). Políticas de seguridad: peligros e desafíos para la criminología del nuevo siglo. Buenos Aires: Del Puerto, 2007. DE GIORGI, Alessandro. A miséria governada através do sistema penal. Rio de Janeiro: Revan, 2006. DONZELOT, Jacques. Hacia una ciudadanía urbana? La ciudad y la igualdad de oportunidades. Buenos Aires: Nueva Visión, 2012. FRAILE, Pedro. QUIM, Bonastra. RODRÍGUEZ, Gabriela. ARELLA, Celeste (Editores). Paisaje ciudadano, delito y percepción de la inseguridad: investigación interdisciplinaria del medio urbano. Madrid: Dykinson, 2006. GREEN, Linda. Fear as a Way of Life. Cultural Anthropology, v. 9, n. 2. American Anthropological Association (May, 1994). PERETTI-WATEL, Patrick. La societé du risqué. Paris: La Découverte, 2001. ROLLERI, Osvaldo H. Delito urbarno: la degradación social y sus consecuencias. Buenos Aires: Grito Sagrado Editorial, 2006. SACCO, Vincent F. The Effects of Mass Media on Perceptions of Crime: A Reanalysis of the Issues. The Pacific Sociological Review, v. 25, n. 4. (Oct., 1982), pp. 475-493. TEUBNER, Gunther, The Transformation of Law in the Welfare State. In: Dilemmas of Law in the Welfare State. Berlin: New York: Walter de Gruyter, 1986. TEUBNER, Gunther. Direito, Sistema e Policontexturalidade. São Paulo: Unimep, 2005. WACQUANT, Loïc. Las dos caras de un gueto: ensayos sobre marginalización y penalización. Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2010. WACQUANT, Loïc. Os condenados da cidade. Rio de Janeiro: Revan, 2005. WACQUANT, Loïc. Punir os pobres: a nova gestão da miséria nos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Revan, 2003. WILTZ, C. J., Fear of Crime, Criminal Victimization and Elderly Blacks. Phylon, v. 43, n. 4. (4th Octr., 1982), p. 283-294, 1960. YOUNG, Jock. A sociedade excludente: exclusão social, criminalidade e diferença na modernidade recente. Rio de Janeiro: Revan, 2004.

Ementa

Estudo dos elementos centrais da teoria dos direitos humanos e fundamentais sob um enfoque jurídico-constitucional. Efetividade da norma constitucional a partir da viragem linguística (Constituição objetiva e Constituição viva). O protagonismo da Constituição e a jurisdição constitucional em face dos direitos humanos e fundamentais na contemporaneidade brasileira.

Bibliografia

ALEXY, Robert. Teoría de los derechos fundamentales. Madrid: Centro de Estudios Constitucionales, 1997. ALEXY, Robert. Teoria dos direitos fundamentais. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2011. ALEXY, Robert. Epílogo a la teoría de los derechos fundamentales. Revista Española deerecho Constitucional Año 22. Núm. 66. Septiembre-Diciembre 2002. Disponível em 632 =68amp;IDN=3688amp;IDA=2 ANDRADE, José Carlos Vieira de. Os direitos fundamentais na Constituição Portuguesa de 1976. 2. ed. Coimbra: Almedina, 2001. ÁVILA, Humberto. Teoria dos princípios da definição à aplicação dos princípios jurídicos. 9. ed., ampl. e atual. São Paulo: Malheiros, 2009. BARROSO, Luís Roberto. O direito constitucional e a efetividade de suas normas: limites e possibilidades da Constituição brasileira. 9. ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar, 2008. BIOSCA, Salomé Adroher; JÄÄSKELÄINEN, Federico de Montalvo; GIL-DELGADO, María Reyes Corripio; COPO, Abel B. Veiga (org.). Los avances del derecho ante los avances de la medicina. Cizur Menor (Navarra): Thomson Aranzadi, 2008. CANARIS, Claus-Wilhelm. Direitos fundamentais e Direito privado. Coimbra: Almedina, 2003. CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito constitucional e teoria da constituição. 7. ed. Coimbra [Portugual]: Almedina, 2003. CASABONA, Carlos María Romeo (org.). El convenio de derechos humanos y biomedicina. Su entrada em vigor en el ordenamento jurídico español. Granada: Comares, 2002. CASABONA, Carlos María Romeo (org.) Biotecnología, desarrollo y justicia. Granada: Comares, 2008. CHAMON JUNIOR, Lúcio Antônio. Filosofia do direito na alta modernidade: incursões teóricas em Kelsen, Luhmann e Habermas. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005. DÍEZ FERNÁNDEZ, José Antonio. Los comités nacionales de bioética. Legislación internacional y regulação en la nueva ley sobre investigación biomédica. Granada: Comares, 2007. DELFOSSE, Marie-Luce, PARIZEAU, Marie-Helène, AMANN, Jean-Paul (org.) La recherche clinique avec les enfants: à la croisée de l'éthique et du droit. Belgique, France, Québec. Québec: PUL, 2009. DOMÉNECH-PASCUAL, Gabriel. Derechos Fundamentales y Riesgos Tecnológicos. Madrid: Centro de Estudios Políticos y Constitucionales, 2006. ESTEVE PARDO, José. El desconcierto del Leviatán. Política y derecho ante las incertidumbres de la ciencia. Madrid: Marcial Pons, 2009. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método. v. 1. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método. v. 2. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. GROS ESPIELL, Hector, MICHAUD, Jean; TEBOUL, Gérard, AZOUX-BACRIE, Laurence (dir.). Convention sur les droits de l'homme et la biomédecine. Analyses et commentaires. Paris: Economica, 2010. HABERMAS, Jürgen. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Edições Loyola, 2002. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia. Entre facticidade e validade. Volume I. Tempo brasileiro: Rio de Janeiro, 1997. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia. Entre facticidade e validade. Volume II. Tempo brasileiro: Rio de Janeiro, 1997. Jürgen. Direito e moral. Tradução de Sandra Lippert. Lisboa: Instituto Piaget, 1992. NOVAIS, Jorge Reis. As restrições aos direitos fundamentais não expressamente autorizadas pela constituição. 2. ed. Coimbra: Coimbra Editora, 2010. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "A concretização de políticas públicas pelo judiciário no período de pandemia: Análise da decisão que determinou o fornecimento de equipamentos preventivos para os policiais no Rio Grande do Sul". In: A crise sanitária vista pelo direito: desde o PPG/Unilasalle sobre o COVID-19. Diógenes Vicente Hassan Ribeiro, Daniel Silva Achutti, organizadores. Canoas/RS: Editora Unilasalle, 2020a p. 37-43. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "A excepcionalidade constitucional e democrática da concretização de políticas públicas pelo judiciário no Brasil: Análise da decisão que determinou o fornecimento de materiais de prevenção para servidores públicos em face da pandemia do coronavírus". In: Políticas Públicas no Brasil: ensaios para uma gestão pública voltada à tutela dos Direitos Humanos. Organizado por Anderson Vichinkeski Teixeira, Marcelo Dias Jaques, Giancarlo Montagner Copelli. - Blumenau/SC: Editora Dom Modesto, 2020b. 494 p. v.2, t.1, p. 117-136. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "Facetas da jurisdição: da justiça greco-romana à aplicação positivista da lei". Revista da AJURIS, Porto Alegre, v. 46, n. 147, Dezembro, 2019, p. 197-225. SÁNCHEZ-CARO, Javier, ABELLÁN, Fernando. Investigación Biomédica en España. Aspectos Bioéticos, Jurídicos y Científicos. Granada: Comares, 2007. SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais: uma teoria geral dos direitos fundamentais na perspectiva constitucional. 10. ed. rev. atual e ampl. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009. SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das normas constitucionais. 6. ed. São Paulo: Malheiros, 2003. STRECK, Lenio Luiz. Jurisdição Constitucional e hermenêutica. Uma nova crítica do direito. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002 (p. 27-58). STRECK, Lenio Luiz. O que é isto: Decido conforme minha consciência. 5. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015. VALLEJO, Pilar Rivas; VALVERDE, María D. García (org.). Derecho y Medicina. Cuestiones jurídicas para profesionales de la salud. Cizur Menor: Thomson Reuters: Aranzadi, 2009.

Ementa

Direitos Humanos. Aspectos Sócio Jurídicos. Perspectiva histórica (documentos e gerações; Tratados). Cidadania. Proteção internacional dos direitos humanos no âmbito nacional, regional e universal (órgãos e sistemas). Proteção dos direitos humanos na Constituição de 1988. Direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Direitos Humanos hoje no Brasil. Direito Internacional. Questão Racial. Questão Indígena. Orientação Sexual. Polícia e prisões.

Bibliografia

A lista de bibliografia para esta disciplina é extensa e abrange várias páginas do documento, começando em e continuando por

Ementa

Seminário de conteúdo variável cuja ementa é definida no ano anterior à sua oferta.

Bibliografia

Bibliografia que varia de acordo com a ementa definida em ano anterior prévio à oferta da disciplina.

Proficiência em língua estrangeira

- Prazo máximo: 12 meses.


- Orientação para o Exame de Proficiência: Este Exame é uma exigência da CAPES e está previsto pelos art. 41 e 42 do Regulamento da Pós-graduação da Universidade La Salle (Resolução CONSUN n.º 667/14).

Banca de qualificação do projeto de dissertação

- Prazo máximo: 12 meses;


- Requisito: ter cursado todos os créditos das disciplinas obrigatórias; e ter sido aprovado em Exame de Proficiência em idioma estrangeiro.

Banca de defesa pública de Dissertação:

- Prazo máximo: 24 meses;


- Requisito: ter completado 28 (vinte e oito) créditos relativos às disciplinas obrigatórias, eletivas, orientação de dissertação e obrigatória da sua linha de pesquisa; ter sido aprovado em Exame de Qualificação.

Aluno Especial

A modalidade de ingresso denominada Aluno Especial destina-se aos interessados em cursarem componentes curriculares isolados nos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu, sem vínculo regular. Por meio desta modalidade o candidato pode aprofundar conhecimentos abordados em componentes curriculares específicos e aproximar-se do Programa de Pós-graduação (Mestrado ou Doutorado) no qual deseja ingressar futuramente como aluno regular para conhecer a proposta, os docentes e estudantes e iniciar o processo de construção de sua proposta de pesquisa para participação no processo seletivo regular, posteriormente, tendo a possibilidade de aproveitar os créditos cursados como aluno especial.  


Horário das Aulas do Semestre 2026/1

Mestrado
Mestrado/Doutorado
Doutorado
Nível
Tipo de Turma (1)
Tipo
Característica
Nome da Disciplina
Dia da Aula 
(2)
Horário
Modalidade das Aulas (3)
Periodicidade das Aulas
Data de Início
Data de Fim
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Da Sociologia ao Direito dos Desastres
22
14h às 18h
Presencial
Quinzenais
09/03/2026
06/07/2026
Da Sociologia ao Direito dos Desastres
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Defesa do Projeto de Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Defesa do Projeto de Tese
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Elaboração e Defesa da Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Elaboração e Defesa da Tese
Mestrado
Mestrado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Orientação de Dissertação
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Híbrido
Agendar com orientador(a)
-
-
Orientação de Dissertação
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Orientação de Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Híbrido
Agendar com orientador(a)
-
-
Orientação de Tese
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Específica de Linha
Pensamento Criminológico Contemporâneo
Intensivo
14h às 18h e das 19h às 22h
Presencial
Semanais
sex. - 13/03/2026
sex. - 22/05/2026
Pensamento Criminológico Contemporâneo
Março: 13 (tarde), 19 (noite), 20 (tarde e noite), 21 (tarde), 27 (tarde) Abril: 10 (tarde), 17 (tarde), 24 (tarde) Maio: 08 (tarde), 22 (tarde)
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Referenciais Sociojurídicos e Complexidade na Sociedade Atual
23
19h às 22h
Presencial
Semanais
09/03/2026
29/06/2026
Referenciais Sociojurídicos e Complexidade na Sociedade Atual
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Seminário de Metodologia de Pesquisa em Direito e Sociedade
32
14h às 18h
Presencial
Semanais
10/03/2026
26/05/2026
Seminário de Metodologia de Pesquisa em Direito e Sociedade
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Seminário de Pesquisa Dirigida
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Seminário de Pesquisa Dirigida
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Específica de Linha
Sistemas de Justiça
32
14h às 18h
Presencial
Semanais
10/03/2026
26/05/2026
Sistemas de Justiça
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Eletiva
Sociologia do Constitucionalismo Crítico
31
09h às 12h
Presencial
Quinzenais | Março: 10, 24 Abril: 07, 28 Maio: 12, 26 Junho: 09, 23 Julho: 07, 21
10/03/2026
21/07/2026
Sociologia do Constitucionalismo Crítico
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Teoria Crítica, Direito e Sociedade
53
19h às 22h
Presencial
Semanais
12/03/2026
14/05/2026
Teoria Crítica, Direito e Sociedade
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Teorias Sociais de Gênero e Sexualidade
61
09h às 12h
Presencial
Semanais
13/03/2026
10/07/2026
Teorias Sociais de Gênero e Sexualidade
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Teorias Sociais do Direito na Contemporaneidade
71
09h às 12h
Híbrida
Semanais
14/03/2026
20/06/2026
Teorias Sociais do Direito na Contemporaneidade

Detalhamento das disciplinas ofertadas em regime intensivo:

Legenda

(1) DIA DA AULA: O 1° número indica o dia da semana (ex: 2 = segunda). O 2° número indica o turno (ex: 3 = noite). Dia da aula 43 = quarta-feira à noite ou 71 = sábado de manhã.
(2) MODALIDADE DAS AULAS - DISCIPLINAS HÍBRIDAS: Disciplina presencial com a possibilidade de encontros síncronos e da participação síncrona de estudantes e convidados de regiões distantes

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Priscila E Silva Biandaro
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Data de Defesa
27/03/2024
Egresso
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Priscila Fernandes Sabino de Araujo
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Quérla Sosin
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
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17/12/2020
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Rafael Alexandre Silveira
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
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23/02/2018
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Rafael Antochevis Moller
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Rafael Stefanow Bonotto
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Raffaella da Porciuncula Pallamolla
PROFESSOR EM INSERÇÃO
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Docente
Mestrado e Doutorado
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Raquel Cardoso Lopes
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Raquel Hochscheit
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26/08/2021
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Regis Fernando Freitas da Silva
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23/03/2021
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Renata Oerle Kautzmann
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15/12/2023
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Reynaldo Alan Castro Filho
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17/12/2018
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Ricardo Paiva Gama Talyuli
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
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25/09/2025
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Rodrigo Fuchshuber Caldas
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22/08/2023
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Rodrigo Westphalen Leusin
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18/12/2015
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Rodrigo da Silva Vernes Pinto
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Estágio Pós-Doutoral
Doutorado
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Rodrigo de Medeiros Silva
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16/08/2023
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Roger Alves Guterres
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Mestrado
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Ronaldo Barbosa de Oliveira Filho
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Data de Defesa
15/09/2025
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Ronan Batista Moreira
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31/03/2023
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Rosangela Alves dos Santos
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Rubem Bilhalva Konig
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Rénad Langamer Cardozo de Oliveira
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24/11/2025
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Saimon Sodré César
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Sandra Regina Martini
PROFESSOR PERMANENTE
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Docente
Mestrado e Doutorado
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Sergio Gonçalves Macedo Júnior
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03/03/2016
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Sheila Fonseca Kovalski
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13/12/2023
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Simone Stefani Signori
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30/06/2017
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Soraya Ferreira Petry
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Stephani Renata Gonçalves Xavier
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Data de Defesa
19/08/2022
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Susandra Dorneles Vargas
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Tainá Machado Vargas
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28/02/2020
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Tamara Jenifer Jacomelli da Silva
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Tamires de Oliveira Garcia
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
26/02/2019
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Tatiane Lemos Nascente
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Thiago Junior da Costa
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Data de Defesa
19/02/2021
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Thiago Mota Maciel
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Doutorado
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Tiago Adami Siqueira
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
13/11/2018
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Mestrado
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Tiago Bruno Bruch
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
18/12/2020
Egresso
Mestrado
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Tibiriçá Valério de Holanda Filho
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Uliana Helena Mengarda
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Doutorado
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Valdir Florisbal Jung
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
04/12/2024
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Doutorado
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Valquiria Palmira Cirolini Wendt
Data de Defesa
Discente
Doutorado
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Valquíria Palmira Cirolini Wendt
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
21/02/2017
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Mestrado
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Vanessa Brodt Martins
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
17/02/2022
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Mestrado
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Vicente João Gomes
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Data de Defesa
01/03/2019
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Wagner Casagrande
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
24/02/2022
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Welbert Junio Gomes de Freitas
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Williem da Silva Barreto Junior
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Yasmine Uequed Pitol
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
23/10/2017
Egresso
Mestrado

Investimento

Curso de Mestrado
Valores para pagamentos até o vencimento (2)
Aluno Regular
30 x R$ 2.801,89
( 3 )

( 1 ) Encargos educacionais passíveis de reajustes anuais, conforme Lei Nº 9.870, de 23 de novembro de 1999 e M.P. Nº 2.173-24, de 23 de agosto de 2001;

( 2 ) Vencimento das mensalidades no dia 10 de cada mês;

Curso de Mestrado
Valores para pagamentos até o vencimento (2)
Aluno Especial
R$ 744,86
( 3 ) (4 )

( 1 ) Encargos educacionais passíveis de reajustes anuais, conforme Lei Nº 9.870, de 23 de novembro de 1999 e M.P. Nº 2.173-24, de 23 de agosto de 2001;

( 2 ) Vencimento das mensalidades no dia 10 de cada mês. Os alunos matriculados nos cursos de Mestrado, na modalidade Aluno Especial em 2025 podem receber o desconto especial promocional de 30%, condicionado ao pagamento de cada mensalidade até a data do vencimento.

( 3 ) Valores líquidos já deduzidos os incentivos de acordo com a política de descontos mencionada no item ( 2 ), condicionada ao pagamento da mensalidade até a data do vencimento. Valor de referência da parcela após o vencimento é de R$ 1003,86;

( 4 ) Valor do crédito unitário semestral para alunos especiais. Para cada quatro créditos cursados e pagos no semestre, será deduzido o valor correspondente a 1 (uma) das 30 (trinta) parcelas a serem pagas para a conclusão do investimento no Mestrado, sendo que este valor só poderá ser debitado nas parcelas regulares a partir da aprovação do ingresso do aluno no Mestrado.

PPG

Doutorado

Sobre o Doutorado

O Doutorado em Direito contempla:

O curso: 32 créditos, divididos em 09 de disciplinas obrigatórias, 06 em créditos eletivos, 06 de Seminários Temáticos da Linha de Pesquisa, 03 de Seminário Temático diverso da Linha Pesquisa, 02 créditos de Seminário de Pesquisa Dirigida, 02 da Banca de Qualificação e 04 da Banca de Defesa;
Proficiência em idioma estrangeiro: realização de duas provas básicas de língua estrangeira, podendo ser inglês, espanhol, italiano, francês e alemão (possível aproveitamento de uma prova do Mestrado);
Qualificação do projeto de tese: realizado quando o/a aluno/a tiver cumprido todos os créditos das disciplinas obrigatórias e a entrega dos certificados de proficiência com a constituição de uma Banca Examinadora composta por 3 (três) professores Doutores no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) meses;
Tese com defesa pública: duração máxima é de 48 (quarenta e oito) meses, contados a partir da data de início do primeiro período letivo da matrícula. A Tese é julgada por uma Banca Examinadora composta por, no mínimo, 4 (quatro) professores doutores vinculados a Programa de Pós-graduação Stricto Sensu -  dois integrantes externos ao Programa;
Aluno/a especial: matriculado/a em uma ou mais disciplinas oferecidas pelo Programa, em até 12 créditos de disciplinas eletivas, podendo cursar no máximo 2 (duas) disciplinas concomitantes. Quando o/a aluno/a ingressar oficialmente no curso, obterá aproveitamento de disciplina(s) cursada(s).

Matriz Curricular

São 32 créditos, divididos em:

a) 09 créditos de disciplinas Obrigatórias Comuns


b) 06 créditos de disciplinas Eletivas Comuns

c) 06 créditos de Seminários Temáticos da sua Linha de Pesquisa

d) 03 créditos de Seminário Temático diverso da sua Linha de Pesquisa

e) 02 créditos de Seminário de Pesquisa Dirigida

f) 02 créditos da Banca de Qualificação do Projeto de Tese

g) 04 créditos da elaboração e Banca de Defesa de Tese

Mestrado
Mestrado e Doutorado
Disciplina
Carga Horária
Doutorado
Mestrado e Doutorado
Mestrado
Ementa

Introdução ao pluralismo: pressupostos metodológicos e sociopolíticos. Pluralidade e cultura jurídica na América Latina. Pluralismo jurídico: uma revisão histórica. Pluralismo jurídico na América Latina. Pluralismo Jurídico e Teoria Crítica. Pluralismo jurídico, interculturalidade e estudos pós-coloniais. Pluralismo, direitos emergentes e novas práticas sociojurídicas.

Bibliografia

WOLKMER, Antonio Carlos Wolkmer. Pluralismo Jurídico: Fundamentos de uma Nova Cultura no Direito. 4ed. São Paulo: Saraiva, 2015. 1° e 4° Capítulos. WOLKMER, Antonio Carlos. Introdução ao Pensamento Jurídico Crítico. 9. ed. São Paulo: Saraiva, 2015. 1°, 2° e 3° Capítulos DUTRA, Deo Campos. história, teoría e crítica no Direito Camparado. Revista da Faculdade de Direito da UFRGS, n..39, p.76-96, dez. 2018. LOSANO, Mario G. Os Grandes Sistemas Jurídicos. São Paulo: Martins. Fontes, 2007. p. 469-524. ARNAUD, André-Jean. (Dir.). Dicionário Enciclopédico de Teoria e de Sociologia do Direito. 2. ed. Rio de Janeiro: Renovar, 1999 ("Cultura Jurídica Chinesa", p.205-211;"Tradição Jurídica. Budista", 804-805). BALLESTRIN, Luciana. América latina e o Giro Decolonial. Revista Brasileira de Ciência Política. n° 11, Brasília, maio-agosto de 2013, pp.89-117 HERRERA FLORES, Joaquín. A (Re) invenção dos Direitos Humanos. Florianópolis; Fundação Boiteux, 2009. WOLKMER, Antonio Carlos; WOLKMER, Maria de Fatima S. Horizontes Contemporâneos do Direito na América Latina: Pluralismo, Buen vivir, Bens Comuns e Princípio do "Comum". Criciúma; EDIUNESC, 2020.

Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o projeto para realização do exame de qualificação.

Bibliografia
Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

O Pensamento Burocrático do Estado Moderno. Análise da Estrutura Burocrática. A Concepção Tutelar de Poder. Raízes Patrimoniais da Dominação na América Latina. Ação Social e Formas de Dominação. Dominação Racional-Legal. Divisão de Poderes e Partidos Políticos na Estrutura de Dominação. Campo Jurídico e Racionalização Formal e Material do Direito. Administração e Pluralismo jurídico.

Bibliografia

BOURDIEU, Pierre. Meditações Pascalianas: Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2001. BOURDIEU, Pierre. O Poder Simbólico. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2006. BOURDIEU, Pierre. Sobre o Estado. São Paulo: Cia. das Letras, 2014. BURDEAU, George. O Estado. São Paulo: Martins Fontes, 2005. CASSESE, Sabino. Governare gli Italiani. Storia dello Stato. Bologna: II Mulino, 2014. CHEVALLIER, Jacques. O Estado de Direito. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2013. DU GAY, Paul. En Elogio de la Burocracia. Weber - Organización - Ética. Espanha: Siglo XXI, 2012. DURAN, Patrice. Penser L'Action Publique. Paris: LGDJ, 2010. NIETO GARCIA, Alejandro. El Pensamiento Burocrático. Granada: Editorial Comares, 2002. O'DONNELL, Guillermo. El Estado Autoritario. 1. ed. Buenos Aires: Prometeo Libros, 2009. RUANO DE LA FUENTE, Yolanda. Racionalidad y Conciencia Trágica. La Modernidad según Max Weber. Madrid: Trotta, 1996. SANTOS, Boaventura de Sousa. Democratizar a Democracia. Os Caminhos da Democracia Participativa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2003. TOURAINE, Alain. Qu es la Democracia? México: Fondo de Cultura Economica, 2015. WEBER, Max. Economia y Sociedad. Esbozo de sociologia comprensiva. México: Fondo de Cultura Económica, 2014. WOLKMER, Antonio Carlo. Pluralismo Jurídico: Fundamentos de uma Nova Cultura no Direito. 4ª ed. São Paulo: Saraiva, 2015. WOLKMER, Antonio Carlos. Constitucionalismo, Descolonizacción y Pluralismo Jurídico en América Latina. Florianópolis: Aguascalientes (México): CENEJUS; Florianópolis, 2015.

Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

Encontros individuais entre orientador e orientando nos quais são discutidos o Trabalho Final. Acompanhamento e orientação para o desenvolvimento, conclusão e apresentação do trabalho.

Bibliografia
Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito. Enfoque na pesquisa empírica entre Direito e Sociedade. Elementos essenciais do Projeto de Dissertação: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variável, sumário provisório, cronograma de execução, levantamento bibliográfico provisório.

Bibliografia

ADEODATO, João Maurício. Bases para uma metodologia da pesquisa em direito. Revista CEJ (Brasília), Brasília, v. 7, p. 143-150, 1998. BAPTISTA, B. G. L.. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: Kant de Lima, Roberto; Eilbaum, Lucía; Pires, Lenin.. (Org.). Conflitos, Direitos e Moralidades em Perspectiva Comparada. Conflitos, Direitos e Moralidades em Perspectiva Comparada. 1ed. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152. BITTAR, Eduardo Carlos Bianca. Metodologia da pesquisa jurídica. 10. ed. São Paulo: Saraiva, 2012. DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004. ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24. ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012. FURASTE, Pedro Augusto. Normas Técnicas para o trabalho científico: explicitação das Normas da ABNT. 16 ed. Porto Alegre: Dácti-lo-Plus, 2012. GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2010. MEZZARROBA, Orides, MONTEIRO, Cláudia Servilha. Manual de Metodologia da Pesquisa no Direito. 5 ed. São Paulo: Saraiva, 2009. POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16. ed. São Paulo: Cultrix, 2011. LEITE, Eduardo de Oliveira. Monografia jurídica. Vol. 1. 9. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011. LEITE, Ilka Boaventura. "Questões éticas da pesquisa antropológica na interlocução com o campo jurídico". In.: VICTORA, Ceres e outros (org.). Antropologia e ética. O debate atual no Brasil. Niterói: EdUFF, 2004. (Acesso: http://www.abant.org.br/conteudo/livros/Antropologia Etica.pdf) POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (org.). A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2 ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. LAPERRIÉRE, A. A teorização enraizada (grounded theory): procedimento analítico e comparação com outras abordagens similares. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. DESLAURIES, J. A indução analítica. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa. Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. DESLAURIES, J; KÉRISIT, M. O delineamento de pesquisa qualitativa. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. PIRES, A. Amostragem e pesquisa qualitativa: ensaio teórico e metodológico. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010. PIRES, A. Sobre algumas questões epistemológicas de uma metodologia geral para as ciências sociais. In: POUPART, Jean et al. A Pesquisa Qualitativa: Enfoques Epistemológicos e Metodológicos. 2 ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.

Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito, em formato de seminário.  Enfoque na pesquisa empírica em Direito e Sociedade.  Elementos essenciais do Projeto de Tese: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variáveis, sumário provisório, cronograma de execução, orçamento.  Coleta e análise de dados.  Mapeamento de julgados, observação e entrevista.  Ética na pesquisa.

Bibliografia

CUNHA, Alexandre dos Santos, SILVA, Paulo Eduardo Alves da. (Orgs.). Pesquisa empírica em direito. Rio de Janeiro: Ipea, 2013. Disponível em http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_pesquisa_empirica_direito. pdf  DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004.  ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24 ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012.  POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16 ed. São Paulo: Cultrix, 2011.  MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil 2013.  BAPTISTA, B. G. L. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: KANT DE LIMA, Roberto; EILBAUM, Lucía; PIRES, Lenin.. (Org.). Conflitos, direitos e moralidades em perspectiva comparada. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152.  BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.  BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever. In: O trabalho do antropólogo. São Paulo/Brasília: EdUNESP/ Paralelo 15, 2000, p 17-35.  CARVALHO, Salo de. Como (não) se faz um trabalho de conclusão. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, 2013.  DAMATTA, Roberto. Trabalho de campo In: Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. . 143-173.  GOLDEMBERG, Miriam. De perto ninguém é normal: estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.  GROSSI, Miriam Pillar (Org.). Trabalho de campo e subjetividade. Florianópolis: UFSC, 1992.  POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.  HUCH, Patrice et al. (Orgs.). Experiências, dilemas e desafios do fazer etnográfico contemporâneo. Porto Alegre: UFRGS, 2010.

Ementa

Aspectos metodológicos da pesquisa em Direito, em formato de seminário.  Enfoque na pesquisa empírica em Direito e Sociedade.  Elementos essenciais do Projeto de Tese: tema, delimitação do tema, justificativa, objetivos, problema, hipótese, variáveis, sumário provisório, cronograma de execução, orçamento.  Coleta e análise de dados.  Mapeamento de julgados, observação e entrevista.  Ética na pesquisa.

Bibliografia

CUNHA, Alexandre dos Santos, SILVA, Paulo Eduardo Alves da. (Orgs.). Pesquisa empírica em direito. Rio de Janeiro: Ipea, 2013. Disponível em http://www.ipea.gov.br/agencia/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_pesquisa_empirica_direito. pdf  DEMO, Pedro. Pesquisa e construção do conhecimento: metodologia científica no caminho de Habermas. Rio de janeiro: Tempo Brasileiro, 2004.  ECO, Umberto. Como se faz uma tese. 24 ed. São Paulo: Ed. Perspectiva, 2012.  POPPER, Karl. A lógica da pesquisa científica. 16 ed. São Paulo: Cultrix, 2011.  MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 15. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil 2013.  BAPTISTA, B. G. L. A pesquisa empírica no Direito: obstáculos e contribuições. In: KANT DE LIMA, Roberto; EILBAUM, Lucía; PIRES, Lenin.. (Org.). Conflitos, direitos e moralidades em perspectiva comparada. Rio de Janeiro: Garamond Universitária, 2010, v. II, p. 127-152.  BECKER, Howard. Métodos de pesquisa em ciências sociais. São Paulo: Hucitec, 1994.  BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. CARDOSO DE OLIVEIRA, Roberto. O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escrever. In: O trabalho do antropólogo. São Paulo/Brasília: EdUNESP/ Paralelo 15, 2000, p 17-35.  CARVALHO, Salo de. Como (não) se faz um trabalho de conclusão. 2. Ed. São Paulo: Saraiva, 2013.  DAMATTA, Roberto. Trabalho de campo In: Relativizando: uma introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes, 1981. . 143-173.  GOLDEMBERG, Miriam. De perto ninguém é normal: estudos sobre corpo, sexualidade, gênero e desvio na cultura brasileira. 2. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005.  GROSSI, Miriam Pillar (Org.). Trabalho de campo e subjetividade. Florianópolis: UFSC, 1992.  POUPART, Jean, DESLAURIERS, Jean-Pierre, GROULX, Lionel-H., LAPERRIERE, Anne, MAYER, Robert, PIRES, Álvaro (Orgs.). A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. 2. ed. Petropólis, Ed. Vozes, 2010.  HUCH, Patrice et al. (Orgs.). Experiências, dilemas e desafios do fazer etnográfico contemporâneo. Porto Alegre: UFRGS, 2010.

Ementa

Obrigatoriedade de Produção Intelectual Minima para conclusão dos créditos prevista no Regimento do Mestrado ou a realização do Doutorado Sanduíche. Quanto à produção intelectual é necessário comprovar por meio de certificado, a apresentação de trabalho em dois eventos do CONPEDI, uma apresentação de trabalho no Sociology of Law, uma apresentação em um evento nacional ou internacional e a publicação ou a submissão de dois artigos qualis A1 ou A2 em conjunto com o seu orientador.

Bibliografia
Ementa

Teorias Sistêmicas da Sociedade. Funcionalismo e Teoria sistêmica: estrutural-funcionalismo e funcionalismo-estrutural. Direito e Funcionalismo-Estrutural. Teoria Geral dos Sistemas Autopoiéticos. Teoria dos Sistemas Sociais Autopoiéticos Aplicada ao Direito. O Direito como Sistema Parcial do Sistema Social. Subsistemas Parciais do Direito. Diferenciação Funcional e Países Periféricos. Sociologia das Constituições.

Bibliografia

KING, Michael; SCHWARTZ, Germano; ROCHA, Leonel Severo. A verdade sobre a autopoise no direito. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009. LUHMANN, Niklas. La sociedad de la sociedad. México: Herder, 2007. LUHMANN, Niklas. O direito da sociedade. São Paulo: Martins Fontes, 2016. ROCHA, Leonel Severo; SCHWARTZ, Germano; CLAM, Jean. Introdução à teoria do sistema autopoiético do direito. 2. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2013. TEUBNER, Gunther. O direito como sistema autopoiético. Lisboa: Calouste Gulbenkian, 1987. BERTALANFFY, Ludwig Won. Teoria general de sistemas. 10 ed. México: FCE, 1995. CANOTILHO, José Joaquim Gomes. "Brancosos" e interconstitucionalidade: itinerários dos discursos sobre a historicidade constitucional. Coimbra: Almedina, 2012. CLAM, Jean. Questões fundamentais de uma teoria da sociedade: contingência, paradoxo, sóefetuação. São Leopoldo: Editora Unisinos, 2005. FEBBRAJO, Alberto. Sociologia do constitucionalismo: constituição e teoria dos sistemas. Curitiba: Juruá, 2016. FISCHER-LESCANO, Andreas; Moller, Kolja. Transnationalization of Social Rights. London: Intersentia, 2016. LUHMANN, Niklas. Legitimação pelo procedimento. Brasília: Editora da Unb, 1985. LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito I e II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983. LUHMANN, Niklas. Teoria general de sistemas. México: Herder, 1984. MASCAREÑO, Aldo. Die Moderne Lateinmaerikas. Bielefeld: Verlag, 2012. NEVES, Marcelo. Transconstitucionalismo. São Paulo: Martins Fontes, 2012. PARSONS, Talcott. O sistema das sociedades modernas. São Paulo: Pioneira, 1974. PRIBÁN, Jiri; SCHWARTZ, Germano; ROCHA, Leonel Severo. Sociologia sistêmicoautopoiética das constituições. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015. SCHWARTZ, Germano (Org). Juridicização das esferas sociais e fragmentação do direito na sociedade contemporânea. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012. TEUBNER, Gunther. Direito, sistema e policontexturalidade. Piracicaba: Unimep, 2005. TEUBNER, Gunther. Fragmentos constitucionais: constitucionalismo social na globalização. São Paulo: Saraiva, 2016

Ementa

Conceitos de gênero e sexualidade. Direito e teoria feminista. Direito, sexualidades e teoria QUEER. Direitos sexuais e reprodutivos. Direito e maternidade. Gênero, sexualidades e família. Violência de gênero. Direitos LGBTTT. Masculinidades.

Bibliografia

ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003. BOZON, Michel. A sociologia da sexualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2003. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988. GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Unesp, 1993 AMORÓS, Celia. Hacia una crítica de la razón patriarcal. 2. ed. Barcelona: Anthropos, 1991. BARBOSA, Regina Maria; PARKER, Richard (Orgs.). Sexualidades pelo avesso: direitos, identidades e poder. Rio de Janeiro: UERJ; São Paulo: 34, 1999. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 2 V. BUGLIONE, Samantha (Org.). Reprodução e sexualidade: uma questão de justiça. Porto Alegre: Themis; SAFE, 2002. DESCOUTURES, Virginie et al. (dirs.). Mariages et homosexualités dans le monde: l'arrangement des normes familiales. Paris: Autrement, 2008. DORA, Denise Dourado (org.). Feminino masculino: igualdade e diferença na justiça. Porto Alegre: Sulina, 1997. PARKER, Richard; BARBOSA, Regina Maria (Orgs.). Sexualidades brasileiras. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996. PATEMAN, Carole. O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993. PITCH, Tamar. Un derecho para dos: la construcción jurídica de género, sexo y sexualidad. Madrid: Trotta, 2003. RIOS, Roger Raupp. Em defesa dos direitos sexuais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007

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Conceitos de gênero e sexualidade. Direito e teoria feminista. Direito, sexualidades e teoria QUEER. Direitos sexuais e reprodutivos. Direito e maternidade. Gênero, sexualidades e família. Violência de gênero. Direitos LGBTTT. Masculinidades.

Bibliografia

ROUDINESCO, Elisabeth. A família em desordem. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 2003. BOZON, Michel. A sociologia da sexualidade. Rio de Janeiro: FGV, 2004. BUTLER, Judith. Problemas de gênero. Rio de Janeiro: Editora Record, 2003. FOUCAULT, Michel. História da sexualidade I: a vontade de saber. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1988. GIDDENS, Anthony. A transformação da intimidade: sexualidade, amor e erotismo nas sociedades modernas. São Paulo: Unesp, 1993 AMORÓS, Celia. Hacia una crítica de la razón patriarcal. 2. ed. Barcelona: Anthropos, 1991. BARBOSA, Regina Maria; PARKER, Richard (Orgs.). Sexualidades pelo avesso: direitos, identidades e poder. Rio de Janeiro: UERJ; São Paulo: 34, 1999. BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. 2 V. BUGLIONE, Samantha (Org.). Reprodução e sexualidade: uma questão de justiça. Porto Alegre: Themis; SAFE, 2002. DESCOUTURES, Virginie et al. (dirs.). Mariages et homosexualités dans le monde: l'arrangement des normes familiales. Paris: Autrement, 2008. DORA, Denise Dourado (org.). Feminino masculino: igualdade e diferença na justiça. Porto Alegre: Sulina, 1997. PARKER, Richard; BARBOSA, Regina Maria (Orgs.). Sexualidades brasileiras. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996. PATEMAN, Carole. O contrato sexual. São Paulo: Paz e Terra, 1993. PITCH, Tamar. Un derecho para dos: la construcción jurídica de género, sexo y sexualidad. Madrid: Trotta, 2003. RIOS, Roger Raupp. Em defesa dos direitos sexuais. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2007

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Relações entre Sociedade e Direito. O Campo de Estudo da Sociologia do Direito. Teorias de Ordem Social e suas Implicações na compreensão do Direito. Co-evolução Sociedade e Direito. Teorias Sociais do Direito: dos clássicos aos contemporâneos.

Bibliografia

ARNAUD, André-Jean. O Direito Traído pela Filosofia. Porto Alegre: SAFE, 1991. BAUMANN, Zygmunt. Legisladores e Intérpretes. São Paulo: Zahar, 2010. BOURDIEU, Pierre; TEUBNER, Gunter. La fuerza del derecho. Bogotá: Ed. Uniandes, 2000. CAPELLER, Wanda. Relire Giddens. Entre Sociologie et Poliique. Paris: LGDJ, 2011. DERRIDA, Jacques. Força de Lei. São Paulo: Martins Fontes, 2010. FOUCAULT, Michel. A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro, Ed. Cadernos da PUC/RJ, 1974. GUIBENTIF, Pierre. Foucault, Luhmann, Habermas, Bourdieu. Une génération repense le Droit. Paris: LGDJ, 2010. HABERMAS, Jürgen. Direito e Democracia. v1 e v2. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. HYDÉN, Hakan. Norms Between Law and Society. Lund: Lund University, 2011. KERCHOVE, Michel Van de; OST, François. El Sistema Jurídico entre Orden y Desorden. Madrid: Servicio Publiaciones Facultad Derecho Universidad Complutense, 1999. KURCZEWSKY, Jacek. Living Sociology of Law. Warsaw: Uniwersytet Warszawski, 2010. LARSSON, Stefan. Metaphors and Norms. Lund: Lund University, 2011. LUHMANN, Niklas. El Derecho de la Sociedad. México: Herder, 1997 PEREZ, Oren TEUBNER, Gunter. Paradoxes and Inconsistencies in the Law. Oxford Hart, 2006. POGÓRECKY, Adam; LÓS, Maria. Sociologia Multidimensional. Porto: Rés Editoria, 1980

Disciplina
Carga Horária
Mestrado
Doutorado
Mestrado e Doutorado
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O Constitucionalismo na história. Formas de constitucionalismo. Constitucionalismo e neoconstitucionalismo. Características do neoconstitucionalismo. Princípios, regras e ponderação. Modelos do constitucionalismo contemporâneo: neoconstitucionalismo principialista e constitucionalismo garantista. Constitucionalismo garantista, direitos e igualdade.

Bibliografia

ACKERMAN, B. We the people. Quito, IAEN, 2014 BARBERA, A. (coord..) Le basi filosofiche del costituzionalismo. Bari: Laterza, 2007 BLANCO VALDÉS, R. El valor de la constitución. Madrid: Alianza, 1994. CADEMARTORI, L.H.; DUARTE, F.C. (org.) Constitucionalismo em debate: Uma homenagem aos 30 anos de pesquisa e docência de Sergio Cademartori. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014 (2 vols.) CARBONELL, M. (org.) Neoconstitucionalismo (s). Madrid: Trotta, 2009. CARBONELL, M. (org.) Teoría del neoconstitucionalismo. Madrid: Trotta, 2007 CARBONELL, M. (org.) El canon neoconstitucional. Madrid: Trotta, 2010. CARBONELL, M. (org.) Garantismo. Madrid: Trotta, 2009. CLAVERO, B. Happy constitution. Madrid: Trotta, 1997. CORTE CONSTITUCIONAL DE ECUADOR PARA EL PERÍODO DE TRANSICIÓN. El nuevo constitucionalismo en América Latina. 1 ed. Quito, Corte Constitucional del Ecuador, 2010. ELSTER, J; SLAGSTAD. Constitucionalismo y democracia. México, FCE, 2001. FERRAJOLI, L. Derecho y Razón. Madrid: Trotta, 1995. Los fundamentos de los derechos fundamentales. Madrid: Trotta, 2001 Derechos y garantías. Madrid: Trotta, 1999. Let al. Dos modelos de constitución. Madrid: Trotta, 2012 Principia luris. Bari: Laterza, 2007 Democracia y garantismo. Madrid: Trotta, 2008. Garantismo Madrid: Trotta, 2006. Por uma teoria dos direitos e dos bens fundamentais. Porto Alegre: Livraria do advogado, 2011. GARGARELLA, R.; NIEMBRO, R. Constitucionalismo progressista: retos y perspectivas. México, UNAM, 2016

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Evolução da organização do Poder Judiciário no Brasil, da Colônia aos nossos dias. Mirada para o Judiciário e a Justiça no campo da História e das Ciências Sociais. Compreensão da Justiça na sua interpelação tanto com poderes privados, quanto com agentes do Estado e da sociedade civil organizada, discutindo-se acessibilidade à Justiça e implicações para as garantias de cidadania das principais mudanças institucionais ocorridas no âmbito da organização Judiciária e da codificação jurídica. Percepção dos elementos centrais para a compreensão do funcionamento das diversas jurisdições e da complexidade do universo que constitui o Judiciário e a cultura institucional que o conforma. Centralidade do Judiciário no Brasil a partir da Constituição de 1988. Seminário em módulos: Colônia: 1500-1822; Império: até 1889; Primeira República: até 1930; Estado Novo: 1937-1945; Quarta República: 1945-1964; Regime Militar: 1964-1981; Abertura e Nova República: de 1981 em diante.

Bibliografia

ARANTES, Rogério Bastos. Judiciário e política no Brasil. São Paulo: Idesp: Editora Sumaré : Fapesp, 1997. ARAÚJO, José Thomaz Nabuco. Um estadista do Império. 5. ed. Rio de Janeiro: Topbooks, 1997. AXT, Gunter. Ajuris, 60 anos. O fazer-se da magistratura gaúcha.. 1. ed. Porto Alegre: Nova Prova, 2006. v. 1. 112 р. O Judiciário e a dinâmica do sistema coronelista de poder no Rio Grande do Sul. Justiça & História, Porto Alegre, v. 4, n. 8, p. 55-118, 2004. BONAVIDES, Paulo; PAES de Andrade. História Constitucional do Brasil. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra,, 1991. CARVALHO, José Murilo de. A Construção da Ordem: a elite política imperial; Teatro de Sombras: a política imperial. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ/Ed. Relume Dumará, 1996. CHALOUB, Sidney. Visões da liberdade. São Paulo: Ed. Cia. das Letras, 1995. COELHO, Edmundo Campos. As profissões Imperiais. Medicina, engenharia e advocacia no Rio de Janeiro 1822-1930. Rio de Janeiro: Record, 1999. GRIMBERG, Keila. O fiador dos brasileiros. Cidadania, escravidão e direito civil no tempo de Antônio Pereira Rebouças. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002. FAORO, Raymundo. Os Donos do Poder. A formação do patronato político brasileiro. 2 Vols., Rio de Janeiro: Globo, 7ª edição, 1987. FARIA, José Eduardo (org.). Direito e Justiça: a função social do Judiciário. São Paulo: Editora Ática, 1989. LEAL, Victor Nunes. Coronelismo, enxada e voto. O município e o regime representativo no Brasil. 4. ed. São Paulo: Alfa-Omega, 1978, 4ª ed. NEQUETE, Lenine. O Poder Judiciário no Brasil a partir da Independência. Porto Alegre: Sulina/Ajuris, 2 vols, 1973. PORTO, Walter Costa. O voto no Brasil. Rio de Janeiro: Topbooks, 2002. RODRIGUES, Leda Beochat. História do Supremo Tribunal Federal. Rio de Janeiro; Ed. Civilização Brasileira, 1991, 3 vols. SADEK, Maria Tereza (org.) Acesso à Justiça. São Paulo: Konrad Adenauer, 2001. SOUZA SANTOS, Boaventura de. Introdução à sociologia da administração da justiça. Revista Processo, São Paulo, (37), 1985. VALE, Osvaldo Trigueiro do. O Supremo Tribunal Federal e a instabilidade político-institucional. Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 1976 WEHLING, Arno & Maria José. Direito e Justiça no Brasil Colonial: o Tribunal da Relação do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro:Editora Renovar, 2004. WOLKMER, Antonio Carlos. História do Direito no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Forense, 1998

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Teoria Crítica da sociedade: fundamentos. Positivismo e Teoria Crítica. Método, objeto e dialética. Os dilemas da interdisciplinaridade. Teoria Crítica e Crítica do Direito. Teoria Crítica e Crítica do sistema punitivo. Teoria Crítica da Sociedade aplicada às Ciências Criminais: Criminologia Crítica. Criminologia Crítica: fundamentos, pressupostos, objeto e método. Modelos consensuais, pluralistas e conflitivos, Sociedade periférica e produção de violência. Violências estrutural, institucional, interpessoal e simbólica. Violência de Estado e formação de subjetividades violentas (personalidade autoritária). Sistema punitivo, Criminologia e fragmentação do Direito. Sistema punitivo nas sociedades periféricas. Sistema punitivo brasileiro: especificidades. Criminologia Crítica nos países periféricos. Democracia, autoritarismo e reflexos no sistema punitivo.

Bibliografia

ACHUTTI, Daniel; WEIGERT, Mariana; PALLAMOLLA, Raffaella, Carvalho, Salo. Por uma criminologia da liberdade e da não-violência. Redes, v. 8, n. 2, 2020; ADORNO, Theodor; HORKHEIMER, Max. Dialética do Esclarecimento. Rio de Janeiro: Zahar, 1985 ADORNO, Theodor et al. La Personalidad Autoritária. Empiria: Revista de Metodología de Ciencias Sociales, n. 12, 2006 ADORNO, Theodor et al. La Personalidad Autoritária. Buenos Aires: Proyección, 1965 ADORNO, Theodor. Introdução à Sociologia. São Paulo: Unesp, 2008 ARENDT, Hannah. Eichmann em Jerusalém. São Paulo: Companhia das Letras, 1999 BENJAMIN, Walter. O Capitalismo como Religião. São Paulo: Boitempo, 2013 CAMPOS, Carmen Hein; CARVALHO, Salo. Violencia doméstica e Juizados Especiais Criminais. Revista Estudos Feministas, v. 14, 2006 CAMPOS, Carmen Hein. Criminologia Feminista: teoria feminista e crítica às criminologias. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2017 CARVALHO, Salo; DUARTE, Evandro Piza. Criminologia do Preconceito: racismo e homofobia nas Ciências Criminais. São Paulo: Saraiva, 2017 CARVALHO, Salo. Antimanual de Criminologia. 6. ed. São Paulo: Saraiva, 2015 CARVALHO, Salo. Crítica e Contracrítica dos Movimentos de Crítica à Dogmática Jurídica. Revista Direitos e Garantias Fundamentais, v. 17, n. 1, 2016 CARVALHO, Salo. Pena e Medidas de Segurança no Direito Penal Brasileiro. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2020. CASTRO, Lola Anyiar; CODINO, Rodrigo. Manual de Criminología Sociopolítica. Buenos Aires: Ediar, 2013. FLAUZINA, Ana. Corpo Negro Caído no Chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado Brasileiro. Dissertação de Mestrado, Programa de Pós-Graduação em Direito da Universidade de Brasília, Brasília, 2006 FRANKENBERG, Günter. Teoría Crítica. Academia: Revista sobre Enseñanza del Derecho, v. 09, n. 17, 2011 FROMM, Erich. Anatomia da Destrutividade Humana. 2. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1987 FROMM, Erich. O Medo à Liberdade. 14. ed. Rio de Janeiro: Editora Guanabara, 1983 FROMM, Erich. On the Psychology of the Criminal and the Punitive Society. In: ANDERSON, Kevin; QUINNEY, Richard (ed.). Erich Fromm and Critical Criminology: beyond the punitive society. Chicago: University of Illinois Press, 2000 FROMM, Erich. The State as Educator: on the Psychology of Criminal Justice. ANDERSON, Kevin; QUINNEY, Richard (ed.). Erich Fromm and Critical Criminology: beyond the punitive society. Chicago: University of Illinois Press, 2000 GIAMBERARDINO, André. Proposições sobre o presente e o futuro da criminologia crítica no Brasil. Redes, v. 3, n. 1, 2015 HORKHEIMER, Max. Teoria Tradicional e Teoria Crítica. Benjamin, Horkheimer, Adorno & Habermas: Textos Escolhidos. 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1983 HUGGINS, Martha K. Operários da Violência: policiais torturadores e assassinos reconstroem as atrocidades brasileiras. Brasília: UnB, 2006 MONTENEGRO, Marília. Lei Maria da Penha: uma análise criminológico-crítica. Rio de Janeiro: Revan, 2015 NEUMANN, Franz. Behemoth: the structure and practice of national socialism, 1933-1944. Chicago: Dee Publisher, 2009 NEUMANn, Franz. O Império do Direito: teoria política e sistema jurídico na sociedade moderna. São Paulo: Quartier Latin, 2013 NOBRE, Marcos. A Teoria Crítica. São Paulo: Zahar, 2014 NOBRE, Marcos (org.) Curso Livre de Teoria Crítica. 3. ed. São Paulo: Papirus, 2013 PAVARINI, Massimo. Control y Dominación. 2. ed. Madrid: Siglo XXI, 1988 PIRES, Thula. Criminalização do Racismo. Brasília: Brado Negro, 2016 SANTOS, Andre F.; SOUZA, Lucas; CARVALHO, Thiago Fabres. Aspectos simbólicos, políticos e práticos da letalidade policial no Rio de Janeiro e em São Paulo durante o Governo Bolsonaro. Redes, v. 8, n.2, 2020 ZACCONE, Orlando. Indignos de Vida. Rio de Janeiro: Revan, 2015 ZILIO, Jacson. O que resta da Criminologia Crítica. Redes, v. 3, n. 1, 2015; Zimbardo, Philip. O Efeito Lúcifer. 2. ed. São Paulo: Record, 2013.

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A disciplina aborda os principais conceitos da sociologia dos desastres e sua intersecção com a formação sistêmica de um Direito dos Desastres no Brasil.

Bibliografia

DAMACENA, Fernanda D. L. A injustiça por trás do desastre e o papel do direito na

redução da vulnerabilidade. In: FERREIRA, Heline. S. LEITE, José Rubens Morato.

Temas emergentes em jurisprudência, ética e justiça ambiental no século XXI. Prêmio

José Bonifácio de Andrade e Silva, 2016.

DAMACENA, Fernanda D. L. Direito dos Desastres e Compensação Climática no

Brasil: limites e potencialidades. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2019.

VALENCIO, Norma; SIENA, Mariana (Org.). Sociologia dos Desastres: construção,

interfaces e perspectivas, Volume IV. 1. ed. São Carlos: RiMa Editora, 2014. v. IV. 379p.

BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR (outras leituras complementares poderão

ser recomendadas ao longo da disciplina:

AMARTYA, Sen; AMARTYA, Sen. The idea of justice. Penguin Books, 2009.

BERKES, Fikret. Understanding uncertainty and reducing vulnerability: lessons from

resilience thinking. Natural hazards, v. 41, n. 2, p. 283-295, 2007.

BONELLI, Maria da Glória; DAMACENA, Fernanda. et al. Challenges for

professionalism in civil defense and protection. Disaster Prevention and Management:

An International Journal, v. 31, n. 5, p. 565-580, 2022.

CHEN, James Ming. Law Among the Ruins. In: MALLOY, Robin Paul. Law and

recovery from disaster: Hurricane Katrina, v. 2, 2008. Disponível

em: https://ssrn.com/abstract=1138910. Acesso em: 02 fev. de 2021.

CHEN, Jim. Modern Disaster Theory: Evaluating Disaster Law as a Portfolio or Legal

Rules. Emory International Law Review v. 25, p. 1121-1143, 2011.

CUTTER, Susan L. Vulnerability to environmental hazards. In: CUTTER, Susan L.

Hazards, vulnerability, and environmental justice. London: Sterling, 2012.

DAMACENA, Fernanda D. L. Direito dos Desastres. Porto Alegre: Livraria do

Advogado, 2013.

DAMACENA, Fernanda Dalla Libera. Fundo de compensação e eventos extremos:

aspectos introdutórios. Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM, v. 14, n. 3, p.

34497, 2019.

DAMACENA, FERNANDA, et al. Reflexões acerca do Desastre Antropogênico, suas

DE CARVALHO, Délton W.; DAMACENA, Fernanda DL. The Role of Sustainable

Consumption and Disaster Law in Climate Risk Management. In: Sustainable

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DOMBROWSKY, Wolf R. Again and Again: Is a Disaster What We Call a

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DYNES, Russell R. The Dialogue Between Voltaire and Rousseau on the Lisbon

Earthquake: The Emergence of a Social Scientific View. Environmental Law Journal of

Mass emergences & Disasters, v. 18, n. 97, 2000.

FARBER, Daniel. Disaster law and emerging issues in Brazil. Revista de Estudos

Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito, v. 4, n. 1, 2012.

FARBER, Daniel. Lições do derramamento de óleo da plataforma Deepwater

Horizon. Revista de Estudos Constitucionais, Hermenêutica e Teoria do Direito, v. 6, n.

3, p. 232-245, 2014.

FARBER, Daniel. Navigating the intersection of environmental law and disaster

law. Brigham Young University Review, p. 1783-1820, 2011.

FARBER, Daniel A. Catastrophic risk, climate change, and disaster law. Asia Pacific

Journal of Environmental Law, v. 16, p. 37-54, 2013.

FARBER, Daniel A. International law, and the disaster cycle. The international law of

disaster relief, p. 7-20, 2014.

GILBERT, Claude. Studying disaster: a review of the main conceptual

tools. International Journal of Mass Emergencies and Disasters, v. 13, n. 3, p. 231-240,

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JUBILUT, Liliana Lyra et al (organizadoras). Refugiados ambientais. Roraima:

EDUFRR, 2018.

LAMEIRA, Vinicius. MUDANÇAS CLIMÁTICAS: estratégias de litigância e o papel

do judiciário no combate as causas e efeitos do aquecimento global no contexto

brasileiro. Revista do Ministério Público do Rio de Janeiro no, v. 64, p. 197, 2017.

LYSTER, Rosemary. Climate justice and disaster law. Cambridge: Cambridge

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PEEL, Jacqueline. Issues in climate change litigation. Carbon & Climate Law Review, p.

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MARCHEZINI, Victor; SAITO, Silvia; LONDE, Luciana; DAMACENA, Fernanda;

LOSSE, Eloisa. Coprodução de propostas para catalisar a implementação da Política

Nacional de Proteção e Defesa Civil nos municípios brasileiros. Derbyana, v. 46, 2025.

MARCHEZINI, Victor; SAITO, Silvia; LONDE, Luciana; DAMACENA, Fernanda

Dalla Libera. Implementation Challenges of Disaster Risk Management Policies: The

Needs and Capacities of Municipal Civil Defense Units in Brazil. International Journal

of Disaster Risk Reduction, v. 119, 2025.

MARENGO, José A. O futuro clima do Brasil. Revista USP, n. 103, p. 25-32, 2014.

PEEL, Jacqueline; OSOFSKY, Hari M. A rights turn in climate change litigation?

Transnational Environmental Law, v. 7, n.1, p. 37-67, 2018.

QUARANTELLI, Enrico L. Social aspects of disasters and their relevance to pre-disaster

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QUARANTELLI, Enrico Louis (Ed.). What is a disaster?: a dozen perspectives on the

question. Nova York: Routledge, 2005.

VALENCIO, N. Natural disasters as a symptom of a disputable development:

considerations on the Brazilian institutional vulnerability. Terrae, Campinas, v. 7, n. 1-2,

p. 14-21, 2010a.

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Introdução ao Direito Antidiscriminatório. O intercâmbio entre Direito, Sociedade e Antidiscriminação. Direito Antidiscriminatório e estudos coloniais e pós-coloniais. Direito Antidiscriminatório e comunidades tradicionais na América Latina. Direito Antidiscriminatório e teoria racial. Direito Antidiscriminatório e classe social. Direito Antidiscriminatório e teoria de gênero. Direito Antidiscriminatório e Sexualidades. Direito Antidiscriminatório e capacitismo. Direito Antidiscriminatório e etarismo. Direito Antidiscriminatório e pessoas em situação de rua. Corolários da discriminação no sistema de justiça. Direito Antidiscriminatório e pessoas no cárcere. Direito Antidiscriminatório e educação institucional. Direito Antidiscriminatório e remédios afirmativos.

Bibliografia

ALMEIDA, Lúcio. Breve Ensaio Jurídico sobre os Remanescentes das Comunidades dos Quilombos. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2023. ALMEIDA, Lúcio. Direito Constitucional às Cotas Raciais: a contribuição de Joaquim Nabuco. Porto Alegre: Buqui, 2015. ALMEIDA, Lúcio. Direito da Diversidade: reconhecimento moral de negras e negros brasileiros. Porto Alegre: Núria Fabris, 2020. ALMEIDA, Lúcio; CAMARGO, Rowana; ALMEIDA, Gabrielle. Estado de Direito e a Mulher Negra. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2023. ALMEIDA, Lúcio(org). Racismo Acadêmico no Brasil: desafios para um direito antidiscriminatório. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2022. ALMEIDA, Lúcio (org). Racismo Institucional: o papel das instituições no combate ao racismo. Porto Alegre: Clube dos Autores, 2022. ALMEIDA, Lúcio. A ilegalidade da exigência de autodeclaração racial nos concursos públicos: abuso de poder e excesso de formalismo in: Políticas Afirmativas de Inclusão e Equidade Racial: reflexões acerca do papel dos setores público e privado. Belo Horizonte: Fórum, 2023. ALMEIDA, Sílvio. Racismo Estrutural. São Paulo: Feminismos Plurais, 2021.

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Filosofia Política e Democracia Constitucional, Sistemas Políticos e Direito. A Filosofia Política e as tradições do pensamento ocidental. Conflitos entre tradições filosóficas. Concepções filosófico-políticas de justiça e os aportes jurídicos pré-modernos, modernos e contemporâneos. A crise do projeto político-jurídico da modernidade. Perspectivas estratégicas para a concretização da justiça política.

Bibliografia

AÑÓN ROIG, María José. Derechos Sociales, Cuestiones de Legalidad y de Legitimidad. Anales de la Cátedra Francisco Suárez. Departamento de Filosofía del Derecho, Universidad de Granada, v. 44, p. 15-41, 2010. BOBBIO, N. Estado, governo e sociedade. Tradução de Marco Aurélio Nogueira. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987, p. 53-133 FERNÁNDEZ BRAGA, Mónica. EDH, ciudadanía y formação del professorado. In: Pedagogías insurgentes para la educación en derechos humanos. Notas vitales desde la filosofia nuetro-americana. Napoli, Potenza: La Città del Sole, 2020, p. 17-54 FERRAJOLI, Luigi. A Cultura jurídica e a filosofia jurídica analítica no século XX. Organização e tradução de A. Copetti Neto et al. São Paulo: Saraiva, 2015, p. 15-72 FRASER, Nancy. Reconhecimento sem ética. Tradução de A. C. F. L. Ogando e M.P. F. Assis. Lua Nova. São Paulo, n. 70, p. 101-138 Redistribución, reconocimiento y participación: hacia un concepto integrado de justicia. In: UNESCO. Informe mundial sobre la cultura. 2000-2001. Disponível. http://www.inmujeres.gub.uy/innovaportal/file/21647/1/10_fraser2001_concepto_integrado_justicia.pdf. Acesso em: janeiro de 2020. LAVAL, C.; DARDOT, P. Común. Ensayo sobre la revolución en el siglo XXI. Barcelona: Gedisa, 2015, р. 15-67 MARINHO, Thais Alves. Além do culturalismo: uma discussão teórica sobre cultura e etnia para quilombolas. In: ALMEIDA, Maria Geralda (org.). O Território e a comunidade Kalunga: quilombos em diversos olhares. Goiania: Gráfica UFG, 2017, . 12-44 SANTOS, Boaventura de Sousa. A Difícil Democracia. Reinventar as esquerdas. São Paulo: Boitempo, 2016, p. 13-22, 117-170 La refundación del Estado y los falsos positivos. In: La refundación del Estado en America Latina. Perspectivas desde una epistemologia del Sur. Lima: IIDS; PDTG, 2010, p. 67-112 Para uma concepção Intercultural dos Direitos Humanos. Revista Crítica de Ciencias Sociais. CES, Universidade de Coimbra, v. 48, p. 67-112, junho 1997. http://www.boaventuradesousasantos.pt/media/pdfs/Concepcao_multicultural_direitos_humanos_RCCS 48.PDF. Acesso em: fevereiro de 2021 SEN, Amartya. A ideia de justiça. Tradução de D. Bottman e R. D. Mendes. São Paulo: Cia das Letras, 2011, p. 31-186 MOUFFE, Chantal. El Retorno de lo Político. Comunidad, ciudadanía, pluralismo, democracia radical. Traducción de Marco Aurelio Galmarini. Barcelona: Paidós, 1999. p. 127-207

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O constitucionalismo em suas dimensões política e jurídica. História do Constitucionalismo: liberalismo, republicanismo e constitucionalismo social. As novas dimensões do constitucionalismo. Constitucionalismo principialista: estrutura e características. Constitucionalismo garantista: positivismo crítico e reafirmação da racionalidade jurídica. Novo constitucionalismo latino-americano: entre a ruptura e a continuidade.

Bibliografia

ACKERMAN, B. We the people. Traficantes de sueños. Quito: IAEN, 2015. CADEMARTORI, L.H.; DUARTE, F.C. (Orgs.) Constitucionalismo em debate: uma homenagem aos 30 anos de pesquisa e docência de Sergio Cademartori. (2 vols.) Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2014. CADEMARTORI, D. et al (Orgs.). A construção jurídica da Unasul. Florianópolis, editora UFSC/Funjab, 2011. CARBONELL, M. (Org.) Neoconstitucionalismo(s). Madrid: Trotta, 2009. CARBONELL, M. (Org.) El canon neoconstitucional. Madrid: Trotta, 2010. CARBONELL, M. (Org.) Teoría del neoconstitucionalismo. Madrid: Trotta, 2007. CARBONELL, M.; SALAZAR, P. Garantismo. Estudios sobre el pensamiento jurídico de Luigi Ferrajoli. Madrid: Trotta, 2009. CLAVERO, B. Happy constitution. Cultura y lengua constitucionales. Madrid: Trotta, 1997. CORTE CONSTITUCIONAL DE ECUADOR PARA EL PERÍODO DE TRANSICIÓN. El nuevo constitucionalismo en América Latina. Quito: Corte Constitucional de Ecuador, 2010. FERRAJOLI, L. Democracia y garantismo. Madrid: Trotta. 2008. FERRAJOLI, L. Principia luris. Roma: Laterza, 2007. FERRAJOLI, L. La democracia a través de los derechos. Madrid: Trotta, 2014. FERRAJOLI, L. et al. Garantismo, Hermenêutica e (neo)constitucionalismo. Um debate com Luigi Ferrajoli. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2012. GARGARELLA, R.; COURTIS, C. El nuevo constitucionalismo latino-americano. Promesas e interrogantes. Santiago: Asdi, 2009. GARGARELLA, R.; ORTEGA, R. (orgs.) Constitucionalismo progresista: retos y perspectivas. Un homenaje a Mark Tushnet. México: Unam, 2016. INSTITUTO INTERNACIONAL PARA LA DEMOCRACIA Y LA ASISTENCIA ELECTORAL (IDEA). La calidad de las democracias en América Latina. San José: IDEA, 2014. PETRAS, J. América Latina: Imperialismo, recolonización y resistencia. Quito: Abya-Yala, 2004. SANTOS, B.S. Refundación del Estado en América Latina. Perspectivas desde una epistemología del sur. Lima: Instituto Internacional de Derecho y Sociedad, 2010.

Ementa

pressupostos teóricos atuais para a análise da complexidade social. 1- Teoria Sistêmica de Niklas Luhmann, bem como dos principais conceitos, relacionando-os com a construção do saber jurídico na sociedade global. Para isso, o estudo de teorias sociojurídicas e das suas implicações na dogmática jurídica contemporânea compõe o ponto de referência da disciplina, além de estabelecer os limites e as possibilidades do pensamento acerca da Teoria Sistêmica. 2- Metateoria do Direito Fraterno de Eligio Resta, que a partir da perspectiva da fraternidade refletiremos sobre os desafios da construção do saber jurídico na área dos direitos humanos, no contexto da sociedade cosmopolita. 3- Zigmunt Bauman com a ideia de retrotopia, em que o autor refere a necessidade de retornarmos à noção de comunidade e a necessidade de entendermos o futuro a partir da perspectiva de diálogo com o outro e de profundo respeito aos bens comuns da humanidade. 4 Sociologia das Constituições, através do pensamento de Alberto Febbrajo nota-se uma nova abordagem para a Constituição e para a consolidação de uma sociologia das constituições.

Bibliografia

BAUMAN, Z. Retrotopia. Rio de Janeiro: Zahar, 2017. CANARIS, Claus-Wilhelm. Pensamento sistemático e conceito de sistema na ciencia do direito. 3. ed. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, 2002. CÁRCOVA, Carlos Maria. Derecho, literatura y conocimiento. Buenos Aires: La Ley, 2000. EHRLICH, Eugen. Fundamentos da sociologia do direito. Trad. René Ernani Gertz Brasília: Universidade de Brasília, 1986. FEBBRAJO, Alberto. Tradução MARTINI, Sandra Regina. Sociologia do Constitucionalismo: Constituição e Teoria dos Sistemas, Curitiba: Juruiá Editora, 2016. GURVITCH, Georges. Dialéctica e sociologia. Trad. Maria Stela Gonçalves Lisboa: Dom Quixote, 1971. LUHMANN, Niklas. A realidade dos meios de co municação. Trad. Ciro Marcondes Filho. São Paulo: Paulus, 2005. LUHMANN, Niklas. El derecho de la sociedad. Trad. Javier Nafarrete. México: Universidad Iberoamericana, 1998. LUHMANN, Niklas. Introdución a la teoría de sistemas. Trad. Javier Nafarrete. México D. F.: Antrhopos, 1996. LUHMANN, Niklas. La sociedade de la sociedad; Trad. Javier Nafarrete. México: Herder, 2007. LUHMANN, Niklas. Sociologia do Direito I. Trad. Gustavo Bayer. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1983. LUHMANN, Niklas; DE GIORGI, Raffaele. Teoria della società. Milano: Franco Angeli, 1996. MARTINI S. R. O sistema social da saúde: conceito, limites e possibilidades, «Cad. Ibero-Amer. Dir. Sanit.», Brasília, v.3, n.1, jan./jun. 2014, pp. 68-83. MORIN, Edgar. Complexidade e ética da solidariedade. In: CASTRO, Gustavo de (coord.). Ensaios de Complexidade. 4 ed.. Porto alegre: Sulina, 2006. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciencia universal. 6. ed.. Rio de Janeiro: Record, 2001. RESTA, Eligio. O direito fraterno. 2. ed. Santa Cruz do Sul: Essere nel Mondo, 2020. RESTA, Eligio. Diritto vivente. Laterza, Bari, 2008, p. 29-30. RESTA, Eligio. Il Diritto fraterno. Roma-Bari: GLF Editori Laterza, 2004. VIAL, Sandra Regina Martini. Direito fraterno na sociedade cosmopolita. In: Revista do Instituto de Pesquisas e Estudos. v. 46, p.10-30, 2006.

Ementa

A Política e o Direito das Relações Internacionais avaliam os sujeitos da ordem jurídica internacional, salientando o papel do direito e a política frente às Relações Internacionais. Examina as normas e regras internacionais e seus impactos frente a sociedade. Regras e normas se desenvolvem e afetam o processo de tomada de decisões no plano político internacional numa variedade de contextos, incluindo a paz e a segurança coletiva internacional, as relações econômicas internacionais, os direitos humanos e o desenvolvimento internacional, meio ambiente dentre outros.

Bibliografia

ALTER, Karen. The New Terrain of International Law: Courts, Politics, Rights, Princeton: Princeton University Press, 2014. ARMSTROND, David. International Law and International Relations. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. BYERS, Michael. The Role of Law in Internacional Politics: essays in Internacional Relations and Internacional Law. Oxford: Oxford University Press, 2000. MATIAS, EDUARDO FELIPE. A Humanidade e suas Fronteiras: do estado soberano à sociedade global. São Paulo, Paz e Terra, 20 ALVES, Jose Algusto. Os Direitos Humanos como tema global. São Paulo. Perspectiva, 2015. ARNAUD, André-Jean. Globalização e Direito. Impactos nacionais e regionais e transnacionais. Rio de Janeiro. Lumen Juris. 2005 BECK, Ulrich. A Sociedade de Risco Mundial: em busca da segurança perdida. Lisboa. Edições 70. 2016 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. FARIA, E. J. Direito e Globalizacão Econômica: implicações e perspectivas. Sao Paulo. Ed. Malheiros. 2010 HABERMAS, J. A Inclusão do Outro. São Paulo. Editora Unesp. 2018. HELD. D.; MCGREW. Prós e Contras da Globalização. Rio de Janeiro. Zahar. 2001. LATOUCHE, Serge. A Ocidentalização do Mundo: ensaio sobre a significação, o alcance e os limites da uniformização planetária. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. KOSKENNIEMI, Martti. The Politics of Internacional Law. Oxford: Hart Publishing, 2011. SALDANHA. Jania. M. L. Cosmopolitismo Jurídico: teorias e práticas de um direito emergente entre globalização e mundialização. Porto Alegre. Livraria do Advogado. 2018 SMIT-REUS, Christian. The Politics of Internacional Law. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. STUENKEL. Oliver. O Mundo Pós-ocidental: potencias emergentes e a nova ordem global. Rio de Janeiro, Zahar. 2018 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. IANNI, Octavio. A sociedade Global. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014

Ementa

A Política e o Direito das Relações Internacionais avaliam os sujeitos da ordem jurídica internacional, salientando o papel do direito e a política frente às Relações Internacionais. Examina as normas e regras internacionais e seus impactos frente a sociedade. Regras e normas se desenvolvem e afetam o processo de tomada de decisões no plano político internacional numa variedade de contextos, incluindo a paz e a segurança coletiva internacional, as relações econômicas internacionais, os direitos humanos e o desenvolvimento internacional, meio ambiente dentre outros.

Bibliografia

ALTER, Karen. The New Terrain of International Law: Courts, Politics, Rights, Princeton: Princeton University Press, 2014. ARMSTROND, David. International Law and International Relations. 2. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2012. BYERS, Michael. The Role of Law in Internacional Politics: essays in Internacional Relations and Internacional Law. Oxford: Oxford University Press, 2000. MATIAS, EDUARDO FELIPE. A Humanidade e suas Fronteiras: do estado soberano à sociedade global. São Paulo, Paz e Terra, 20 ALVES, Jose Algusto. Os Direitos Humanos como tema global. São Paulo. Perspectiva, 2015. ARNAUD, André-Jean. Globalização e Direito. Impactos nacionais e regionais e transnacionais. Rio de Janeiro. Lumen Juris. 2005 BECK, Ulrich. A Sociedade de Risco Mundial: em busca da segurança perdida. Lisboa. Edições 70. 2016 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. FARIA, E. J. Direito e Globalizacão Econômica: implicações e perspectivas. Sao Paulo. Ed. Malheiros. 2010 HABERMAS, J. A Inclusão do Outro. São Paulo. Editora Unesp. 2018. HELD. D.; MCGREW. Prós e Contras da Globalização. Rio de Janeiro. Zahar. 2001. LATOUCHE, Serge. A Ocidentalização do Mundo: ensaio sobre a significação, o alcance e os limites da uniformização planetária. Petrópolis: Editora Vozes, 2004. KOSKENNIEMI, Martti. The Politics of Internacional Law. Oxford: Hart Publishing, 2011. SALDANHA. Jania. M. L. Cosmopolitismo Jurídico: teorias e práticas de um direito emergente entre globalização e mundialização. Porto Alegre. Livraria do Advogado. 2018 SMIT-REUS, Christian. The Politics of Internacional Law. Cambridge: Cambridge University Press, 2004. STUENKEL. Oliver. O Mundo Pós-ocidental: potencias emergentes e a nova ordem global. Rio de Janeiro, Zahar. 2018 DUNNE. Tim; REUS-SMIT, Christian. The Globalization of International Society. Oxford. Oxford Press, 2017. IANNI, Octavio. A sociedade Global. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2014. A Era do Globalismo. Rio de Janeiro. Civilização Brasileira. 2015

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O Poder Judiciário no terceiro milênio. A hipercomplexidade da sociedade. A velocidade das transformações sociais. Sociedade de consumo. Sociedade de Informação. Massificação das demandas judiciais. Alternativas à jurisdição. Acesso à justiça. A lei e sua aplicação e a ausência de lei.

Bibliografia

ANDREWS, Neil. O moderno processo civil: formas judiciais e alternativas de resolução de conflitos na Inglaterra. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2012. BARRY, Brian. Teorías de la justicia. Barcelona: Gedisa, 2001. CAMPBELL, Tom. La justicia: los principais debates contemporáneos. Barcelona: Gedisa, 2011. CAMPILONGO, Celso Fernandes. Política, sistema jurídico e decisão judicial. São Paulo: Editora Max Limonad, 2002. CAPELETTI, Mauro. Acesso à Justiça. Tradução de Ellen Gracie Northfleet. Porto Alegre: Fabris, 1988. CITTADINO, Gisele. Pluralismo, direito e justiça distributiva: elementos da filosofia constitucional contemporânea. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2000. ELSTER, John (org). La democracia deliberativa. Barcelona: Gedisa, 2000. FARIA, José Eduardo. O direito na economia globalizada. São Paulo: Malheiros Editores Ltda., 2004. GARGARELLA, Roberto. Las teorias de la justicia despues de Rawls. Buenos Ayres: Paidós, 1999. JEVEAUX, Geovany Cardoso (org). Uma teoria da justiça para o acesso à justiça. Rio de Janeiro: GZ Editora, 2011. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia: entre faticidade e validade, I e II. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1997. MANCUSO, Rodolfo de Camargo. Acesso à justiça: condicionantes legítimas e ilegítimas. São Paulo: Ed. Revista dos Tribunais, 2011. NEVES, Marcelo. Entre Têmis e Leviatã: uma relação difícil: o Estado Democrático de Direito a partir e além de Luhmann e Habermas. São Paulo: Martins Fontes, 2008. RAWLS, John. Uma teoria da justiça. São Paulo: Martins Fontes, 2002. SANDEL, Michael. Justiça: o que é fazer a coisa certa. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2011. SEN, Amartya. A ideia de justiça. São Paulo: Companhia das Letras, 2011. SEN, Amartya. Bienestar, justicia y mercado. Buenos Ayres: Paidos, 1997. VIANNA, Luiz Werneck (org.). A democracia e os três poderes no Brasil. Belo Horizonte: Editora UFMG, Rio de Janeiro: IUPERJ/FAPERJ, 2002.

Ementa

Historicidade criticado Constitucionalismo. Elementos de uma sociologia jurídica crítica do constitucionalismo. Constitucionalismo e Novo Constitucionalismo Latino-americano. Criticidade e Constitucionalismo contemporâneo.

Bibliografia

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 1 – 13-46.

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 3 - 93-154 /Capítulo 4 -155-215.

BERCOVICI, Gilberto. Soberania e constituição: para uma crítica do constitucionalismo. 2. ed. São Paulo: Quartier Latin, 2013. Capítulo 6 – 287-344.

BOCKENFORDE, Ernst Wolfgang. Estudios sobre el Estado de Derecho y Democracia. Madrid: Trotta, 2010. pp. 159-180.

BRAVO, E. E. M. ; WOLKMER, Antonio Carlos ; MACHADO, Lucas. Historicidade Crítica do Constitucionalismo Latino-Americano e Caribenho. REVISTA DIREITO E PRÁXIS, v. 8, p. 2843-2881, 2017. Disponível em: https://www.scielo.br/pdf/rdp/v8n4/2179-8966-rdp-8-4-2843.pdf

BURKE, Edmund. Reflexões sobre a revolução na França. Trad. José Miguel Nanni Soares. São Paulo: Edipro, 2014.

CAPELLA, Juan Ramón. Fruta prohibida. Una aproximación histórico-teorética al estudio del derecho y del estado. Madrid: Trotta, 2008. Cap. 3.

DALMAU, Ruben Martínez. El debate sobre la naturaleza del poder constituyente: elementos para uma teoría de la constitución democrática. In: DALMAU, Ruben Martínez (Org.). Teoría y práctica del poder constituyente. Valencia: Tirant to Blanch, 2014, pp. 67-119.

DIPPEL, Horst. Constitucionalismo moderno. Madrid: Marcial Pons, 2009.

DUSSEL, Enrique. Política da Libertação. História mundial e crítica. Vol. 1. Passo Fundo: Editora IFIBE, 2014, pp. 431-560.

DUSSEL, Enrique. Política de la liberación. Historia mundial y crítica. Madrid: Trotta, 2007. Cap. 11, pp. 402-558.

FERRAJOLI, Luigi. Constitucionalismo más allá del Estado. Madrid: Trotta, 2018. FIORAVANTI, Maurizio. Constitución: de la antigüedad a nuestros días. Madrid: Trotta, 2007. pp. 71-165.

FIORAVANTI, Maurizio. Constitucionalismo. Experiencias históricas y tendências actuales. Madrid: Trotta, 2014, capítulo 1.

LASSALLE, F. O Que é uma Constituição? [1862]http://bibliotecadigital.puc-campinas.edu.br/services/ebooks/Ferdinand%20Lassalle-1.pdf

LOEWENSTEIN, Karl. Teoría de la Constitución. Tradução: Alfredo Gallego Anabitarte – Barcelona: Ariel, 1976. pp. 149-160 / 199-205 / 213-231.

LÓPEZ MÉNDEZ, Josefina; ZALDÍVAR ABAD, Martha L. “Revolución Constituyente” en América Latina: Espina dorsal del constitucionalismo de los pueblos. In: VICIANO PASTOR, Roberto. Estudios sobre el nuevo

Ementa

Fatores de Produção da Criminalidade. Cultura e Criminalidade. Criminologia Cultural. Geografia da Lei. Urbanização e Produção do Medo. Insegurança e Risco na Urbanização.

Bibliografia

APARICIO, Julio Enrique. Sociedad y delito: el fenómeno delictivo contemporáneo: diagnóstico, imaginario, causas, propuestas: política criminal y prevenção del delito. Buenos Aires: Lumen, 2011. ARELLA, Celeste (Editores). Paisaje ciudadano, delito y percepción de la inseguridad: investigación interdisciplinaria del medio urbano. Madrid: Dykinson, 2006. BAUMAN, Zygmunt. Medo Líquido. Rio de Janeiro: Zahar, 2008. BECKER, Howard. Outsiders: estudos de sociologia do desvio. Rio de Janeiro: Zahar, 2009. BÖHM, María Laura. GUTIÉRREZ, Mariano H. (comp.). Políticas de seguridad: peligros e desafíos para la criminología del nuevo siglo. Buenos Aires: Del Puerto, 2007. DE GIORGI, Alessandro. A miséria governada através do sistema penal. Rio de Janeiro: Revan, 2006. DONZELOT, Jacques. Hacia una ciudadanía urbana? La ciudad y la igualdad de oportunidades. Buenos Aires: Nueva Visión, 2012. FRAILE, Pedro. QUIM, Bonastra. RODRÍGUEZ, Gabriela. ARELLA, Celeste (Editores). Paisaje ciudadano, delito y percepción de la inseguridad: investigación interdisciplinaria del medio urbano. Madrid: Dykinson, 2006. GREEN, Linda. Fear as a Way of Life. Cultural Anthropology, v. 9, n. 2. American Anthropological Association (May, 1994). PERETTI-WATEL, Patrick. La societé du risqué. Paris: La Découverte, 2001. ROLLERI, Osvaldo H. Delito urbarno: la degradación social y sus consecuencias. Buenos Aires: Grito Sagrado Editorial, 2006. SACCO, Vincent F. The Effects of Mass Media on Perceptions of Crime: A Reanalysis of the Issues. The Pacific Sociological Review, v. 25, n. 4. (Oct., 1982), pp. 475-493. TEUBNER, Gunther, The Transformation of Law in the Welfare State. In: Dilemmas of Law in the Welfare State. Berlin: New York: Walter de Gruyter, 1986. TEUBNER, Gunther. Direito, Sistema e Policontexturalidade. São Paulo: Unimep, 2005. WACQUANT, Loïc. Las dos caras de un gueto: ensayos sobre marginalización y penalización. Buenos Aires: Siglo Veintiuno, 2010. WACQUANT, Loïc. Os condenados da cidade. Rio de Janeiro: Revan, 2005. WACQUANT, Loïc. Punir os pobres: a nova gestão da miséria nos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Revan, 2003. WILTZ, C. J., Fear of Crime, Criminal Victimization and Elderly Blacks. Phylon, v. 43, n. 4. (4th Octr., 1982), p. 283-294, 1960. YOUNG, Jock. A sociedade excludente: exclusão social, criminalidade e diferença na modernidade recente. Rio de Janeiro: Revan, 2004.

Ementa

Estudo dos elementos centrais da teoria dos direitos humanos e fundamentais sob um enfoque jurídico-constitucional. Efetividade da norma constitucional a partir da viragem linguística (Constituição objetiva e Constituição viva). O protagonismo da Constituição e a jurisdição constitucional em face dos direitos humanos e fundamentais na contemporaneidade brasileira.

Bibliografia

ALEXY, Robert. Teoría de los derechos fundamentales. Madrid: Centro de Estudios Constitucionales, 1997. ALEXY, Robert. Teoria dos direitos fundamentais. 2. ed. São Paulo: Malheiros, 2011. ALEXY, Robert. Epílogo a la teoría de los derechos fundamentales. Revista Española deerecho Constitucional Año 22. Núm. 66. Septiembre-Diciembre 2002. Disponível em 632 =68amp;IDN=3688amp;IDA=2 ANDRADE, José Carlos Vieira de. Os direitos fundamentais na Constituição Portuguesa de 1976. 2. ed. Coimbra: Almedina, 2001. ÁVILA, Humberto. Teoria dos princípios da definição à aplicação dos princípios jurídicos. 9. ed., ampl. e atual. São Paulo: Malheiros, 2009. BARROSO, Luís Roberto. O direito constitucional e a efetividade de suas normas: limites e possibilidades da Constituição brasileira. 9. ed. Rio de Janeiro-São Paulo: Renovar, 2008. BIOSCA, Salomé Adroher; JÄÄSKELÄINEN, Federico de Montalvo; GIL-DELGADO, María Reyes Corripio; COPO, Abel B. Veiga (org.). Los avances del derecho ante los avances de la medicina. Cizur Menor (Navarra): Thomson Aranzadi, 2008. CANARIS, Claus-Wilhelm. Direitos fundamentais e Direito privado. Coimbra: Almedina, 2003. CANOTILHO, José Joaquim Gomes. Direito constitucional e teoria da constituição. 7. ed. Coimbra [Portugual]: Almedina, 2003. CASABONA, Carlos María Romeo (org.). El convenio de derechos humanos y biomedicina. Su entrada em vigor en el ordenamento jurídico español. Granada: Comares, 2002. CASABONA, Carlos María Romeo (org.) Biotecnología, desarrollo y justicia. Granada: Comares, 2008. CHAMON JUNIOR, Lúcio Antônio. Filosofia do direito na alta modernidade: incursões teóricas em Kelsen, Luhmann e Habermas. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2005. DÍEZ FERNÁNDEZ, José Antonio. Los comités nacionales de bioética. Legislación internacional y regulação en la nueva ley sobre investigación biomédica. Granada: Comares, 2007. DELFOSSE, Marie-Luce, PARIZEAU, Marie-Helène, AMANN, Jean-Paul (org.) La recherche clinique avec les enfants: à la croisée de l'éthique et du droit. Belgique, France, Québec. Québec: PUL, 2009. DOMÉNECH-PASCUAL, Gabriel. Derechos Fundamentales y Riesgos Tecnológicos. Madrid: Centro de Estudios Políticos y Constitucionales, 2006. ESTEVE PARDO, José. El desconcierto del Leviatán. Política y derecho ante las incertidumbres de la ciencia. Madrid: Marcial Pons, 2009. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método. v. 1. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 1999. GADAMER, Hans-Georg. Verdade e método. v. 2. 2. ed. Petrópolis: Vozes, 2004. GROS ESPIELL, Hector, MICHAUD, Jean; TEBOUL, Gérard, AZOUX-BACRIE, Laurence (dir.). Convention sur les droits de l'homme et la biomédecine. Analyses et commentaires. Paris: Economica, 2010. HABERMAS, Jürgen. A inclusão do outro: estudos de teoria política. São Paulo: Edições Loyola, 2002. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia. Entre facticidade e validade. Volume I. Tempo brasileiro: Rio de Janeiro, 1997. HABERMAS, Jürgen. Direito e democracia. Entre facticidade e validade. Volume II. Tempo brasileiro: Rio de Janeiro, 1997. Jürgen. Direito e moral. Tradução de Sandra Lippert. Lisboa: Instituto Piaget, 1992. NOVAIS, Jorge Reis. As restrições aos direitos fundamentais não expressamente autorizadas pela constituição. 2. ed. Coimbra: Coimbra Editora, 2010. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "A concretização de políticas públicas pelo judiciário no período de pandemia: Análise da decisão que determinou o fornecimento de equipamentos preventivos para os policiais no Rio Grande do Sul". In: A crise sanitária vista pelo direito: desde o PPG/Unilasalle sobre o COVID-19. Diógenes Vicente Hassan Ribeiro, Daniel Silva Achutti, organizadores. Canoas/RS: Editora Unilasalle, 2020a p. 37-43. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "A excepcionalidade constitucional e democrática da concretização de políticas públicas pelo judiciário no Brasil: Análise da decisão que determinou o fornecimento de materiais de prevenção para servidores públicos em face da pandemia do coronavírus". In: Políticas Públicas no Brasil: ensaios para uma gestão pública voltada à tutela dos Direitos Humanos. Organizado por Anderson Vichinkeski Teixeira, Marcelo Dias Jaques, Giancarlo Montagner Copelli. - Blumenau/SC: Editora Dom Modesto, 2020b. 494 p. v.2, t.1, p. 117-136. OBARA, Hilbert Maximiliano Akihito. "Facetas da jurisdição: da justiça greco-romana à aplicação positivista da lei". Revista da AJURIS, Porto Alegre, v. 46, n. 147, Dezembro, 2019, p. 197-225. SÁNCHEZ-CARO, Javier, ABELLÁN, Fernando. Investigación Biomédica en España. Aspectos Bioéticos, Jurídicos y Científicos. Granada: Comares, 2007. SARLET, Ingo Wolfgang. A eficácia dos direitos fundamentais: uma teoria geral dos direitos fundamentais na perspectiva constitucional. 10. ed. rev. atual e ampl. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2009. SILVA, José Afonso da. Aplicabilidade das normas constitucionais. 6. ed. São Paulo: Malheiros, 2003. STRECK, Lenio Luiz. Jurisdição Constitucional e hermenêutica. Uma nova crítica do direito. 2. ed. Rio de Janeiro: Forense, 2002 (p. 27-58). STRECK, Lenio Luiz. O que é isto: Decido conforme minha consciência. 5. ed. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2015. VALLEJO, Pilar Rivas; VALVERDE, María D. García (org.). Derecho y Medicina. Cuestiones jurídicas para profesionales de la salud. Cizur Menor: Thomson Reuters: Aranzadi, 2009.

Ementa

Direitos Humanos. Aspectos Sócio Jurídicos. Perspectiva histórica (documentos e gerações; Tratados). Cidadania. Proteção internacional dos direitos humanos no âmbito nacional, regional e universal (órgãos e sistemas). Proteção dos direitos humanos na Constituição de 1988. Direitos civis, políticos, econômicos, sociais e culturais. Direitos Humanos hoje no Brasil. Direito Internacional. Questão Racial. Questão Indígena. Orientação Sexual. Polícia e prisões.

Bibliografia

A lista de bibliografia para esta disciplina é extensa e abrange várias páginas do documento, começando em e continuando por

Ementa

Seminário de conteúdo variável cuja ementa é definida no ano anterior à sua oferta.

Bibliografia

Bibliografia que varia de acordo com a ementa definida em ano anterior prévio à oferta da disciplina.

Proficiências em língua estrangeira

- Prazo máximo: 24 meses para entrega das duas proficiências em línguas estrangeiras.

- Orientação para o Exame de Proficiência: Este Exame é uma exigência da CAPES e está previsto pelos art. 41 e 42 do Regulamento da Pós-graduação da Universidade La Salle (Resolução CONSUN n.º 667/14).

Banca de qualificação do projeto de dissertação

- Prazo máximo: 24 meses;


- Requisito: ter cursado todos os créditos das disciplinas obrigatórias e ter sido aprovado nos Exames de Proficiências em idiomas estrangeiros distintos.

Banca de defesa pública de Dissertação:

- Prazo máximo: 48 meses;


- Requisito: ter completado 32 (trinta e dois) créditos relativos às disciplinas obrigatórias, eletivas, Seminários Temáticos e Seminário de Pesquisa Dirigida; ter sido aprovado em Exame de Qualificação.

Aluno Especial

A modalidade de ingresso denominada Aluno Especial destina-se aos interessados em cursarem componentes curriculares isolados nos Programas de Pós-graduação Stricto Sensu, sem vínculo regular. Por meio desta modalidade o candidato pode aprofundar conhecimentos abordados em componentes curriculares específicos e aproximar-se do Programa de Pós-graduação (Mestrado ou Doutorado) no qual deseja ingressar futuramente como aluno regular para conhecer a proposta, os docentes e estudantes e iniciar o processo de construção de sua proposta de pesquisa para participação no processo seletivo regular, posteriormente, tendo a possibilidade de aproveitar os créditos cursados como aluno especial.  

Horário das Aulas do Semestre 2026/1

Nível
Tipo de Turma (1)
Tipo
Característica
Nome da Disciplina
Dia da Aula 
(2)
Horário
Modalidade das Aulas (3)
Periodicidade das Aulas
Data de Início
Data de Fim
Doutorado
Mestrado/Doutorado
Mestrado
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Da Sociologia ao Direito dos Desastres
22
14h às 18h
Presencial
Quinzenais
09/03/2026
06/07/2026
Da Sociologia ao Direito dos Desastres
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Defesa do Projeto de Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Defesa do Projeto de Tese
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Elaboração e Defesa da Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Elaboração e Defesa da Tese
Mestrado
Mestrado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Orientação de Dissertação
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Híbrido
Agendar com orientador(a)
-
-
Orientação de Dissertação
Doutorado
Doutorado
Sede
Componente Obrigatório
Obrigatória
Orientação de Tese
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Híbrido
Agendar com orientador(a)
-
-
Orientação de Tese
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Específica de Linha
Pensamento Criminológico Contemporâneo
Intensivo
14h às 18h e das 19h às 22h
Presencial
Semanais
sex. - 13/03/2026
sex. - 22/05/2026
Pensamento Criminológico Contemporâneo
Março: 13 (tarde), 19 (noite), 20 (tarde e noite), 21 (tarde), 27 (tarde) Abril: 10 (tarde), 17 (tarde), 24 (tarde) Maio: 08 (tarde), 22 (tarde)
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Referenciais Sociojurídicos e Complexidade na Sociedade Atual
23
19h às 22h
Presencial
Semanais
09/03/2026
29/06/2026
Referenciais Sociojurídicos e Complexidade na Sociedade Atual
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Seminário de Metodologia de Pesquisa em Direito e Sociedade
32
14h às 18h
Presencial
Semanais
10/03/2026
26/05/2026
Seminário de Metodologia de Pesquisa em Direito e Sociedade
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Seminário de Pesquisa Dirigida
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
Agendar com orientador(a)
-
-
Seminário de Pesquisa Dirigida
Doutorado
Doutorado
Sede
Disciplina
Específica de Linha
Sistemas de Justiça
32
14h às 18h
Presencial
Semanais
10/03/2026
26/05/2026
Sistemas de Justiça
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Eletiva
Sociologia do Constitucionalismo Crítico
31
09h às 12h
Presencial
Quinzenais | Março: 10, 24 Abril: 07, 28 Maio: 12, 26 Junho: 09, 23 Julho: 07, 21
10/03/2026
21/07/2026
Sociologia do Constitucionalismo Crítico
Mestrado/Doutorado
Mestrado/Doutorado
Sede
Disciplina
Eletiva
Teoria Crítica, Direito e Sociedade
53
19h às 22h
Presencial
Semanais
12/03/2026
14/05/2026
Teoria Crítica, Direito e Sociedade
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Teorias Sociais de Gênero e Sexualidade
61
09h às 12h
Presencial
Semanais
13/03/2026
10/07/2026
Teorias Sociais de Gênero e Sexualidade
Mestrado
Mestrado
Sede
Disciplina
Obrigatória
Teorias Sociais do Direito na Contemporaneidade
71
09h às 12h
Híbrida
Semanais
14/03/2026
20/06/2026
Teorias Sociais do Direito na Contemporaneidade

Detalhamento das disciplinas ofertadas em regime intensivo:

Legenda

(1) DIA DA AULA: O 1° número indica o dia da semana (ex: 2 = segunda). O 2° número indica o turno (ex: 3 = noite). Dia da aula 43 = quarta-feira à noite ou 71 = sábado de manhã.
(2) MODALIDADE DAS AULAS - DISCIPLINAS HÍBRIDAS: Disciplina presencial com a possibilidade de encontros síncronos e da participação síncrona de estudantes e convidados de regiões distantes

Pessoas

Doutorado
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Giovana Albo Hess
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
23/02/2017
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Giuliane Giorgi Torres
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
04/06/2019
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Gregório Fogaça Carvalho dos Santos
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Discente
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Gualterberg Nogueira de Lima Silva
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
23/02/2017
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Guilherme Calderipe Costa
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
24/08/2020
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Guilherme Dill
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
24/08/2023
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Guilherme Ferreira Colpo
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
28/08/2020
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Guilherme Machado Siqueira
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
18/12/2020
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Guilherme Ribeiro Venturin
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
28/08/2020
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Gustavo Dobler
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
29/08/2022
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Gustavo Vettorazzi Rodrigues
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Discente
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Hevelin Franco Ferreira
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
18/11/2024
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Hilbert Maximiliano Akihito Obara
PROFESSOR PERMANENTE
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
Docente
Mestrado e Doutorado
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Hilton Hril Martins Maia
Data de Defesa
Discente
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Hélio Cardoso Neto
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
10/12/2019
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Ignácio Nunes Fernandes
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
20/12/2023
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Ilma Isabelle dos Santos Vieira Regis
Data de Defesa
Discente
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Isabel Cristiane Frigheto Fauth
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
11/12/2019
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Iury Manoel Honorato Ferreira da Silva
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
28/02/2023
Egresso
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Jacson Gross
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
29/02/2016
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Jacson Gross
Data de Defesa
Estágio Pós-Doutoral
Doutorado
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Jair Silveira Cordeiro
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
22/08/2019
Egresso
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Jamerson Lima dos Santos
Data de Defesa
Discente
Doutorado
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Jamila Ariane Mota Schleicher
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
25/09/2024
Egresso
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Janaina Oliveira da Costa
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
23/07/2021
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Janaína Barcelos Corrêa
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
22/02/2017
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Janise Koehler Ribeiro
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
11/02/2021
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Jeferson Alexandre Ubatuba
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
17/12/2020
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Jeferson Ortiz Rosa
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
11/09/2020
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Jefferson dos Santos Alves
Data de Defesa
Discente
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Jenifer Nunes de Souza
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Jesus Tupã Silveira Gomes
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
25/09/2023
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Jorge Alberto de Macedo Acosta Junior
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
07/12/2017
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Jorge Alberto de Macedo Acosta Júnior
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
28/08/2024
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José Alberto Antunes de Miranda
PROFESSOR PERMANENTE
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
Docente
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José Antônio Gerzson Linck
PROFESSOR EM INSERÇÃO
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
Docente
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Jucineia de Medeiros Hahn
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
30/08/2022
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Juliane Machado Smith
Data de Defesa
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Juliano Brito
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
19/08/2020
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Juliano Dias da Silva
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Jéssica Barbosa Vidal de Negreiros
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Jéssica Nunes Pinto
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
19/12/2023
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Jéssica Santiago Munareto
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
17/12/2020
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Kamila Alkmim Nascimento
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
19/12/2022
Egresso
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Karen Graciella Gonçalves da Silva
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
14/08/2019
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Karen Lucia Bressane Rubim
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
27/06/2025
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Doutorado
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Karla Maia Barros
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
08/12/2022
Egresso
Mestrado
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Layer Leorne Mendes Neto
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
22/09/2022
Egresso
Mestrado
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Laís Gorski
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
26/02/2019
Egresso
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Leandro Flores
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
31/3/2025
Egresso
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Leonardo Leote Ferreira
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Leonardo Portella de Almeida
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Letícia da Cunha Fernandes
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Liziane Menezes de Souza
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
14/12/2021
Egresso
Mestrado
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Lorraine Bonadio Toledo Lopes
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Luan Christ Rodrigues
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
06/07/2018
Egresso
Mestrado
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Luana Breyer
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Luana Maia Tergolina
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
01/08/2025
Egresso
Mestrado
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Lucas Bortolini Kuhn
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
20/08/2019
Egresso
Mestrado
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Lucas Bortolini Kuhn
Data de Defesa
Estágio Pós-Doutoral
Doutorado
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Lucas Lanner De Camillis
Data de Defesa
Discente
Doutorado
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Lucas Machado Fagundes
PROFESSOR PERMANENTE
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
Docente
Mestrado e Doutorado
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Lucas Manito Kafer
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
28/04/2025
Egresso
Mestrado
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Lucas Matheus Madsen Hanisch
Data de Defesa
Egresso
Mestrado
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Lucas Uelinton Graciolli
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
06/12/2021
Egresso
Mestrado
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Luciana Oliveira de Campos
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
13/12/2016
Egresso
Mestrado
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Luciana Simionovski
Data de Defesa
Discente
Doutorado
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Luís Augusto de Andrade Gonzaga
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
24/09/2025
Egresso
Mestrado
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Luís Paulo Petersen Andreazza
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
03/03/2016
Egresso
Mestrado
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Lívia Maria Castelo Branco da Silva
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
19/08/2025
Egresso
Mestrado
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Maicon Mazzucco
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
21/02/2019
Egresso
Mestrado
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Maiqui Cardoso Fereria
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
08/03/2018
Egresso
Mestrado
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Marcela Duarte
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
26/08/2022
Egresso
Mestrado
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Marcela Fernandes Dornelles
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
11/03/2019
Egresso
Mestrado
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Marcelo Maduell Guimarães
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
04/12/2015
Egresso
Mestrado
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Marcos Flávio Rolim
PROFESSOR COLABORADOR
PROFESSOR PERMANENTE
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Linha 1 - Memória, Cultura e Identidade
Data de Defesa
Docente
Mestrado e Doutorado
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Maria Angelica dos Santos Leal
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
02/03/2018
Egresso
Mestrado
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Maria Angélica dos Santos Leal
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
21/12/2023
Egresso
Doutorado
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Maria Laura Ronchi
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
24/11/2017
Egresso
Mestrado
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Mariana Moreira Niederauer
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
04/12/2024
Egresso
Mestrado
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Marina Furlan
Data de Defesa
Discente
Doutorado
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Marina Paula Neves Santos
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
27/06/2017
Egresso
Mestrado
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Mario Francisco Pereira Vargas de Souza
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
30/08/2019
Egresso
Mestrado
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Marlise da Rosa Luz
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
23/02/2018
Egresso
Mestrado
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Mateus Mantovani Sorgatto
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
19/08/2021
Egresso
Mestrado
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Matheus Menezes de Aguiar
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
28/02/2023
Egresso
Mestrado
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Matheus da Rocha Bergmann
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Mauri Quitério Rodrigues
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
28/02/2020
Egresso
Mestrado
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Mauricio Moschen Silveira
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Mauricio Zanchin Baggio
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Maurício Futryk Bohn
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
30/04/2025
Egresso
Doutorado
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Maurício Muliterno Thurow
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Melina de Albuquerque Wilasco
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
23/02/2022
Egresso
Mestrado
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Michelle Fernanda Martins
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
29/09/2025
Egresso
Doutorado
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Moises Noe de Fraga
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
21/12/2017
Egresso
Mestrado
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Moisés Bandeira D'Elly
Data de Defesa
Discente
Mestrado
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Moisés Fagundes Lara
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Data de Defesa
30/08/2021
Egresso
Mestrado
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Morgana Tays Teixeira
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
21/05/2021
Egresso
Mestrado
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Mártin Perius Haeberlin
PROFESSOR PERMANENTE
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Data de Defesa
Docente
Mestrado e Doutorado
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Nelson Sanchez Rosa
Data de Defesa
Discente
Doutorado

Investimento

Curso de Doutorado
Valores para pagamentos até o vencimento (2)
Aluno Regular
48x R$ 2.801,89
( 3 )

( 1 ) Encargos educacionais passíveis de reajustes anuais, conforme Lei Nº 9.870, de 23 de novembro de 1999 e M.P. Nº 2.173-24, de 23 de agosto de 2001;

( 2 ) Vencimento das mensalidades no dia 10 de cada mês;

Curso de Doutorado
Valores para pagamentos até o vencimento (2)
Aluno Especial
R$ 744,86
( 3 )

( 1 ) Encargos educacionais passíveis de reajustes anuais, conforme Lei Nº 9.870, de 23 de novembro de 1999 e M.P. Nº 2.173-24, de 23 de agosto de 2001;

( 2 ) Vencimento das mensalidades no dia 10 de cada mês. Os alunos matriculados nos cursos de Mestrado, na modalidade Aluno Especial em 2025 podem receber o desconto especial promocional de 30%, condicionado ao pagamento de cada mensalidade até a data do vencimento.

( 3 ) Valores líquidos já deduzidos os incentivos de acordo com a política de descontos mencionada no item ( 2 ), condicionada ao pagamento da mensalidade até a data do vencimento. Valor de referência da parcela após o vencimento é de R$ 1003,86;

( 4 ) Valor do crédito unitário semestral para alunos especiais. Para cada quatro créditos cursados e pagos no semestre, será deduzido o valor correspondente a 1 (uma) das 30 (trinta) parcelas a serem pagas para a conclusão do investimento no Mestrado, sendo que este valor só poderá ser debitado nas parcelas regulares a partir da aprovação do ingresso do aluno no Mestrado.

PESQUISA

Linhas de Pesquisa

O Programa de Pós-Graduação em Direito se consolida com foco na pesquisa de questões fundamentais, como a positivação do Direito e seu cumprimento pela sociedade, as transformações sociais e seu impacto na legislação, e o distanciamento entre o texto normativo e a realidade brasileira.

Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade

Está focada na questão da legitimidade do Direito perante a sociedade, ou seja, de que modo o processo de produção estatal das normas jurídicas é recebido, cumprido e observado pela sociedade. Dessa forma, é seu objetivo, também, perscrutar quais as expectativas que a sociedade possui sobre as legislações vigentes e como ela reage em relação tanto quanto ao processo de implementação do Direito quanto no que diz respeito às propostas de elaboração de novas leis. Da mesma forma, intenta pesquisar o acréscimo de expectativas geradas em relação à atuação do Poder Judiciário, seja pela falta de atuação efetiva de outros poderes, seja pela crescente produção de normas jurídicas. Por conseguinte, intenta verificar o papel das Instituições na maneira pela qual se aplica o Direito, procurando, assim, descobrir as razões do baixo índice de sua coercitividade na sociedade (brasileira). Busca-se compreender a efetividade das normas jurídicas em uma sociedade em constante processo de transformação.

Temáticas Abordadas

• Pluralismo Jurídico - Direitos Humanos - Teoria Crítica e Estudos Descoloniais - Cultura Jurídica na América Latina;

• O poder judiciário e acesso à justiça;

• Penitenciárias, sociedade, execução penal, direitos humanos, assistência, poder, dominação;

• A crítica do direito e da jurisdição em uma perspectiva constitucional;

• Análise das instituições internacionais, a dimensão sociológica do direito internacional;

• Governança global, cooperação internacional e direito internacional;

• Bem comum, polarização (tribalização), sociedades democráticas contemporâneas, institucionalização de políticas de harmonização social;

• Regulamentação da expressão, crimes de ódio e fake news, autoritarismo e teoria do direito;

• Imigração e participação política; direitos de expressão dos imigrantes; direito à educação e liberdade de expressão; desenvolvimento, direito e autonomia política;

• Justiça restaurativa.

Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito

Está focada na questão da legitimidade do Direito perante a sociedade, ou seja, de que modo o processo de produção estatal das normas jurídicas é recebido, cumprido e observado pela sociedade. Dessa forma, é seu objetivo, também, perscrutar quais as expectativas que a sociedade possui sobre as legislações vigentes e como ela reage em relação tanto quanto ao processo de implementação do Direito quanto no que diz respeito às propostas de elaboração de novas leis. Da mesma forma, intenta pesquisar o acréscimo de expectativas geradas em relação à atuação do Poder Judiciário, seja pela falta de atuação efetiva de outros poderes, seja pela crescente produção de normas jurídicas. Por conseguinte, intenta verificar o papel das Instituições na maneira pela qual se aplica o Direito, procurando, assim, descobrir as razões do baixo índice de sua coercitividade na sociedade (brasileira). Busca-se compreender a efetividade das normas jurídicas em uma sociedade em constante processo de transformação.

Temáticas Abordadas

• Algoritmos e Direito, Sociedade Digital, Constitucionalismo Internacional e intersistêmico;

• Direitos Humanos, Novos Direitos, História e Teoria Geral do Direito, Historicidade do Direito, Teoria da Democracia;

• Direitos das Mulheres, Direitos da população LGBTQIA+, Direito e Diversidade, Pesquisa empírica em Direito;

• Mudanças Climáticas no Direito à Saúde;

• Sociologia Constitucional na América Latina, Reformas Constitucionais, Processos Constituintes, Reformas na Administração pública, Democracia Constitucional, Constitucionalismo transformador e neoliberalismo e Novo Constitucionalismo latino-Americano;

• Direito Ambiental e Direitos dos Desastres;

• Ciências Criminais e Cultura Brasileira.

Temáticas Abordadas

PESQUISA

Grupos de Pesquisa

A Sociedade Global em movimento: Direito, Instituições Internacionais e Cooperação Internacional

Responsável:
José Alberto Antunes de Miranda
E-mail:
jose.miranda@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade

O direito e a sociedade global no âmbito de suas interações convivem com variáveis complexas no atual mundo globalizado. Críticas a globalização e a efetividade do direito por meio da cooperação internacional e das instituições internacionais e suas falhas em contribuir para um mundo mais inclusivo desincentivam as ações de governança global. O grupo  de pesquisa visa analisar  as ações de cooperação internacional nos seus mais variados âmbitos do direito, por meio das instituições internacionais  e dos Estados, a partir das mudanças que ocorrem na sociedade global, no direito e na política nos últimos dez anos. Os estudos visam a constatar se a sociedade global a partir do direito, das instituições internacionais e da cooperação internacional se baseia nos princípios de efetividade e eficiência democráticas, pois ainda que esse processo tenha a intenção de ser participativo, não substitui as instituições democráticas de características estatais por  envolver apenas os atores interessados no processo de governança, não representando a totalidade dos cidadãos.

Encontros:
quartas-feiras 17h • quinzenal • virtual
A Sociedade Global em movimento: Direito, Instituições Internacionais e Cooperação Internacional

Criminalização, Direito e Sociedade

Responsável:
Dani Rudnicki
E-mail:
dani.rudnicki@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade

Inscrições: e-mail com título “Grupo Criminalização e prisões”, para danirud@hotmail.comParticipação: livre e gratuita para alunos de graduação e PPGD, bem como comunidadeDinâmica: basta ingressar na sala e debater o texto proposto (importa ler o texto)

Encontro 1 - 21/03: Consumo na prisão: Apresentação da mestranda Tatiane

Encontro 2 - 11/04: Foucault (Vigiar e Punir) Apresentação de Valdir e Evelin

Encontro 3 - 18/04:  Texto: “Gerenciando a coexistência: uma comparação entre mulheres e homens no trabalho de agentes prisionais”

Encontro 4 - 16/05:  Pecan: Apresentação do doutorando Valdir

Encontro 5 - 23/05:  Texto “Periferia e prisão, pobres e presos: coincidências espaciais e demográficas em Porto Alegre”

Encontro 6 - 13/06:  Texto: “As interpretações do tempo em uma prisão de mulheres”.

Encontro 7 - 20/06:  Texto: “A saúde mental de infratores presos numa unidade prisional da cidade do Salvador”

Encontros:
terças-feiras 16:30 • semanalmente • sala 4B do prédio 8
Criminalização, Direito e Sociedade

Direito, Sociedade e Filosofia

Responsável:
Hilbert Maximiliano Akihito Obara
E-mail:
hilbert.obara@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade

O grupo busca desenvolver pesquisas sobre os temas propostos na atualidade. Serão realizados encontros mensais entre os membors do grupo. Serão desenvolvidos artigos científicos oriundos das pesquisas e diálogos do grupo. Busca-se o reconhecimento institucional e para fins externos das pesquisas realizadas, bem como um chamamento de novos pesquisadores sobre os mesmos temas e o aprofundamento das pesquisas com o incremento de novos pesquisadores.

Encontros:
mensal • presencial
Direito, Sociedade e Filosofia

Efetividade dos Direitos e Poder Judiciário

Responsável:
Paula Pinhal de Carlos
E-mail:
paula.carlos@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito

O grupo de pesquisa tem como objetivo reunir pesquisadores envolvidos na temática da efetividade dos direitos e sua relação com o poder judiciário. Nesse sentido, congrega pesquisadores do mestrado em direito e sociedade do unilasalle envolvidos nas linhas de pesquisa "Efetividade do direito na sociedade" e "Sociedade e fragmentação do direito", bem como pesquisadores vinculados a outras instituições que pesquisem a temática e suas conexões com gênero e sexualidade.

Encontros:
terças-feiras das 14:00-15:30 • semanal • virtual
Efetividade dos Direitos e Poder Judiciário

Integra: integrando políticas públicas para a efetividade de direitos frente os desafios da governança dos riscos socioambientais na contemporaneidade

Responsável:
Fernanda Dalla Libera Damacena
E-mail:
fernanda.damacena@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito

O grupo de pesquisa abarca pesquisas sobre direito ambiental, direito dos desastres e a intersecção entre essas áreas do conhecimento e as mudanças climáticas. Um dos fios condutores das pesquisas é a noção de governança, que permite um olhar integrativo entre Ciência, Direito e Políticas Públicas frente a riscos clássicos, sistêmicos e potencialmente catastróficos. Em um movimento de dentro para fora, mas sem desconsiderar as influências internacionais, investiga-se em que medida a implementação da integração da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil a um conjunto de políticas públicas setoriais nacionais pode contribuir para a efetividade de direitos humanos e fundamentais frente à contingência, complexidade e consequências típicas das questões ambientais, climáticas e de desastres.

Encontros:
Integra: integrando políticas públicas para a efetividade de direitos frente os desafios da governança dos riscos socioambientais na contemporaneidade

Pluralismo e Direitos Humanos: diálogos culturais transfronteiriços

Responsável:
Daniela Mesquita Leutchuk de Cademartori
E-mail:
daniela.cademartori@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Encontros:
terças-feiras 15h • primeira e última terça de cada mês • CEAPID
Pluralismo e Direitos Humanos: diálogos culturais transfronteiriços

Teorias Sociais do Direito

Responsável:
Germano André Doederlein Schwartz
E-mail:
germano.schwartz@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito

O Grupo de Pesquisa Teorias Sociais do Direito, integrante da rede de pesquisa Nexus Scientia [https://www.nexuscientia.com.br/colaboradores], dedica-se ao estudo aprofundado das principais correntes sociológicas aplicadas à compreensão do fenômeno jurídico, com especial ênfase na Teoria dos Sistemas Sociais de Niklas Luhmann. O grupo busca analisar criticamente a forma como o Direito se estrutura e opera enquanto sistema autopoiético, comunicacional e funcionalmente diferenciado na sociedade contemporânea. A proposta central é investigar os desafios que as tecnologias da informação, a inteligência artificial e a algoritmização das decisões sociais e jurídicas impõem ao Direito como sistema, especialmente quanto à sua capacidade de produzir normatividade, garantir autonomia frente a outros sistemas sociais (como o político e o econômico), e manter sua função de redução da complexidade. Além da perspectiva teórica, o grupo também realiza análises interdisciplinares de fenômenos contemporâneos, tais como:->A automação de decisões judiciais; O uso de algoritmos em processos administrativos e policiais; ->A opacidade das decisões tecnológicas frente à exigência de transparência e racionalidade jurídica; ->A reconfiguração das fronteiras entre público e privado no ambiente digital. Com isso, o grupo pretende contribuir para uma releitura crítica do Direito à luz das transformações sociais promovidas pelas tecnologias emergentes, mantendo o rigor teórico e metodológico da sociologia jurídica de orientação sistêmica.

Informações complementares e conexão ao grupo: https://chat.whatsapp.com/ICawtrnZ1NdCzsxQu2rfOt.

Encontros:
quartas-feiras 18h às 19h • quinzenal
Teorias Sociais do Direito
PESQUISA

Projetos de Pesquisa

A Desdiferenciação do Direito à Saúde no Brasil

Coordenador(a):
Germano André Doederlein Schwartz
E-mail:
germano.schwartz@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2
Situação:
Em Andamento
O propósito deste projeto de pesquisa é (a) o de demonstrar o desafio que a COVID-19 representa para a diferenciação dos sistemas sociais e, em assim sendo, (b) como seu inverso, a desdiferenciação, afeta o direito à saúde dos cidadãos brasileiros. Assim, seu foco está orientado para a forma pela qual o sistema do Direito é (ou não) capaz de se autoorganizar, de se autorreproduzir e de se diferenciar em relação, em específico, aos sistemas da saúde, das mídias de massa e da ciência. Tudo isso em um contexto de uma sociedade periférica. Seu marco teórico está alicerçado na fase autopoiética de Niklas Luhmann. Os resultados esperados esperam concluir que a preservação da função de cada um dos sistemas citados é essencial para a manutenção de suas respectivas autonomias e da saúde coletiva e individual em solo brasileiro.
A Desdiferenciação do Direito à Saúde no Brasil

A Efetividade dos Direitos Humanos no Sistema Prisional Brasileiro e Latinoamericano

Coordenador(a):
Dani Rudnicki
E-mail:
dani.rudnicki@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Este projeto, sobre efetivação dos Direitos Humanos no sistema prisional brasileiro e latinoamericano, busca verificar a organização jurídica, administrativa e a situação social das prisões através da legislação (Constituição Federal e Lei de Execução Penal) e de documentos oficiais (dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário), bem como definir a jurisprudência adotada por Tribunais pátrios e pela CIDH. Para tanto, utiliza como referencial teórico o pensamento de Norberto Bobbio e Pierre Bourdieu, bem como as lições de Georg Rusche, Otto Kirchheimer, Michel Foucault e Gresham M. Sykes, entre outros. Cabe destacar que o sistema carcerário brasileiro nunca respeitou os Direitos Humanos das pessoas aprisionadas e dos servidores. Por falta de uma política pública e de investimentos, está em crise. A superlotação e as condições de insalubridade revelam a não efetividade da Lei de Execução Penal e, em consequência, rebeliões tornaram-se constantes. Como consequência, sem possibilidade de erro, 34 anos após sua promulgação, pode-se dizer que a LEP existe como uma obra de ficção. Assim, perceber quais as disputas e projetos dos atores do campo da segurança pública, a fim de estabelecer uma política de Estado para garantir continuidade nas ações de melhora do sistema, de médio e longo prazo, mostra-se fundamental na busca da compreensão do porquê os Direitos Humanos não serem garantidos para as pessoas privadas de liberdade. Para tanto, se propõe desenvolver pesquisa qualitativa, de base empírica, utilizando o método dialético. Como técnicas, dentre outras, se utilizará de pesquisa bibliográfica e pesquisa jurisprudencial (em tribunais pátrios e na Corte Interamericana de Direitos Humanos). Dentre os resultados esperados estão sistematizar o estado da arte para o incremento do conhecimento na área de saber e a divulgação de informações (em seminários e periódicos), bem como proposição de projetos de extensão e de atividades de ensino em nível de graduação.
A Efetividade dos Direitos Humanos no Sistema Prisional Brasileiro e Latinoamericano

Acesso à Justiça, Poder e Processo Penal

Coordenador(a):
Diógenes Vicente Hassan Ribeiro
E-mail:
diogenes.ribeiro@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Grupo de pesquisa dos alunos da graduação e dos professores da UNILASALLE, Canoas, RS. Objetiva descrever criticamente os problemas do acesso à justiça, em geral, entendido como acesso à jurisdição, acesso a direitos e acesso à justiça propriamente dito.
Acesso à Justiça, Poder e Processo Penal

Bens Comuns, Pluralismo Jurídico e Direitos Humanos

Coordenador(a):
Antonio Carlos Wolkmer
E-mail:
antonio.wolkmer@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O Projeto de Pesquisa: Bens Comuns, Pluralismo Jurídico e Direitos Humanos se destina ao estudo da interrelação entre os bens comuns e o Pluralismo Jurídico, em sequência ao Projeto de Pesquisa: Bens Comuns, Novos Direitos e processos democráticos emancipatórios, iniciado em 2018 pela Rede do Comum, com a inclusão de novos professores internacionais da Argentina, Colômbia, Equador, Uruguai, Portugal e Espanha. Trata-se de um projeto interdisciplinar que se propõe a interpelar o marco jurídico liberal com o instrumental teórico/conceitual do pluralismo jurídico comunitário participativo e as teorias do Común que conformam o debate contemporâneo. O escopo das pesquisas que serão desenvolvidas é delinear a crítica ao Estado neoliberal privatizador que vem intensificando de forma dramática as desigualdades sociais e destruindo as bases materiais da vida, propondo/visibilizando práticas coletivas que fomentam espaços de cooperação. São experiencias que instituem o Comum como elemento central da democracia radical no século xxi, proporcionando a realização das necessidades humanas fundamentais, bem como consolidando, além da coparticipação, uma vida em comum com práticas de transição ecológicas justas. A hipótese desta pesquisa parte do reconhecimento que as diferentes experiências de ação coletiva, impulsionadas pelo princípio politico do común, ou mesmo, as articuladas pelo "buen vivir", são fundamentais para que se reconheça novas possibilidades de colaboração público-comunitária, fundamentadas em valores democráticos, implicando num novo marco legal. A formulação abstrata dos Direitos Humanos e supostamente universalista de tradição liberal-individualista não permite ver a sua concretude histórico/contextual, complexa e relacional. É nessa direção que se pode avançar na discussão de aportar os comuns como base material, social e cultural de outra concepção de Direitos Humanos, de direitos comunitários, de direitos relacionais e de direitos plurais. Nessa direção, tem-se como objetivo especifico analisar a relação dos bens comuns e o direito insurgente com as políticas públicas nas experiências recentes do novo municipalismo da Espanha. Como aponta Rubéns Martinez, entender como "construir otra manera de gobernar los recursos públicos que permita una mayor redistribución económica, mecanismos reales de democracia directa y un mayor control ciudadano". Por outro lado, analisar o giro interpretativo de que se depreende a práxis instituintes do comum, na experiência do novo Constitucionalismo andino, assentado na cosmovisão do "buen vivir" e no exercício dialógico da interculturalidade, que permite avançar na direção da confluência de um sistema de normatividade plural. Nesse contexto, o pluralismo jurídico ganha significado como resposta às diferentes práxis instituintes dos comuns como materialização de Direitos Humanos relacionais. Sendo assim, compreender as ferramentas jurídicas e os elementos imprescindíveis para um novo marco jurídico que não só fomentem modelos de colaboração público comunitários, mas também permitam uma reprodução social ecologicamente justa é fundamental diante dos desafios que ameaçam a reprodução da vida na contemporaneidade. Por fim, o objetivo geral do projeto é examinar as temáticas emergentes dos bens comuns, em especial: a interrelação entre os bens comuns e o Pluralismo Jurídico, os bens comuns ambientais e os novos direitos e os bens comuns digitais (digital commons).
Bens Comuns, Pluralismo Jurídico e Direitos Humanos

Ciências Criminais e Cultura Brasileira: representações da violência urbana no Brasil contemporâneo

Coordenador(a):
José Antônio Gerzson Linck
E-mail:
jose.linck@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O projeto discorre sobre epistemologia nas ciências criminais e sua compatibilidade com os modelos de testemunhos de violência presentes na antropologia e literatura. Neste contexto, demonstra dissonâncias e similitudes em relação à forma com que a teoria da prova estrutura o testemunho processual-penal. A característica interdisciplinar da criminologia permite a aproximação com narrativas de violência produzidas em primeira pessoa, sobretudo por vítimas de violência institucional. As narrativas de sobrevivência situam-se ao mesmo tempo na descrição crua das tentativas de controle subjetivo (discursam sobre um modelo de existência) e físico (trabalham com hipóteses concretas de aprisionamento e execução sumária), mas também na criação de espaços de memória e de fuga de tais controles de subjetividade. O projeto situa-se sobretudo na criminologia e na sociologia jurídica, mas está em relação interdisciplinar com o direito internacional público, o cinema e a literatura testemunhal.
Ciências Criminais e Cultura Brasileira: representações da violência urbana no Brasil contemporâneo

Conjugalidades e parentalidades contemporâneas: gênero e sexualidades em seus aspectos jurídicos e sociais

Coordenador(a):
Paula Pinhal de Carlos
E-mail:
paula.carlos@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
CNPq FAPERGS
Situação:
Em Andamento
O presente projeto de pesquisa trata da temática das conjugalidades e parentalidades contemporâneas e seus reflexos no Direito. Estão inseridos na temática das conjugalidades as diversas configurações de relacionamentos, tais como casamentos e uniões estáveis, com moradia na mesma residência ou em residências separadas e uniões poliafetivas, além das conjugalidades LGBTQIA+. No que se refere às parentalidades, inclui as repercussões da dissolução de uniões estáveis e casamentos, as coparentalidades, as multiparentalidades, as parentalidades LGBTQIA+ e também as advindas do uso de novas tecnologias reprodutivas. Busca-se responder à seguinte questão: quais são as principais transformações sociais operadas no âmbito das conjugalidades e parentalidades na contemporaneidade e de que maneira tais transformações impactam o Direito? O objetivo geral é o de compreender os impactos das transformações sociais operadas no âmbito das conjugalidades e das parentalidades para o Direito. Em relação à metodologia, propõe-se a realização de uma pesquisa empírica em Direito de natureza qualitativa e baseada no método indutivo. Será realizada pesquisa bibliográfica, documental e empírica, por meio coleta e análise de regulamentação jurídica, decisões judiciais e notícias. A pesquisa bibliográfica não será restrita ao âmbito jurídico e buscará coletar e analisar toda a produção brasileira sobre o tema também no âmbito das Ciências Sociais. Espera-se, assim, compreender os impactos e as modificações operadas no Direito pelas conjugalidades e parentalidades contemporâneas, analisando de que forma os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário respondem e/ou regulamentam esses fenômenos.
Conjugalidades e parentalidades contemporâneas: gênero e sexualidades em seus aspectos jurídicos e sociais

Constituição Viva e Efetividade Social: Imbricações Entre Direito, Filosofia e Sociologia

Coordenador(a):
Hilbert Maximiliano Akihito Obara
E-mail:
hilbert.obara@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O projeto procura relacionar direito, filosofia e sociologia, com atenção especial para a pesquisa empírica de modo propiciar constatações fáticas/sociais, amalgamando teoria e prática. O projeto destaca a importância da abordagem filosófica no estudo dos fenômenos sociais e jurídicos. A filosofia é concebida como condição de possibilidade do conhecimento, ocupando um nível anterior, hermenêutico, sendo que no segundo nível, posterior, pragmático, há o reconhecimento de que o direito e a sociologia não são ciências incomunicáveis, muito antes o contrário, há interações indispensáveis entre elas. A partir desses pressupostos, são buscadas construções em favor de um fim humanístico comum. Na conexão de direito, filosofia e sociologia, em uma indispensável investigação pragmática, é fomentada uma racionalidade crítica e transformadora da realidade. Nesse caminho é pressuposta a necessidade de reconhecimento da centralidade do ser humano e sua inserção no mundo, sobretudo em face de outros seres humanos. Surge daí, do dasein, um ser humano simbólico, com imagens de mundo formadas a partir da sua contextualidade. Essa formação do sujeito, com seus pré-conceitos e preconceitos, pode ser racional e dialeticamente transformados, em um esforço que tem a pretensão de afastar óbices subjetivamente arraigados. Dentre esses obstáculos tem relevo aqueles advindos de uma racionalidade moderna instrumental e vazia, a estruturar um jurídico e um social dados desde sempre, perenes e imutáveis, a produzir indivíduos que buscam o amoldamento a essa ordenação, abrindo mão de sua capacidade racional crítica e dialética, em prol da apatia, indiferença e impotência. Há o interesse na revelação de uma estruturação social que comporta arranjos humanisticamente retrocessivos, que além disso, é capaz de mascará-los. Por isso, é indispensável a formação de cidadãos capazes de reconhecer e transformar crítica e humanisticamente esses elementos sociológicos que fazem enveredar por essa trilha perversa. Autossuficiência que também é procurada no sujeito de direito para que seja dissipada a ilusão da técnica pela técnica, para que o jurídico também possa cumprir função crítica social. Nesse trabalho estimulador do conhecimento promovedor da ampliação da maioridade cidadã, em um viés sociológico e jurídico crítico e dialético, para além da racionalidade vazia é proposta como ultima ratio o humanismo. O diagnóstico de uma sociedade e de um jurídico modernos envolvidos filosoficamente pela relação sujeito-objeto, guiados por uma racionalidade instrumental, que acaba servindo para a produção e reprodução constante de uma sociedade humanisticamente indiferente, é indispensável. Diante dessa tomada de consciência devem ser racionalizadas possibilidades críticas transformadas, sobretudo em face de uma Constituição concebida sob a perspectiva do direito vivo, da dialética argumentativa e da condição de possibilidade hermenêutico-filosófica. Na aglutinação de saberes (filosofia, direito e sociedade), sobretudo no fortalecimento da pesquisa empírica, na busca de extração de dados, por meio de variados métodos investigativos, em recortes contextuais, será possível (des)legitimar proposições e construções jurídicas e sociológicas. Os elementos empíricos serão fundamentais para a formação dos discursos nas diversas áreas de conhecimento envolvidos, sempre primando pela manutenção de garantias e promoção de avanços democráticos, na fundamentalidade dos direitos humanos.
Constituição Viva e Efetividade Social: Imbricações Entre Direito, Filosofia e Sociologia

Cátedra Sergio Vieira de Melo

Coordenador(a):
José Alberto Antunes de Miranda
E-mail:
jose.miranda@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
A CSVM da UNIVERSIDADE LA SALLE promove ações em três eixos: no eixo ensino, com o comprometimento da oferta de disciplinas sobre temas de interesse da CSVM no Programa de Pós-Graduação em Direito, onde a Cátedra está lotada, (mestrado e doutorado), quais sejam: Teoria Sociológica dos Direitos Humanos; Sociedade Global Direito e Politica Internacional; Sociedade e Acesso a Justiça; Direito Antidiscriminatório e Desafios Contemporâneos; e nos PPGs parceiros da universidade como Programa de Pós graduação em Memória Social e Bens Culturais (mestrado e doutorado), quais sejam: Memória Social; Identidade, Diferença e Reconhecimento; Temas Emergentes e Expressões Culturais, o Programa de Pós-graduação em Educação quais sejam: Direito à Educação: Dos Fundamentos Teórico-Legais às Políticas Públicas; Subjetividades, Diversidade Cultural e Educação: Sociabilidades Contemporâneas e o Programa de Pós-graduação em Saúde e Desenvolvimento Humano quais sejam: Saúde, Cultura e Sociedade, Vulnerabilidade em Saúde, Seminários temáticos Interdiciplinares;no eixo pesquisa, com a produção e orientação de trabalhos e pesquisas em nível de graduação e pós-graduação (mestrado e doutorado) ; no eixo Extensão e pesquisa: com a realização de Seminários/Oficinas/Conferências no marco dos temas de interesse da CSVM, participacão em conjunto com outras instituições parceiras ao projeto Universidade La Salle inclui apoio aos imigrantes de eventos importantes e de interesse da CSVM. A universidade possui representação junto ao Fórum Permanente de Mobilidade Humana do RS FPMH RS e participa da Equipe Migrante Canoas que trabalha para a organização de um Conselho Municipal de Imigrantes; no eixo Extensão e ensino: ampliação da divulgação da temática para atores locais a Universidade La Salle atuará como uma catalisadora para a sensibilização de atores locais sobre a temática e deseja expandir essas atividades. Envolve setores da Prefeitura de Canoas como a Secretaria de Igualdade Racial e Migrantes e outras organizações e associações, com o Centro Socio Educacional Madre Assunta, a Defensoria Publica da União, a PADF, o ACNUR, contribuindo para desenvolver ações de prestação de informações, capacitação e advocacy, a fim de criar/fortalecer uma rede regional atenta às necessidades da população de imigrantes e refugiados.
Cátedra Sergio Vieira de Melo

Direito à Saúde no Mercosul no Período Transpandêmico: as possíveis comunicações fraternas

Coordenador(a):
Sandra Regina Martini
E-mail:
sandra.martini@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
CNPq SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Em decorrência do período duradouro da pandemia de COVID-19, já se pode estabelecer que nos encontramos em um período transpandêmico. Importante salientar, nesse caso, que, ao se estudar temas relacionados à saúde, o direito sanitário tem papel fundamental para investigação. O MERCOSUL, como bloco econômico e social que busca integrar ações dos países membros, deve, em teoria, agir em conjunto frente à disseminação do vírus que apresenta alta taxa de letalidade e de transmissibilidade. Com base no direito fraterno, o estudo visa identificar as possíveis comunicações fraternas entre os países membros do MERCOSUL durante este período nebuloso que ainda se enfrenta e analisar formas que possam contribuir para a implementação do direito fundamental à saúde. Bolsa de Produtividade em Pesquisa pelo CNPq vigente
Direito à Saúde no Mercosul no Período Transpandêmico: as possíveis comunicações fraternas

Direito, Linguagem, Comunicação e Acesso à Justiça

Coordenador(a):
Diógenes Vicente Hassan Ribeiro
E-mail:
diogenes.ribeiro@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O problema da pesquisa, portanto, situa-se no questionamento cíclico entre a linguagem, a comunicação, o direito e o acesso à justiça. Segundo Luhmann, a hipercomplexidade é o motor da evolução da sociedade, apresentando, assim, novos desafios ao direito e ao acesso à justiça. O sistema jurídico/direito tem de evoluir e continuar se diferenciando para se manter cumprindo a função de estabilizar expectativas comportamentais congruentemente generalizadas e, enfim, proporcionar tempo, ou evitar que o tempo seja perdido na ausência de expectativas estabilizadas de modo congruente.
Direito, Linguagem, Comunicação e Acesso à Justiça

Expectativas Algonormativas

Coordenador(a):
Germano André Doederlein Schwartz
E-mail:
germano.schwartz@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
A sociedade contemporânea autorreproduziu uma estrutura para reduzir sua própria complexidade: os algoritmos. Sua função básica é precisamente a de reduzir complexidade das expectativas (cognitivas e normativas) e também das expectativas de expectativas (decisões jurídicas). Ao serem observados a partir dessa perspectiva, os algoritmos, por meio de comunicações artificiais (Esposito), influenciam tanto (a) expectativas normativas (Luhmann) quanto (b) normas jurídicas (Hydén). O presente projeto de pesquisa responderá à seguinte pergunta: é possível a defesa da existência de expectativas algonormativas? Para tanto, metodologicamente, procura delimitar de que modo as teorias dos autores mencionados podem ser utilizadas para o desenvolvimento do conceito das expectativas algonormativas. Para tanto, em um primeiro momento, é preciso abordar as bases das algo norms de Hydén, e, em uma segunda etapa, conjugá-las com as expectativas normativas luhmannianas, procurando-se, ao final, em conjunto com a comunicação artificial defendida por Esposito, verificar sob que condições é possível observar as expectativas algonormativas.
Expectativas Algonormativas

Historicidade, Novas Gramáticas dos Direitos Humanos e Cidadania no Brasil: Um Olhar a Partir da Perspectiva Latino-Americana e Africana

Coordenador(a):
Daniela Mesquita Leutchuk de Cademartori
E-mail:
daniela.cademartori@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Este projeto parte de um método a historicização capaz de perceber novas perspectivas para os direitos humanos e a cidadania brasileiras, num cenário latino-americano e africano. A compreensão de novas gramáticas dos direitos humanos e da cidadania através da perspectiva da historicidade, envolve a ideia de que os acontecimentos históricos deverão ser apreendidos não de modo contínuo e sim a partir da rupturas, cesuras, mudanças de rota. (FONSECA, 2011, p. 24). Neste sentido, é premente a inevitabilidade de repensar as fontes e experiências do passado relacionadas à tradição normativa, de modo a estabelecer uma metodologia crítica de análise das práticas sociais a fim de proporcionar as bases para um processo de conscientização e emancipação. De acordo com Antônio Carlos Wolkmer (2014, p. 3), uma nova ordenação metodológica, capaz de descrever o Direito de modo a desmistifica-lo, deve envolver a interdisciplinaridade social, econômica e política e uma reinterpretação das fontes do passado. Esta crítica deverá propiciar a renovação da historicidade jurídica, em especial das suas fontes, através das dialética das relações sociais e de suas relações sociais. Quando se tem em vista os direitos humanos, como ponto de partida está a compreensão de que eles fundamentam-se na práxis ou em fundamentos sócio-políticos, e cumprem uma dupla função: atuando, ou como ferramentas para a libertação, ou como instrumentos de ideologizações funcionais para praxis opressoras, protegendo ou mesmo, disfarçando privilégios de minorias. (ROSILLO MARTINEZ, 2016, p. 282). Será assim que com base em pensamentos como o do filósofo basco e latino-americano da libertação, Ignacio Ellacuría (1930-1989), é possível analisar a praxis, considerando elementos dinâmicos integradores da realidade histórica, que vão desde a materialidade até a dimensão pessoal, e desde o indivíduo até o corpo social. (SENENT DE FRUTUS, 2016, p. 282). Como consequência tem-se que buscar um fundamento absoluto e dogmático dos direitos humanos passa a ser uma operação sem sentido. Uma concepção complexa de direitos humanos deverá envolver sua apreensão como momentos pertencentes às distintas forças históricas, em outras palavras, momentos ideológicos, jurídicos, politicos e sociais. (ROSILLO MARTINEZ, 2016, p. 287). É assim que poder-se-á perceber os direitos originários dos povos indígenas e afro-descendentes, com base em suas lutas em busca do direito de viverem de acordo com o seu próprio direito. A historicização dos direitos humanos envolve responder as seguintes questões para quem, para que e a partir de onde. Se direitos humanos fossem historicizados a partir do Primeiro Mundo, chegar-se-á a constatação de que os instrumentos internacionais dos direitos humanos apresentam um grau aceitável de cumprimento. Passo seguinte será chegar a constatação de que estes países são portadores de um modelo histórico de reconhecimento dos direitos humanos, sendo pioneiros em atualizá-los e institucionalizá-los historicamente. (SENENT DE FRUTUS, 2016, p. 434). Agora, caso o ideal de poucos não possa converter-se em comportamento da maioria da humanidade, não se pode afirmar que esse ideal seja um ideal humano. A perspectiva historicizadora possibilitará situar num contexto social concreto, conceitos normativos como os direitos humanos, ou outros portadores de uma alta significação axiológica a partir dos quais pretedem justificar-se e orientar-se um sistema jurídico e social, para ver qual o papel ou função real estão cumprindo. Acrescenta-se que tal método não é definitivo, eis que ele não irá produzir um fechamento moral e social dos direitos humanos. (SENENT DE FRUTUS, 2016, p. 426). Também, a temática do projeto parte da constatação de que a América Latina também é a África; isto é, para analisar a América Latina hoje e em especial o Brasil- é.
Historicidade, Novas Gramáticas dos Direitos Humanos e Cidadania no Brasil: Um Olhar a Partir da Perspectiva Latino-Americana e Africana

Integrando políticas públicas para a efetividade de direitos

Coordenador(a):
Fernanda Dalla Libera Damacena
E-mail:
fernanda.damacena@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O projeto tem como pano de fundo a crise civilizatória, que afeta o ambiente, contribui para o aquecimento global e potencializa a ocorrência de diferentes tipos de desastres devido a ausência/deficiência de boa gestão frente a riscos clássicos, sistêmicos e potencialmente catastróficos. Em um movimento de dentro para fora, mas sem desconsiderar as influências internacionais, investiga-se em que medida a implementação da integração da Política Nacional de Proteção e Defesa Civil a um conjunto de políticas públicas setoriais nacionais pode contribuir para a efetividade de direitos humanos e fundamentais frente à contingência, complexidade e consequências típicas das questões ambientais, climáticas e de desastres. O referencial teórico parte da Teoria Social dos Desastres, é complementado por aportes epistemológicos da Teoria do Direitos dos Desastres, do Direito Ambiental e trabalhos que investigam a possibilidade de intersecção entre políticas públicas e efetividade de direitos frente a riscos clássicos, sistêmicos e potencialmente catastróficos. A pesquisa será desenvolvida considerando: (i) o mapeamento de legislação nacional visando identificar convergências, lacunas, contradições e reflexos na integração intersetorial e efetividade de direitos; (ii) uma análise de marcos internacionais envolvendo ambiente, clima e desastre para verificar em que medida foram integrados à legislação brasileira e qual o seu grau de implementação; (iii) a identificação de experiências concretas e que usem evidências para identificar as intervenções mais eficazes contra problemas globais com integração setorial no Brasil e no exterior; e (iv) a pontuação dos principais entraves operacionais, políticos e técnicos dificultadores da articulação entre das políticas estudadas, e a ponderação das potencialidades de integração de maneira acoplada. A metodologia mescla abordagem qualitativa e quantitativa, sendo a primeira predominante, aplicada por meio de técnicas complementares de coleta e análise de dados, combinando quatro estratégias principais: revisão da literatura, aplicação de questionário estruturado, realização de grupos focais e entrevistas semiestruturadas. A partir do mapeamento de lacunas, limites e potencialidades mencionados, pretende-se contribuir para o desenvolvimento de diretrizes capazes de fortalecer integração entre a Política Nacional de Proteção e Defesa Civil e as demais políticas setoriais, mirando a efetividade de direitos humanos e fundamentais.
Integrando políticas públicas para a efetividade de direitos

Juntos na Diferença: Desafios do Bem Comum e de Sua Institucionalização em Face dos Movimentos de Tribalização nas Sociedades Democráticas

Coordenador(a):
Mártin Perius Haeberlin
E-mail:
martin.haeberlin@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Todo Estado Democrático de Direito inicia com a constituição de um ordenamento jurídico no qual se encontra um elenco de direitos fundamentais e elementos mínimos para a sua institucionalização, como a organização do Estado e dos Poderes. O ordenamento jurídico, porém, não encerra a tarefa. Essa dimensão formal (legalidade) mostra-se frágil quando desconectada de uma dimensão material (legitimidade), relacionada ao comprometimento com os fins comuns que fundaram a sociedade. Além desse respeito à razão de Estado, há também uma necessidade constante de acordo em relação aos meios, isso é, as práticas governamentais. Esses problemas dizem respeito ao bem comum (interesse público) e à concepção de justiça adotada por determinada sociedade política. Após a defesa (2014) e publicação (2017) de minha tese de doutorado (Uma Teoria do Interesse Público), cuja proposta foi a realização de uma epistemologia do Direito Público a partir do conceito de bem comum e de interesse público, o mundo passou por muitas mudanças. No plano do Direito Internacional, criou-se a Agenda 2030, com objetivos de desenvolvimento sustentável. No plano das realidades nacionais, entretanto, começavam a ser testemunhadas ameaças à democracia. Primeiro, ameaças sutis, pelo desrespeito às instituições, como denunciaram Steven Levitsky e Daniel Ziblatt em 2018 (How Democracies Die). Depois, ameaças diretas e flagrantes, por meio de narrativas de desconfiança ao voto popular, da ascensão do extremismo, e de ameaças e golpes de Estado. Uma hipótese a ser estudada, apresentada em estudos recentes, é a de que essas ameaças podem estar relacionadas ao fenômeno da tribalização, consistente na tensão entre diferentes grupos sociais cujos constantes desacordos os impede de um senso de vida em comum. Nesse cenário, mostra-se imperativa a retomada daquela tese de doutorado, agora com uma abordagem empírica e voltada a essa nova realidade social, com o objetivo de investigar os meios mais eficazes, no plano jurídico e social, à construção do bem comum e à sua institucionalização, especialmente considerando os desafios em face dos movimentos de tribalização nas sociedades democráticas contemporâneas. Esperam-se, como resultados, além da identificação de padrões de desintegração social, a produção de dados capazes de auxiliar na construção de políticas públicas para favorecer o equilíbrio reflexivo (John Rawls) nessas sociedades, promovendo o bem comum.
Juntos na Diferença: Desafios do Bem Comum e de Sua Institucionalização em Face dos Movimentos de Tribalização nas Sociedades Democráticas

Justiça Restaurativa e Marco Legal: aportes para o caso brasileiro

Coordenador(a):
Raffaella da Porciuncula Pallamolla
E-mail:
raffaella.pallamolla@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Atualmente, assiste-se no Brasil a multiplicação de iniciativas de Justiça Restaurativa, a grande maioria concebidas e implementadas pelo Poder Judiciário, e destinadas a abordar os mais variados temas, muitos deles alheios aos conflitos criminais. Apesar da crescente discussão acadêmica e da abrangência da aplicação da justiça restaurativa, ainda há muito o que discutir e avançar no campo jurídico, sobretudo em razão da lacuna legal referente à regulamentação da aplicabilidade da justiça restaurativa no âmbito da justiça criminal. A presente pesquisa visa a investigar o processo de construção (ou tradução) da justiça restaurativa no Brasil, tendo como foco a reflexão quanto à necessidade e adequação de se legislar sobre a matéria no campo penal com o propósito de aumentar o seu uso neste âmbito. Parte-se do cenário atual que reflete um desenvolvimento frágil e não uniforme da justiça restaurativa no âmbito penal no Brasil e busca-se compreender os riscos, os obstáculos e as vantagens de se introduzir a justiça restaurativa na legislação penal e processual penal brasileira, a partir de experiências estrangeiras e também da análise do nosso contexto nacional. O problema de pesquisa gira em torno da questão se é possível instituir-se legalmente a justiça restaurativa no âmbito da justiça criminal e, ao mesmo tempo, evitar a cooptação do modelo restaurativo pelo modelo tradicional de justiça criminal. O objetivo geral da pesquisa consiste em analisar, a partir do estudo de legislações estrangeiras, as possibilidades de se introduzir a justiça restaurativa no ordenamento jurídico pátrio, sem que isso signifique uma deformação do referido modelo de justiça. Para alcançar os objetivos postos no projeto, será feita revisão bibliográfica dos temas centrais (modelos de justiça restaurativa e justiça criminal brasileiros e ordenamentos jurídicos estrangeiros de interesse para o projeto); levantamento documental de propostas legislativas em trâmite no Brasil sobre justiça restaurativa; e análise documental de decisões judiciais de Tribunais brasileiros que abordam o tema da justiça restaurativa em âmbito criminal. Ao final da pesquisa, espera-se colaborar na construção do marco normativo da justiça restaurativa no Brasil.
Justiça Restaurativa e Marco Legal: aportes para o caso brasileiro

Memórias do Cárcere: Violência, dignidade e reconhecimento em grupos privados da liberdade

Coordenador(a):
Marcos Flávio Rolim
E-mail:
marcos.rolim@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
A violência sofrida nos marcos do Estado Democrático de Direito pelas pessoas privadas de liberdade é, em larga medida, legitimada socialmente. O estigma que condenados e egressos, adultos e adolescentes, enfrentam evidencia um processo de exclusão social bem mais amplo do que aquele condicionado por variáveis socioeconômicas. Este projeto de pesquisa pretende investigar as características da memória social construída pela experiência de privação de liberdade de adultos e adolescentes do Rio Grande do Sul e seu problema consiste em compreender como a memória coletiva dos encarcerados traduz a busca por dignidade e reconhecimento, considerando as interações violentas e os estigmas sociais. O delineamento da pesquisa é sequencial e exploratório com metodologia mista, quali-quanti. A coleta de dados quantitativos será feita nos moldes das pesquisas de vitimização, com questionário estruturado aplicado em estabelecimentos prisionais e unidades socioeducativas para cumprimento de medidas em meio fechado. O campo empírico com dados qualitativos será formado pelas respostas colhidas em entrevistas em profundidade e em grupos focais sobre o processo de construção e compartilhamento de memórias. Mais do que as memórias da violência, nos interessa reconstituir o processo pelo qual a memória coletiva opera como instrumento ativo de resistência. Espera-se que o estudo possa contribuir para a formação de uma agenda de pesquisas no Brasil sobre memórias da violência e que seus resultados estimulem o delineamento de políticas públicas de prevenção à vitimização e de reparação.
Memórias do Cárcere: Violência, dignidade e reconhecimento em grupos privados da liberdade

Mulheres e Meninas Esquecidas nas Enchetes de 2024 no Rio Grande do Sul: Diagnóstico sobre as Respostas de Garantia de Direitos em Canoas e Rio Grande

Coordenador(a):
Paula Pinhal de Carlos
E-mail:
paula.carlos@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
FAPERGS
Situação:
Em Andamento
Este projeto de pesquisa foi aprovado pela FAPERGS no Edital 6/2024, voltado a desastres climáticos e possui caráter interdisciplinar e congrega pesquisadoras e pesquisadores que atuam na instituição co-partícipe, à qual está vinculada a proponente e coordenadora, e a instituições parceiras. Tais docentes atuam em diferentes áreas do conhecimento, como Direito, Sociologia, Economia e Ciência da Computação. A proposta resulta sobretudo de discussões efetuadas no grupo de pesquisa CNPq “Efetividade dos direitos e Poder Judiciário”, vinculado à UNILASALLE e liderado pela coordenadora principal deste projeto, e no Laboratório de Acesso à Justiça e Direitos Humanos, vinculado à FURG e liderado pela coordenadora adjunta deste projeto. Baseia-se, ainda, nas experiências de abrigamento de pessoas atingidas pelas enchentes das universidades envolvidas na proposta. No que se refere especificamente à UNILASALLE, destaca-se a presença de docentes com vínculo tanto ao Programa de Pós-Graduação em Direito, quanto ao Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Bens Culturais. No que tange à FURG, tanto a coordenadora substituta quanto o outro pesquisador estão vinculados ao Mestrado em Direito e Justiça Social. Dessa forma, seis programas de pós-graduação de quatro universidades diferentes do Rio Grande do Sul estão inseridos na proposta, além de pesquisadoras e pesquisadores independentes, com vínculo ou sem vínculo com universidades do Estado.
Mulheres e Meninas Esquecidas nas Enchetes de 2024 no Rio Grande do Sul: Diagnóstico sobre as Respostas de Garantia de Direitos em Canoas e Rio Grande

O Direito no Âmbito das Instruções Internacionais e da Sociedade Global: Uma Análise da Efetividade das Normas e Regimes Internacionais

Coordenador(a):
José Alberto Antunes de Miranda
E-mail:
jose.miranda@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
As instituições internacionais e o direito internacional ocupam um espaço importante no âmbito da governança global. Ainda que se presencie um momento onde o multilateralismo apresente sinais de enfraquecimento o mesmo é essencial para o equilíbrio do sistema internacional e consequentemente para a sociedade global. A análise das instituições internacionais a partir da dimensão sociológica do direito internacional pode contribuir em muito para melhor compreensão dessas instituições e sua relação com a sociedade.O objetivo deste projeto de pesquisa é analisar a relevância da dimensão sociológica do direito internacional para a análise das instituições internacionais a partir das ações de cooperação internacional nos seus mais variados âmbitos do direito, por meio das instituições internacionais e dos Estados, a partir das mudanças que vem ocorrendo na sociedade global, no direito e na política nos últimos anos. Se pode pensar no direito internacional a partir da sociologia jurídica, profundamente envolvido em vários fatores e processos que se podem dizer sociológicos. Há inúmeras regras legais internacionais que afetam e refletem fatores societais e processos como normas, socialização, identidade e memória coletiva. Dimensões econômicas e políticas do direito internacional são sobrepostas com as dimensões sociológicas. A observação do direito internacional não deve se limitar à análise de textos legais oficiais como os tratados ou as decisões tomadas por tribunais judiciais internacionais. Constata-se que as instituições internacionais da atualidade foram intensamente transformadas, de maneira que passaram a regular muitos problemas da conjuntura internacional de ordem social, política e econômica que tradicionalmente correlacionam ao escopo de atuação dos Estados. Nesse sentido, precisamos estar atentos que, assim como dentro do Estado, a sociedade mundial revela áreas altamente regulamentadas, bem como áreas onde uma ordem normativa está ausente ou é ineficaz, precisando compreender que a sociologia do direito não pode aplicar internacionalmente os mesmos modelos que provaram ter um poder explicativo dentro da sociedade ordenada pelo Estado.
O Direito no Âmbito das Instruções Internacionais e da Sociedade Global: Uma Análise da Efetividade das Normas e Regimes Internacionais

Os Desafios da Sociedade em Razão do uso Massivo de Tecnologias Digitais, Computação Quântica e Inteligência Artificial:Impactos e Reflexos no Direito

Coordenador(a):
Emerson Wendt
E-mail:
emerson.wendt@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O avanço tecnológico tem remodelado a Sociedade, trazendo novas dinâmicas de interação, produção de conhecimento, governança e regulação normativa. A inteligência artificial (IA), a Blockchain e a computação quântica apresentam desafios inéditos para o Direito, exigindo observações sobre os problemas apresentados e, com isso, abordagens regulatórias (autorregulação, regulação e regulamentação) e interpretativas. Este projeto visa a investigar como essas inovações impactam o sistema jurídico e vice-versa, analisando as capacidades sistêmicas de absorção, adaptação e resposta comunicativa aos novos desafios. O objetivo da pesquisa é compreender os impactos da adoção massiva de tecnologias digitais avançadas sobre o Direito, observando e identificando desafios regulatórios e mecanismos de adaptação. Como objetivos específicos, busca-se examinar os efeitos da computação quântica, da Blockchain e da IA sobre as estruturas normativas existentes e vice- versa; analisar gaps normativos que possam comprometer a segurança normativa; investigar a viabilidade de governança, regulação, autorregulação ou regulamentação dessas tecnologias; avaliar se os direitos humanos e fundamentais, se os princípios constitucionais e regulamentos internacionais podem preencher essas lacunas. A pesquisa será desenvolvida a partir da Teoria dos Sistemas de Niklas Luhmann, considerando o Direito e a Internet como subsistemas da Sociedade e analisando como eles respondem, reflexivamente, às mudanças em um e outro. Será utilizada, preferencialmente, a metodologia qualiquantitativa, com base empírica, incluindo pesquisa bibliográfica baseada em obras de referência sobre tecnologia e Direito, além da análise documental de legislações nacionais e internacionais. Estudos de caso serão empregados para ilustrar como diferentes sistemas jurídicos têm lidado com essas transformações. Espera-se que a pesquisa contribua para a reflexão sobre a adequação e compreensão no/do Direito frente às novas realidades tecnológicas, possibilitando a proposição de estratégias regulatórias eficientes. Dessa forma, esta pesquisa busca oferecer uma abordagem crítica e interdisciplinar, auxiliando na construção de um marco regulatório mais eficaz e adaptável às transformações tecnológicas do século XXI.
Os Desafios da Sociedade em Razão do uso Massivo de Tecnologias Digitais, Computação Quântica e Inteligência Artificial:Impactos e Reflexos no Direito

Reconceitualizar Direitos Humanos a partir da Democracia do comum: por uma normatividade plural

Coordenador(a):
Antonio Carlos Wolkmer
E-mail:
antonio.wolkmer@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 1 - Efetividade do Direito na Sociedade
Fomento:
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - Bolsa
Situação:
Em Andamento
O objetivo geral do projeto é examinar e introduzir aproximações e adequações entre a Política e o Direito, nos marcos específicos do pluralismo normativo e da reinvenção dos direitos enquanto direitos humanos, buscando um espaço horizontal de confluência e interação na cotidianidade democrática e participativa do comum, como expressão descolonial de processos insurgentes, autônomos de gestão, controle e regulação comunitária, afirmando e garantindo a construção de novas subjetividades, resultantes de lutas e resistências adequadas a realidades periféricas, potencializando os vínculos da vida social com os ciclos vitais da natureza. Nessa direção, faz-se necessário reinventar formas de produção do conhecimento, processos sociais e modelos normativos emergentes que dialoguem e relacionem Vida humana, Natureza e Cultura. E enfrentar tais desafios implica, conforme propõem autores como Ramón Grosfoguel, Raewyn Connell, Syed F. Alatas, Enrique Dussel, B. Souza Santos descolonizar as Ciências Sociais, ou seja, refundar as teorias sociais e suas implicações no campo da normatividade. Essa dinâmica incide no questionar/desmontar os conceitos tradicionais, combatendo os tipos ideais, produto da linearidade eurocentrada, abrindo-se à cultura da diversidade e a outras formas de conhecimento, que permitam dialogar, como aquelas reveladas desde o Sul, superando a linha divisória que separa o ser do não ser, o humano do não humano e o humano da natureza. O desafio está, portanto, em contrapor às construções epistemológicas clássicas norte-eurocêntricas, propostas teórico-práticas, reconhecendo outros saberes no campo da teoria social e da teoria do Direito. Justifica-se, assim, pautar por um diálogo diatópico com as matrizes epistemológicas hegemônicas do Norte, mas, trazendo com força a produção do conhecimento subalternizado ou ocultado do local, do periférico, do outro, sem perder sua própria identidade e autonomia.
Reconceitualizar Direitos Humanos a partir da Democracia do comum: por uma normatividade plural

Sociologia Constitucional: Estudo das Reformas Neoliberais no Constitucionalismo Transformador

Coordenador(a):
Lucas Machado Fagundes
E-mail:
lucas.fagundes@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
O Estado constitucional contemporâneo é um fenômeno que na segunda metade do século XX apontou para uma perspectiva de preenchimento das estruturas constitucionais com conteúdo democrático. Assim, em realidades como a latino-americana, atravessadas por profundas desigualdades socioeconômicas, violência institucionalizada e instituições autoritárias, os cidadãos viram no constitucionalismo um potencial de transformação das mazelas sócio-históricas. Diante disso, ao final do século XX e início do século XXI, surgiram na América Latina diversos processos constituintes que perfeccionaram Cartas Constitucionais com aspectos de participação democrática e perfil de uma cidadania social. Contudo estas tarefas foram paulatinamente desarticuladas por reformas constitucionais ""desconstituintes”; ou seja, por processos legislativos com fundamentos político-jurídico com profundo impacto de obstrução na realização das promessas constitucionais democrático- cidadãs. Dessa forma, trata-se de analisar a forma jurídica constitucional adotada pelos países latino-americanos no final do século XX e início do século XXI frente ao assédio do capitalismo financeiro especulativo, e em especial analisar o movimento constitucional contemporâneo nomeado de constitucionalismo transformador, democrático ou cidadão, em especial a contradição das estruturas constitucionais democráticas com os propósitos neoliberais. O objetivo é confrontar as estruturas constitucionais democráticas com os interesses políticos neoliberais que alcançam reformas e mutações constitucionais que impactam diretamente na realidade social dos Estados da região. O problema central é que as reformas de caráter neoliberal desarmam o perfil democrático transformador e cidadão do constitucionalismo no século XXI, desautorizando os poderes públicos do seu compromisso constitucional e desabilitando possibilidades de luta social com lastro constitucional. Assim, por meio da metodologia analética dusseliana e da dialética do concreto, buscar-se-á analisar as determinações sociojurídicas que revelam a pseudoconcreticidade da totalidade do fenômeno constitucional democrático frente aos processos destituintes de uma economia política excludente, austera e à serviço das oligarquias financeiras. O resultado esperado é revelar as determinações concretas que desarticulam o potencial transformador das Constituições latino-americanas, destacando a forma jurídica da reforma constitucional nos moldes dos interesses neoliberais frente as necessidades populares na sociedade contemporânea.
Sociologia Constitucional: Estudo das Reformas Neoliberais no Constitucionalismo Transformador

V-CLIMA - Vulnerabilidades e Capacidades de Lidar com Inundações e Mitigação de Ameaças no Rio Grande do Sul, Emília Romagna e Valência

Coordenador(a):
Sandra Regina Martini
E-mail:
sandra.martini@unilasalle.edu.br
Linha de Pesquisa:
Linha 2 – Sociedade e Fragmentação do Direito
Fomento:
CNPq SOCIEDADE PORVIR CIENTIFICO - (Programa Unilasalle de Pesquisa)
Situação:
Em Andamento
Os desastres climáticos têm aumentado em intensidade e frequência, provocando danos significativos e muitas vezes irreversíveis. Este projeto visa analisar os processos de vulnerabilidade gerados por tais desastres, com foco em inundações ocorridas no Rio Grande do Sul (Brasil), Emília Romagna (Itália) e Valência (Espanha). O problema de pesquisa consiste em analisar quais foram e quais são as realidades político-administrativas de prevenção aos eventos climáticos extremos nos contextos pré e pós desastres climáticos das inundações ocorridas nas regiões do Rio Grande do Sul (Brasil), Emília Romagna (Itália) e de Valência (Espanha)?. Objetiva-se investigar as políticas públicas relacionadas à prevenção e mitigação dessas inundações, com ênfase na promoção da resiliência e proteção das populações vulnerabilizadas. A análise desenvolvida será comparativa entre as três regiões, abordando aspectossocioeconômicos das populações afetadas, a comunicação de risco, os protocolos deação governamentais, a colaboração entre setores públicos e privados e o uso detecnologias digitais no enfrentamento das inundações. Como fundamento teóricometodológico tem-se a Metateoria do Direito Fraterno com ações metodológicas quepermitem aprofundar as causas, consequências e formas de prevenção de novascatástrofes. A coordenadora geral é Sandra Regina Martini, a sede principal daUniversidade Lasalle/Canoas. A coordenação será compartilhada com trêssubcoordenadores das três regiões indicadas. A equipe de pesquisa V-CLIMA écomposta por pesquisadores/as de diversas áreas do conhecimento o que permite umaanálise transdisciplinar e interseccional do problema de pesquisa. O projeto estáalinhado com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 da ONU,em especial o ODS 13.
V-CLIMA - Vulnerabilidades e Capacidades de Lidar com Inundações e Mitigação de Ameaças no Rio Grande do Sul, Emília Romagna e Valência

Destaques do Programa

Qualis REDES

A Revista REDES agora é QUALIS A1. Dedicada à difusão do conhecimento nas Ciências Sociais Aplicadas, com ênfase no Direito e suas interfaces com a Sociedade, a REDES – Revista Eletrônica Direito e Sociedade consolida-se como um espaço plural e crítico.
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Unilasalle concede Título de Doutora Honoris Causa à jornalista Míriam Leitão

Em uma noite marcada por emoção e reconhecimento, a Universidade La Salle concedeu à jornalista e escritora Míriam Leitão o título de Doutora Honoris Causa, a mais alta distinção acadêmica da instituição, sendo a primeira mulher agraciada pela universidade. A honraria foi entregue durante cerimônia solene realizada na quinta-feira, 9 de outubro, no Salão de Atos da Unilasalle, em Canoas, integrando a programação da Semana Acadêmica de Pesquisa, Inovação e Extensão (SAPIENS).
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Anuário de Pesquisa 2024

Já está disponível o Anuário de Pesquisa 2024 da Universidade La Salle, publicação que reúne as principais ações, resultados e indicadores da pesquisa institucional ao longo do último ano. Clique no "Saiba Mais" para de mais informações.
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Projeto de anuário, obra coletiva: Direito da Sociedade

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Revista Eletrônica Direito e Sociedade - REDES

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Direito e a Sociedade em Movimento

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Animais não-humanos e a vedação de crueldade: o STF no rumo de uma jurisprudência intercultural

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Bancas e Eventos

Bancas de Qualificação e de Defesa de Dissertações e Teses

Banca de Defesa

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Autoavaliação

A autoavaliação é entendida como condição indispensável para a qualificação do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu. As atividades de autoavaliação permitem que a comunidade acadêmica manifeste suas percepções, sugestões, críticas e contribuições com a finalidade de aprimoramento e qualificação permanente do Programa em todas as suas dimensões.

Os resultados dos processos avaliativos são divulgados, analisados e discutidos, a fim de identificar potencialidades e fragilidades, que servem de subsídio para o planejamento estratégico do Programa de Pós-graduação, visando sempre à implementação de melhorias.

Acesse aqui os mais recentes resultados da Autoavaliação do PPG

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Comissão Interna de Autoavaliação
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Processo de Autoavaliação
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Solicitações e Formulários

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Entrega da Versão Final da Dissertação/Tese

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Prorrogação de Prazo de Defesa

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Manual de Apresentação de Projetos de Pesquisa

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Estágio Docência

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Desistência de Matrícula

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Trancamento de Matrícula

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Pedido de Exercício Domiciliares

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Documentos Importantes

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2026/1 Normas Alunos Especial

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Seminário de Pesquisa Dirigida

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Estabelece a isenção de parcelas para concluintes de mestrado que ingressarem no doutorado no semestre subsequente à conclusão

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Regulamento do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Memória Social e Bens Culturais

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Orientação do Colegiado Sobre Apresentação de Teses e Dissertações

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Regulamento do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Educação

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Regulamento do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Direito

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Termo de Outorga e Aceite de Bolsa

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Resolução do Programa Unilasalle de Fomento à Pesquisa e Inovação Científica e Tecnológica

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Resolução do Programa de Ações Afirmativas e Permanência

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Resolução de Diretrizes de Pesquisa da Iniciação Cientifíca na Unilasalle

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Regulamento Geral dos Programas de Pós-graduação

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Regulamento Geral da Pós-graduação Stricto Sensu da Unilasalle

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Regulamento do Programa de Suporte à Pós-Graduação de Instituições Comunitárias de Educação Superior – PROSUC

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Regulamento do Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Saúde e Desenvolvimento Humano

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Regulamento de Pós-Doutorado

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Orientações para Elaboração do Pré-Projeto de Tese

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Modelo Declaração de reconhecimento de fluência linguística - Instituição Brasileira

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Modelo Declaração de Reconhecimento da Fluência Linguística - Instituição ExteriorInstituição no Exterior"

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MODELO DA CARTA DO COORIENTADOR NO EXTERIOR

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Memorial Descritivo

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Manual para Apresentação de Trabalhos Acadêmicos da Universidade La Salle

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Diretrizes Institucionais para Inserção de Docentes nos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu

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Critérios para Permissão de Acúmulo de Bolsas da CAPES com Atividades Remuneradas ou Outros Rendimentos

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Concessão e Manutenção de Descontos Institucionais

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Comunicado Oficial Edital Nº 077/2021

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CAPES Requisitos de proficiência em língua estrangeira

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AJURIS - Termo de Parceria

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Resolução Reitoria N° 012/2023 - Destaque Acadêmico

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Regulamento Desconto parceria com Empresas e Instituições Públicas 2025/1

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Regulamento Bolsa Egresso

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Diretrizes para Concessão e Acompanhamento de Bolsas de Mestrado e Doutorado da Universidade La Salle - CAPES/PROSUC

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Regulamento Bolsa para Colaboradores da Rede La Salle

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Resolução para Concessão e Manutenção de Descontos Institucionais

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Resolução do Programa de Ações Afirmativas e Permanência

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Aluno Regular PPGD 2025/2 Cronograma II

Aluno Regular PPGD 2025/2 Cronograma II

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Aluno Regular PPGMSBC 2025/2 - Cronograma II

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Aluno Regular PPGSDH 2025/2 - Cronograma II

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Aluno Especial PPGSDH 2023/1

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Aluno Especial PPGMSBC 2023/1

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Vagas Remanescentes PPGSDH 2022/2

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Vagas Remanescentes PPGSDH 2022/1

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Seleção Complementar PPGMSBC 2021/1

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Pós Doutorado PPGMSBC 2020

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Projeto V-Clima

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Programa Move La America 2024/2

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PROEXTPG 2025/2

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Mestrado PPGSDH 2021/2

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Mestrado PPGSDH 2020/2

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2025/1

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2023

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2022

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2020

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2018

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Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2017/2018

Doutorado Sanduíche no Exterior (PDSE) 2017/2018

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Doutorado Sanduíche no Eexterior (PDSE) 2024/1

Doutorado Sanduíche no Eexterior (PDSE) 2024/1

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Doutorado Sanduíche no Eexterior (PDSE) 2023/2024

Doutorado Sanduíche no Eexterior (PDSE) 2023/2024

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Desconto Institucional 2021/1

Desconto Institucional 2021/1

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Comunidades Educativas Rede La Salle PPGSDH 2025/2

Comunidades Educativas Rede La Salle PPGSDH 2025/2

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Comunidades Educativas Rede La Salle PPGE 2025/2 - CRONOGRAMA II

Comunidades Educativas Rede La Salle PPGE 2025/2 - CRONOGRAMA II

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Comunidades Educativas Rede La Salle PPGE 2025/2

Comunidades Educativas Rede La Salle PPGE 2025/2

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Complementar PPGSDH 2021/2

Complementar PPGSDH 2021/2

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Complementar PPGSDH 2020/1

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Bolsas FAPERGS 2018

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Bolsas Aluno Regular 2024/1

Bolsas Aluno Regular 2024/1

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Bolsas Afirmativas 2025/1

Bolsas Afirmativas 2025/1

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Bolsa Institucional PPGMSBC 2021/2

Bolsa Institucional PPGMSBC 2021/2

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Bolsa Institucional 2023/2- Cronograma II

Bolsa Institucional 2023/2- Cronograma II

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Bolsa Institucional 2023/2- Cronograma I

Bolsa Institucional 2023/2- Cronograma I

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Bolsa Institucional 2023/1- Cronograma I

Bolsa Institucional 2023/1- Cronograma I

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Bolsa Institucional 2021/2

Bolsa Institucional 2021/2

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Bolsa Institucional 2021/1

Bolsa Institucional 2021/1

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Bolsa Institucional 2020/2

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Bolsa Institucional 2019/2

Bolsa Institucional 2019/2

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Bolsa Institucional 2019/1

Bolsa Institucional 2019/1

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Bolsa Institucional 2018/2

Bolsa Institucional 2018/2

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Bolsa Estágio Pós-Doutoral PPGSDH 2024/2

Bolsa Estágio Pós-Doutoral PPGSDH 2024/2

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Bolsa Estágio Pós-Doutoral 2024/2

Bolsa Estágio Pós-Doutoral 2024/2

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Bolsa CAPES/PROSUC 2018/1

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Bolsa Aluno Regular Remanescentes 2022/1

Bolsa Aluno Regular Remanescentes 2022/1

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Bolsa Aluno Regular PPGSDH 2024/2

Bolsa Aluno Regular PPGSDH 2024/2

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Bolsa Aluno Regular PPGSDH 2020/2

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Bolsa Aluno Regular 2023/1 - Cronogama II

Bolsa Aluno Regular 2023/1 - Cronogama II

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Bolsa Aluno Regular 2023/1

Bolsa Aluno Regular 2023/1

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Bolsa Aluno Regular 2022/2

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Bolsa Aluno Regular 2022/1

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Bolsa Aluno Regular 2021/1

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Bolsa Aluno Regular 2020/2

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Bolsa Aluno Regular 2020/1

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Bolsa Aluno Regular 2019/2

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Bolsa Aluno Regular 2018/2

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Benefícios CAPES/PROSUC PPGE 2023/2

Benefícios CAPES/PROSUC PPGE 2023/2

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Benefícios CAPES/PROSUC Cota Adicional 2022/2

Benefícios CAPES/PROSUC Cota Adicional 2022/2

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Benefícios CAPES/PROSUC Cadastro Reserva 2024/2

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Benefícios CAPES/PROSUC Cadastro Reserva 2024/1

Benefícios CAPES/PROSUC Cadastro Reserva 2024/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2025/1

Benefícios CAPES/PROSUC 2025/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2024/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2024/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2024/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2023/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2023/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2022/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2021/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2021/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2020/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2020/1

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Benefícios CAPES/PROSUC 2019/2

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Benefícios CAPES/PROSUC 2017

Benefícios CAPES/PROSUC 2017

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Benefícios CAPES/PROSUC 2016

Benefícios CAPES/PROSUC 2016

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Benefícios CAPES/PROSUC 2015

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Aluno Regular PPGSDH 2025/2 - Cronograma I

Aluno Regular PPGSDH 2025/2 - Cronograma I

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Aluno Regular PPGSDH 2025/1 - CRONOGRAMA II

Aluno Regular PPGSDH 2025/1 - CRONOGRAMA II

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Aluno Regular PPGSDH 2025/1 - CRONOGRAMA I

Aluno Regular PPGSDH 2025/1 - CRONOGRAMA I

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Aluno Regular PPGSDH 2025/1

Aluno Regular PPGSDH 2025/1

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Aluno Regular PPGSDH 2024/2 - CRONOGRAMA II

Aluno Regular PPGSDH 2024/2 - CRONOGRAMA II

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Aluno Regular PPGSDH 2024/2 - CRONOGRAMA I

Aluno Regular PPGSDH 2024/2 - CRONOGRAMA I

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Aluno Regular PPGSDH 2024/2

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Aluno Regular PPGSDH 2024/1

Aluno Regular PPGSDH 2024/1

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Aluno Regular PPGSDH 2023/2

Aluno Regular PPGSDH 2023/2

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Aluno Regular PPGSDH 2023/1

Aluno Regular PPGSDH 2023/1

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Aluno Regular PPGSDH 2022/2

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Aluno Regular PPGSDH 2022/1

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Aluno Regular PPGSDH 2020/2

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Aluno Regular PPGSDH 2020/1

Aluno Regular PPGSDH 2020/1

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Aluno Regular PPGMSBC 2025/2 - Cronograma I

Aluno Regular PPGMSBC 2025/2 - Cronograma I

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Aluno Regular PPGMSBC 2025/1 - CRONOGRAMA II

Aluno Regular PPGMSBC 2025/1 - CRONOGRAMA II

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Aluno Regular PPGMSBC 2025/1 - CRONOGRAMA I

Aluno Regular PPGMSBC 2025/1 - CRONOGRAMA I

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Aluno Regular PPGMSBC 2025/1

Aluno Regular PPGMSBC 2025/1

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Aluno Regular PPGMSBC 2024/2 - CRONOGRAMA II

Aluno Regular PPGMSBC 2024/2 - CRONOGRAMA II

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Aluno Regular PPGMSBC 2024/2 - CRONOGRAMA I

Aluno Regular PPGMSBC 2024/2 - CRONOGRAMA I

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Aluno Regular PPGMSBC 2024/2

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Aluno Regular PPGMSBC 2023/2

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Aluno Regular PPGMSBC 2023/1

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Aluno Regular PPGMSBC 2022/2

Aluno Regular PPGMSBC 2022/2

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Aluno Regular PPGMSBC 2022/1

Aluno Regular PPGMSBC 2022/1

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Direito
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